Atual e necessária, esta adaptação da obra mais famosa de João Cabral de Melo Neto descortina dramas cruciais da humanidade — de ontem e de hoje. De modo realista, texto e imagens se combinam para recriar a universalidade da árdua caminhada de tantos e tantos severinos.
O auto de Natal Morte e vida severina, desde sua primeira publicação, em 1956, ganhou mais de cem edições, sem contar as inúmeras adaptações para a televisão, o cinema, o teatro, entre outros. Extremamente popular, a obra-prima de João Cabral de Melo Neto alia a força de sua poesia ao engajamento social, explorando com surpreendente harmonia a tensão entre o erudito e popular.
Para o poeta Armando Freitas Filho, "violência e ternura nunca foram tão bem trançadas como neste poema". Esta combinação ganha agora forma e cor no traço de Odyr. Ilustrada, a jornada de Severino transcende e ressignifica este que é um dos grandes clássicos de nossa literatura.
Bernardi Odyr was born in 1967 in Pelotas, Brazil. A comics artist and painter, he has published Copacabana, written by Lobo, and Guadalupe, written by Angélica Freitas. His work has appeared in several comics anthologies, and his short stories and illustrations have been published in a number of Brazilian newspapers and magazines, including Folha de São Paulo, O Globo, and Le Monde Diplomatique Brasil.
simplesmente uma obra de arte maravilhosa, que conta sobre o nordeste, e as vidas espalhadas dentro desses espaços/ tempos. fala tambem de morte. é poético sim, mas é poesia na forma de frases curtas, simples, justas. procurei algumas palavras que não dava para eu entender direitamente. a ilustração é lindíssima.