An accessible primer in the Marxist culture, history, theory and practice of the Global South. A topic on which I wanted to know more. If you do too this is an ideal introduction, from Nehru to Subcomandante Marcos.
Fadaee has created an accessible, informed, introduction to Marxism. Taking us through the application and evolution of Marxism across the Global South through nine key revolutionary figures was a useful method, and one which allows Fadaee to show the importance of Marxism, both currently and historically.
While the focus is on those nine revolutionaries, Fadaee spends just as much time exploring the revolutionary context which they acted within. This is as useful as the exploration into the lives of the revolutionaries themselves. He is able to aptly show how these nine built off of the revolutionary movements and other revolutionaries which came before them, in a way which shows the evolving practice of Marxism really well.
EINDELIJK! ik dacht dat dit veel interessanter zou zijn, maar het las als een samenstelling van wikipediapaginas… danku karo om altijd in mij te geloven dat ik dit boek uit zou krijgen
O colonialismo europeu tem como base o capitalismo, não uma questão cultural como fator central.
Fadaee ressalta que o marxismo tem sido uma ferramenta central para movimentos revolucionários e lideranças do Sul Global na luta por justiça social, igualdade e libertação nacional. Longe de ser uma teoria engessada, trata-se de um pensamento dinâmico, capaz de se ajustar a diferentes realidades e desafios históricos. Desconfie de qualquer um que o trate como dogma, pois as experiências revolucionárias demonstram que toda concretização exige adaptação às realidades históricas, sociais e culturais.
De fato, Hobsbawm, as injustiças de um mundo adoecido pelo capitalismo global evidenciam que cada geração descobre seu próprio Marx. Ainda assim, há recorrentes acusações de que Marx teria uma visão eurocêntrica, e alguns argumentam que o marxismo seria um modelo europeu branco, distante das realidades do mundo não ocidental. Essas críticas, em grande parte influenciadas pelas abordagens pós-coloniais, continuam sendo debatidas, apesar da vasta produção acadêmica que busca refutá-las. O colapso da União Soviética, as transformações culturais do final do século XX e o desencanto com os rumos dos Estados pós-coloniais após a independência contribuíram para o fortalecimento dessas objeções ao pensamento marxista. No entanto, o marxismo foi fundamental para que o giro e as teorias decoloniais emergissem na academia, por mais que muitos desses autores o reneguem e o critiquem. Há uma ironia em acusá-lo de eurocentrismo e desmerecer um método, teoria e prática que foi mais amplamente adotado por povos oprimidos do Sul Global. O problema de muitos acadêmicos segue sendo a imersão excessiva na teoria, esquecendo a prática. Práxis.
A really great introductory survey on a variety of Marxist and Marx-adjacent revolutionaries from what has been called either “the third world” or “periphery”
I was particularly interested in the section on Subcomandante Marcos and how Marxist thought influenced what became the Zapatista revolutionary movement
Decent overview of nine key decolonial figures. Whilst the chapters on Mao and Che cover well-trodden ground, chapters on Amílcar Cabral and Ali Shariati were much more worthwhile.