"As sugestões que Virginia Woolf e Rilke fazem aos jovens poetas vão em sentidos opostos - e daí o interesse maior da sua publicação conjunta. Rilke e Woolf coincidem apenas no conselho que dão aos seus correspondentes para que não tenham pressa em publicar (...). É provável que as suas diferentes abordagens da criação poética tenham a ver com a diversidade da poesia alemã e inglesa no início do século XX e o facto de Rilke ser sobretudo um poeta e Woolf uma romancista. Mas isso foi certamente acentuado pela sensibilidade de cada um e por as disposições dos jovens poetas a que escrevem, John e Kappus, serem também elas distintas - o primeiro voltado para a expressão das suas emoções mais íntimas e Kappus para o exterior." (Do Prefácio)
A mystic lyricism and precise imagery often marked verse of German poet Rainer Maria Rilke, whose collections profoundly influenced 20th-century German literature and include The Book of Hours (1905) and The Duino Elegies (1923).
People consider him of the greatest 20th century users of the language.
His haunting images tend to focus on the difficulty of communion with the ineffable in an age of disbelief, solitude, and profound anxiety — themes that tend to position him as a transitional figure between the traditional and the modernist poets.
Estas cartas - especialmente as de Rilke - acometeram-se ao meu coração no momento em que mais precisava, disseram-me segredos que eu precisava de saber num momento-chave da minha vida enquanto artista. Nunca imaginei vir a sentir que duas cartas escritas a tantas décadas de distância pudessem ser tão minhas quanto das pessoas a quem se destinaram no momento em que foram escritas. Estas cartas não são apenas para poetas. São para todos os que se sentem artistas do seu ofício, independentemente de qual este seja. As cartas de Rilke, de tão humanas que são, transcendem o tempo. Ainda precisamos delas.