Se a cor do sangue pudesse mudar, o sangue de Pietro mudaria de cor por Eros. Assim como tudo que ele achou que pudesse ser, antes de conhecê-lo. Descobrindo as entranhas de Nápoles, Pietro descobria a si mesmo e via que a vida poderia ser mais profunda do que simplesmente viver. Que as cores poderiam ser mais fortes, quando se descobre o poder da juventude. Entre amores, amizades e decepções, Pietro entende o significado de amar, ser amado e encontrar liberdade nas coisas simples, coisas que movem a todos na mais bela bagunça Napolitana.
Minha amiga escreveu esse livro, li ele inteiro com ela presente, reagindo e comentando e eu amei cada momento. Terminei na praia, sol, areia e eu chorando rios
No geral eu gostei da história, mas queria mais cenas/“ação”, um pouco menos da mente de Pietro e às vezes a autora exagerava na metáfora; também há alguns poucos erros de português e frases que não fazem sentido.
Há uma frase no livro, não lembro agora em que página ele está, que tenho certeza que já li em outro lugar. Parece que a autora pegou uma frase bonita que a gente encontraria fácil no Tumblr e tentou reescrevê-la, mas não deu muito certo; ficou muito copia e cola.