What do you think?


Mar de Histórias: Antologia do Conto Mundial, Volume 3 - O Romantismo
A obra completa da coleção Mar de Histórias, antologia do conto mundial é composta de 10 volumes independentes, contém nada menos que 239 contos escolhidos entre os melhores de 192 autores pertencentes a 41 literaturas. Foi empreendida há mais de quarenta anos por Aurélio Buarque de Holanda Ferreira e Paulo Rónai.
O material está disposto por ordem cronológica da publicação dos contos. Cada um deles é precedido de uma introdução que o situa na obra de seu autor e na respectiva literatura. Notas abundantes facilitam a compreensão dos textos.
O material está disposto por ordem cronológica da publicação dos contos. Cada um deles é precedido de uma introdução que o situa na obra de seu autor e na respectiva literatura. Notas abundantes facilitam a compreensão dos textos.
440 pages, Paperback
First published January 1, 1978
About the author
Aurélio Buarque de Holanda Ferreira
30 books6 followersAurélio Buarque de Holanda Ferreira foi um lexicógrafo, professor, tradutor, ensaísta e crítico literário brasileiro. Foi o autor do Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa e membro da Academia Brasileira de Letras
Ratings & Reviews
Friends & Following
Create a free account to discover what your friends think of this book!
Community Reviews
Displaying 1 - 1 of 1 review
January 12, 2024
Foi o primeiro que li da coleção (pretendo ler os 10). O conto é realmente um gênero fantástico que merece ser tão apreciado quanto o romance. E nessa coleção há muitos representantes excelentes, alguns conhecidos, outros "obscuros" que merecem voltar à tona.
Sobre esse volume especificamente, que pega a fase do Romantismo, a seleção é muito boa. Os destaques para mim são o tocante "Mumu", de Turgueniev, o envolvente "A Vênus de Ille", de Mérimée, o ousado "Uma árvore de Natal e um casamento", de Dostoievski, e o divertido "Horácio Sparkins", do Dickens.
Mas há ainda a criatividade de ETA Hoffmann ("Haimatocare") e a "tragicidade" de Stendhal (O cofre e o fantasma), além de bons contos de Puchkin ("O tiro) e Gogol (Diário de um louco).
O único a ter dois contos é o Poe, mas achei que os dois contos escolhidos ("O homem da multidão" e "A carta furtada"), embora estejam longe de ser "ruins", também não estão entre os melhores que ele produziu.
Há contos bem curiosos, como o do desconhecido James Morier ("A cabeça cozida"), o do não muito conhecido Gérard de Nerval ("A mão encantada") e do famoso-quem Pedro Antonio de Alarcón ("A buena-dicha).
Tem ainda Balzac ("Estudo de mulher"), que penso também não ser o conto ideal para figurar numa antologia universal.
Também é bom o conto do Hawthorne, "Davi Swan".
Tive dificuldades com "A sombra", do Hans Cristian Andersen, mas nada se compara ao que senti com o conto "A dama Pé-de-Cabra", de Alexandre Herculano, conto que, depois de um começo razoável, tornou-se insuportável para mim, a ponto de tê-lo abandonado.
Tirando esse conto, acho que o livro é muito agradável de se ler.
Sobre esse volume especificamente, que pega a fase do Romantismo, a seleção é muito boa. Os destaques para mim são o tocante "Mumu", de Turgueniev, o envolvente "A Vênus de Ille", de Mérimée, o ousado "Uma árvore de Natal e um casamento", de Dostoievski, e o divertido "Horácio Sparkins", do Dickens.
Mas há ainda a criatividade de ETA Hoffmann ("Haimatocare") e a "tragicidade" de Stendhal (O cofre e o fantasma), além de bons contos de Puchkin ("O tiro) e Gogol (Diário de um louco).
O único a ter dois contos é o Poe, mas achei que os dois contos escolhidos ("O homem da multidão" e "A carta furtada"), embora estejam longe de ser "ruins", também não estão entre os melhores que ele produziu.
Há contos bem curiosos, como o do desconhecido James Morier ("A cabeça cozida"), o do não muito conhecido Gérard de Nerval ("A mão encantada") e do famoso-quem Pedro Antonio de Alarcón ("A buena-dicha).
Tem ainda Balzac ("Estudo de mulher"), que penso também não ser o conto ideal para figurar numa antologia universal.
Também é bom o conto do Hawthorne, "Davi Swan".
Tive dificuldades com "A sombra", do Hans Cristian Andersen, mas nada se compara ao que senti com o conto "A dama Pé-de-Cabra", de Alexandre Herculano, conto que, depois de um começo razoável, tornou-se insuportável para mim, a ponto de tê-lo abandonado.
Tirando esse conto, acho que o livro é muito agradável de se ler.
Displaying 1 - 1 of 1 review


