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Videojuegos Legendarios/Videogiochi Leggendari #7

Assassin's Creed: Il franchise con più vite

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La collana inedita VIDEOGIOCHI LEGGENDARI ti aspetta in edicola! L’Opera, in 60 uscite, ti farà immergere nell’incredibile mondo dei videogiochi; ciascun volume racconta un gioco o una saga: il mondo, gli scenari, i protagonisti, le trame, tutto il processo che ha portato alla realizzazione!

Hardcover

Published March 9, 2024

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Nacho Requena Molina

18 books6 followers

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Community Reviews

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Displaying 1 - 8 of 8 reviews
Profile Image for Juan.
150 reviews1 follower
June 9, 2024
Más detalles y más interesante lo que se cuenta en la primera mitad. Cae en el mismo problema de adherencia a una fórmula que la saga de juegos sobre la que trata.

Está bien; podría, y se nota, estar mejor.
Profile Image for Anibal.
302 reviews1 follower
July 25, 2025
Poucas séries no mundo dos videojogos conseguem reclamar o estatuto de fenómeno cultural como Assassin’s Creed. Tendo acompanhado a franquia de perto — inclusive a nível profissional com a Ubisoft — e com diversos títulos platinados, foi com enorme prazer que li Assassin’s Creed: A Saga com Mais Vidas, de Nacho Molina. Mais do que um livro informativo, trata-se de uma homenagem apaixonada a uma saga que vendeu mais de 200 milhões de unidades e que soube reinventar-se continuamente sem perder de vista as suas origens.

Molina estrutura a obra como uma cronologia rica e ilustrada, destacando os estúdios envolvidos, as inovações técnicas, e as marcas identitárias de cada título — sempre guiado pelos lemas icónicos: “Nada é verdade, tudo é permitido” e “We work in the dark to serve the light”. E se à superfície o conflito entre Assassinos e Templários parece binário, o livro mostra bem como a Ubisoft complexificou a moralidade dessa luta, misturando piratas, vikingues, revolucionários e semi-deuses numa galeria de protagonistas memoráveis.

O livro começa com Altaïr e Desmond Miles, em Assassin’s Creed, originalmente idealizado como um novo Prince of Persia, mas que rapidamente encontrou a sua própria identidade graças à inspiração de Patrice Désilets nos assassinos de Alamut e na Terceira Cruzada. O parkour, a escalada e a verticalidade estavam lançados como marca registada.

Segue-se a ascensão de Ezio Auditore, protagonista de uma trilogia (AC II, Brotherhood, Revelations) que elevou a fasquia em todos os aspetos — da história e jogabilidade ao detalhe artístico. Com Connor em AC III, temos uma tentativa ambiciosa de enraizar a narrativa na cultura nativo-americana e colonial Americana, inaugurando um novo ciclo e usando um novo motor gráfico (Anvil), embora a receção tenha sido mista.

Black Flag (2013) trouxe carisma com Edward Kenway, inovação no combate naval e um verdadeiro mundo vivo — onde até os barcos tinham personalidade. Um dos pontos altos da série.

Depois vem Shay Patrick Cormac, protagonista de Rogue, que oferece uma perspetiva inédita: a de um templário ex-assassino, numa narrativa que nos leva ao coração do terramoto de Lisboa — uma das sequências mais impactantes de toda a saga e concluindo a história na América encerrando novo ciclo. É um título injustamente ofuscado pelo lançamento simultâneo de Unity, mas merece destaque.

Falando em Unity, o livro aborda tanto os seus avanços — como a recriação de Paris, o romance entre Arno (assassino) e Élise (templária), o novo sistema de parkour e combate — como os seus célebres bugs, que mancharam o seu lançamento.

Syndicate introduz os gémeos Jacob e Evie Frye, jogáveis alternadamente numa Londres vitoriana vibrante, mas não conseguiu recuperar o entusiasmo, levando a uma pausa estratégica.

Essa pausa deu frutos com Origins, protagonizado por Bayek e a sua águia Senu, e que redefiniu a série com elementos RPG, um novo sistema de combate e até um modo educativo (Discovery Tour). Odyssey levou os sistemas de RPG mais longe: ambientado na Grécia Clássica, com escolha de personagem (Alexios ou Kassandra), múltiplos finais e decisões morais impactantes ao poder selecionar várias opções de diálogo e sequência de história.

Valhalla, com Eivor, deu protagonismo à construção de assentamentos e ao combate viking, enquanto Mirage é um regresso às raízes furtivas da série, explorando as origens de Basim na sumptuosa Bagdade — com gadgets e um final surpreendente.

Molina ainda dá espaço aos títulos paralelos (como Altair’s Chronicles, Liberation, Identity), bem como aos bastidores criativos, destacando nomes como Patrice Désilets, Jade Raymond, Raphael Lacoste e Jesper Kyd, compositor da trilha sonora inesquecível.

Além da análise detalhada de cada jogo, o livro inclui cronologias, listas de personagens históricas e fictícias, números de vendas e pontuações no Metacritic — compondo um retrato completo, acessível tanto a veteranos como a novatos.

Para fãs de Assassin’s Creed é uma leitura muito aconselhada. Não só traça com a evolução da série, como celebra o seu impacto cultural, técnico e emocional. Um livro bem documentado e belamente ilustrado, que honra uma das maiores epopeias dos videojogos.
Profile Image for António Massena.
62 reviews1 follower
November 21, 2024
Verdade seja dita, Assassin's Creed sempre foi uma saga muito querida para mim, sendo que zerei o Black Flag e joguei um pouco do Syndicate. Não sabia que a Ubisoft é uma empresa francesa e que desenvolveu os jogos Prince of Persia, de onde deriva o primeiro jogo de Assassin's Creed. Esta obra possui o mesmo detalhe técnico de todas as predecessoras e, embora não descreva toda a estória da saga (acreditem em mim, é imensa), prefere dar destaque ao esforço humano necessário para a concepção de cada jogo, desde a pesquisa histórica, às dificuldades e reveses da equipa de desenvolvimento, inclusive os seus fracassos. Embora não tenha apreciado muito a ideia de meterem mecânicas de RPG que começou com o Origins, o que, para mim, tornou a saga de bons jogos de Assassin's Creed para bons jogos de RPG, é agradável saber que os desenvolvedores mantêm-se enraizados às origens como prova o Mirage.

Quanto ao Shadow (que não é retratado nesta obra), tudo o que tenho a dizer é que o Yasuke é a primeira personagem histórica jogável num Assassin's Creed, e acho isso uma decisão estranha. Sim, eu sei que há gente a dizer que ele não devia ser o protagonista de um Assassin's Creed passado no Japão, mas não por ser negro. Se fosse para meter uma personagem histórica, Musashi Miyamoto faria mais sentido, na medida de que ele tem a manha para ser assassino (ele é um chico-esperto das lutas). Todavia, como nenhuma das personagens jogáveis até então foram históricas, faria mais sentido inventar uma personagem masculina (como fizeram com a feminina), e meter o Yasuke como NPC. Seria mais respeitoso à própria personagem, que considero deveras intrigante por ter sido retentor de um Shogun (e, tecnicamente, samurai). Enfim, foi um pequeno desabafo.

Voltando à obra, também descreve boa parte dos spin-offs, alguns melhores que os outros, que têm sido feitos desde o primeiro Assassin's Creed. Ah, e o Edward Kenway é o meu assassino favorito, sendo o Ezio um segundo próximo. Ando a ler os romances do Oliver Bowden, portanto levará tempo.

Recomendo muito! E lembrem-se: Nada é verdade, tudo é permitido.
Profile Image for Cris Díaz Pastor.
75 reviews2 followers
December 14, 2024
Libro de la colección RBA que nos da un repaso a toda la saga desde su inicio hasta Mirage. Sin ser tan interesante ni aportar tantos detalles como los que suelen aportar los de Héroes de papel, sigue dando detallitos de producción, desarrollo, lanzamiento y ventas de todas las entregas de la saga, así como un pequeño resumen de protagonistas, ambientación argumento. Si eres fan de Assassin's Creed puede resultarte entretenido. La verdad es que las ediciones de la colección son bonitas.
Profile Image for Goncalo.
162 reviews2 followers
January 1, 2025
Alguns destes livros acabam por me surpreender pela positiva porque não é nada fácil escrever sobre um tema tão conhecido e, por vezes, desinteressante como histórias de franquias de videojogos. Torna-se repetitivo, aborrecido e pouco entusiasmante, porém esta franquia ajuda um pouco com o seu conteúdo histórico, e quando os jogos são ocidentais é mais fácil encontrar e saber histórias engraçadas sobre o seu desenvolvimento. Até agora, um dos mais divertidos da colecção.
Profile Image for Nami.
213 reviews
July 14, 2025
Este es uno de los tomos de la colección de videojuegos que leí sin antes haber jugado al juego en sí. Había leído las novelas que salieron en su momento y conocía algunas de las historias, así que me pareció interesante completar un poco más de imagen. Siendo que este juego no se produjo en Japón, se sintió un poco distinto a los libros que había leído hasta ahora. Me gustó ver este lado occidental de la industria. Por supuesto, me dejó con muchas ganas de jugar.
Profile Image for Raúl Sánchez.
39 reviews
July 30, 2024
De toda la colección es el que más estaba expectante y el libro cumplió perfectamente. Además de los datos de producción y personas relevantes. Este libro, creo, es el primero que yo que leo que si menciona Alamut de Vladimir Bartol como una inspiración importante para la saga.
Nacho en verdad se documentó de forma apropiada y para cualquier fan de la saga si es un libro recomendado para tenerlo de fuente bibliográfica.
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