Clarice é uma jovem tatuadora que não consegue se tatuar. Há algo de misterioso no fato de a tinta não se fixar em sua pele. Um dia, conhece Lívia, uma restauradora de livros, e desse encontro vai nascer uma relação que mudará a vida de ambas.
Num universo feito de tinta e símbolos, e repleto de referências (de Emil Ferris a Virginia Woolf, de René Magritte a Ana Cristina César, de Carl G. Jung a Paul B. Preciado), Aline Zouvi arma uma teia fascinante em que desejo, sexualidade e autodescoberta se conectam aos mistérios (e possibilidades) do corpo e do inconsciente. Uma história de amor contada com frescor e vitalidade. Afinal, mesmo que não saibamos exatamente qual o caminho, guiados pelo traço destemido e cheio de ternura de Zouvi, estaremos protegidos.
Um quadrinho sobre estar aberta para outras pessoas e para o mundo. Pessoas que se cruzam num universo de tatuagens e livros. Aline Zouvi criou personagens que deixaram saudade por aqui.
Lindo. Sobre amor e família, é arte e destino. Mas sinto que a coisa que a Clarice estava só veio junto com o amor? Ligando o símbolo o com sentido.
Ok ok actually. Estou entendendo melhor como só veio sentido quando a Clarice estava aberta pra Lívia - que não tinha o costume de confiar ou deixar os outros “botar significado” pra ela - conectando arte e palavras.
Totalmente sobre amor. E talvez sobre o poder de se descobrir de outra forma quando você está em um relacionamento.
a história linda e emocionante sobre autodescoberta, sobre arte e sobre amar! amei todos os detalhes de livros nas cenas e as referências, principalmente a comunidade lgbt! tem uma cena em que a livia usa uma blusa escrito "dykes" e eu só consegui pensar que ela é tão legal e que eu queria ser amigue dela! chorei um pouquinho no final e tenho certeza que vou reler novamente no futuro!
Embora tenha algo de Alison Bechdel nesta obra de Aline Zouvi, a graphic novel é bem diferente e original. Gostei muito de ler, e me controlei para não devorar o livro todo de uma única vez. Achei muito interessante os livros retratados nas imagens desta graphic novel.
Gostei da forma como os universos das tatuagens e do livros se entrelaçam, e de como a narrativa lida com questões sensíveis, como saúde mental, gênero e sexualidades, indo muito além dos quadrinhos. Muito bom!!
Lindo livro com uma narrativa envolvente que traz muitos detalhes que são ou mão revelados, isso é o que mais o deixa interessante. Mesmo assim, algumas explorações poderiam ser feitas para fortalecer o laço com suas personagens. Graficamente belo
Achei ok. Romance bonitinho, com uma boa premissa: a tatuadora que não consegue se tatuar. O desenvolvimento poderia ser um pouco melhor. Há diálogos que não resolvem muito e referências a obras que acrescentam pouco à narrativa. O final foi simples e eficaz, fechando bem o livro.
aline zouvi andou para que alison bechdel pudesse correr 💋 excelente história e a arte também é bem bonita. me pegou numa fase meio sensível então confesso que chorei um pouquinho
Lindo lindo lindo Só não deu 5 pq não gosto muito de HQ, mas é bonito demais. História, personagens e desenhos maravilhosos, fora a capa q é simplesmente perfeita (companhia arrasa demais)
"A tatuagem é uma arte que nos fala muito sobre a morte! O desenho que tá na sua pele vai morrer com você." que coisa mais linda! o livro abertamente junguiano! divo demais!