Apesar de ser uma grande obra em que mostra-se a dualidade do culto na África e no Brasil, vale a pena a leitura pelo simples fato de organização e conhecimento. É uma obra incrível, de um ótimo contexto, mas que não supre totalmente a avidez de um leitor mais exigente, que gosta de saber mais sobre o culto dos orixás. Acaba sendo um documento histórico e sócio-cultural de uma religião Africana e Brasileira, em que pode dar ao leitor a certeza de que o Candomblé é uma religião Afro-Brasileira e não apenas Africana.