Eliphas Le'vi was steeped in the Western occult tradition and a master of the Rosicrucian interpretation of the Qabalah, which forms the basis of magic as practiced in the West today. The Key of the Mysteries represents the culmination of Le'vi's thoughts and is written with subtle and delicate irony. It reveals the mysteries of religion and the secrets of the Qabalah, providing a sketch of the prophetic theology of numbers. The mysteries of nature, such as spiritualism and fluidic phantoms, are explored. Magical mysteries, the Theory of the Will with its 22 axioms are divulged. And finally it offers "the great practical secrets." The true greatness of this work, however, lies in its ability to place occult thought firmly in Western religious traditions. For Le'vi, the study of the occult was the study of a divine science, the mathematics of God.
Éliphas Lévi is the pen-name of Abbé Alphonse Louis Constant, a Roman Catholic priest and magician. His later writings on the Tarot and occult topics were a great influence on the Spiritualist and Hermetic movements of fin de siècle England and France, especially on such members of the Hermetic Order of the Golden Dawn as Arthur Edward Waite and Aleister Crowley.
---
Éliphas Lévi es el nombre adoptado por el mago y escritor ocultista francés Alphonse Louis Constant.
Kind of expands on Mesmer's magnetic theory,electromagnetism,ether,and sort of merges with Tesla in a strange way.I've always felt that the occult is really nothing other than a manner by which we access the full powers of our intuition and cognition via the imagination.This book has some stories that will raise the hair on the back of your neck if not your eyebrows.
Eis alguns trechos: Existe um alfabeto oculto e sagrado que os hebreus atribuem a Henoch, os egípcios a Tot ou a Mercúrio Trismegisto, os gregos a Cadmo e a Palamédio. Esse alfabeto, conhecido pelos pitagóricos, compõe-se de ideias absolutas ligadas a signos e a números e realiza, por suas combinações, as matemáticas do pensamento. Salomão havia representado esse alfabeto por setenta e dois nomes escritos em trinta e seis talismãs e é o que os iniciados do Oriente denominam ainda de as pequenas chaves ou clavículas de Salomão. Deus sois vós, pois Satã é Deus visto ao contrário. Deus é o objeto absoluto da fé humana. No infinito, é a inteligência suprema e criadora da ordem. No mundo, é o espírito de caridade. Para os iniciados da cabala, Deus é a unidade absoluta que cria e anima os números. Deus sempre foi tido como necessariamente o mais desconhecido de todos os seres, uma vez que só é definido em sentido inverso de nossas experiências, é tudo o que não somos, é o infinito oposto ao finito por hipótese contraditória. A fé começa onde a ciência acaba. Ampliar a ciência é aparentemente suprimir a fé, e, na realidade, é ampliar igualmente seu domínio, pois é ampliar sua base. O homem é o filho de Deus, porque Deus, manifestado, é chamado o filho do homem. O homem é o Deus do mundo, e Deus é o homem do céu. Ser rico é dar; não dar nada é ser pobre; viver é amar, não amar nada é estar morto; ser feliz é devotar-se; existir somente para si é reprovar a si próprio, é sequestrar-se no inferno. O céu é a harmonia dos sentimentos gerais; o inferno é o conflito dos instintos lassos. A fé é a consciência e a confiança do amor. Deixemos os sectários fazerem e refazerem seus dogmas, deixemos os supersticiosos detalharem e formularem suas superstições, deixemos os mortos enterrarem seus mortos, como dizia o Mestre, e acreditemos na verdade indizível, no absoluto que a razão admite sem compreender, no que pressentimos sem saber. Oremos em silêncio e ergamos em direção de nosso Pai desconhecido um olhar de confiança e de amor; aceitemos com fé e resignação a parte que nos cabe nas penas da vida, e todas as batidas de nossos corações serão palavras de oração. Se o tempo pudesse transformar os carneiros em leões, eles comeriam os açougueiros e os pastores. Adão e Eva são somente tipos primitivos da humanidade; a serpente que tenta é o tempo que põe à prova; a árvore da ciência é o direito; a expiação pelo trabalho é o dever. Caim e Abel representam a carne e o espírito, a força e a inteligência, a violência e a harmonia. Os gigantes são os antigos usurpadores da terra; o dilúvio foi uma imensa revolução. A arca é a tradição conservada numa família: a religião, nessa época, torna-se um mistério e a propriedade de uma raça. Caim é maldito por ser seu revelador. Nemrod e Babel são duas alegorias primitivas do désposta único e do império universal sempre sonhado desde então; empreendido sucessivamente pelos assírios, os medas, os persas, Alexandre, Roma, Napoleão, os sucessores de Pedro, o Grande, e sempre inacabado por causa da dispersão de interesses, figurada pela confusão das línguas. O império universal não deveria realizar-se pela força, mas pela inteligência e pelo amor. Por isso, a Nemrod, homem do direito selvagem, a Bíblia opõe Abraão, homem do dever, que se exila para buscar a liberdade e a luta numa terra estrangeira de que se apodera pelo pensamento. Tem uma mulher estéril, é seu pensamento, e uma escrava fecunda, é sua força; mas, quando a força produz seu fruto, o pensamento torna-se fecundo, e o filho da inteligência exila o filho da força. O homem de inteligência é submetido a duras provas; deve confirmar suas conquistas pelo sacrifício. Deus quer que ele imole seu filho, isto é, a dúvida deve pôr à prova o dogma e o homem intelectual deve estar pronto a tudo sacrificar diante da razão suprema. Deus, então, intervém: a razão universal cede aos esforços do trabalho, mostra-se à ciência e apenas o lado material do dogma é imolado. É o que representa o carneiro preso pelos chifres entre os arbustos. A história de Abraão é pois um símbolo à moda antiga e contém uma elevada revelação dos destinos da alma humana. Tomada ao pé da letra, é um relato absurdo e revoltante. Sem Deus, o ser é um nada que se afirma, e a vida, uma morte que se disfarça. Se Deus suprimisse o inferno, os homens fariam outro para desafiá-lo. O homem, com efeito, cria um Deus conforme à sua própria inteligência e à sua própria bondade, não pode elevar seu ideal mais alto do que lhe permite seu desenvolvimento moral. O Deus que ele adora é sempre seu próprio reflexo aumentado. Conceber o que seja o absoluto em bondade e em justiça é ser ele próprio muito justo e muito bom. As realidades de Deus e da natureza superam infinitamente em beleza e bondade toda a imaginação dos homens.
I read other books of him but honestly i have to say that this one is not like his others, in worst. It doesn’t say anything new, it’s just philosophy explained in a heavy way, i find. I personally love the warmth of Rudolf Steiner. Let’s say if you want to read this: in every book one can always find some good points, it’s a short book so you’ll not waste much time both that you like it or not. Overall you don’t need it, nothing new in what he says but rather a bit masked sometimes and tiredsome in expression, some good points for reflection anyway
Una vez más, Eliphas Levi nos demuestra su infinito amor por la verdad y la justicia, no hay mucho que decir del libro ya que no es para los escépticos o curiosos, es para el que busca la verdad y es sensato.
Las notas de Crowley son prácticamente innecesarias.
A fascinating work from Levi. Here we find Levi's philosophical approach to the great work developed beyond his more famous work 'Transcendental Magic'. Levi here strikes hard at the truth of mans potential, the key to achieving it and the reality of Lucifer.
Levi's style is as harsh on the casual reader as ever. If you found his earlier works difficult, then the advancement in philosophy here will only make the language harsher. Whilst I highly recommend this book, I would advise a strong grasp of Levi's other works before tackling this.
Levi bisogna prenderlo per quello che è!la complessità lo rende difficile ed ermetico, facendo attenzione si possono cogliere spunti interessanti.discreto