TW: Morte, Segregação
Queria ter encontrado um livro mais vívido emocionalmente, porque sinto que algumas partes ficaram apenas pela apresentação de tópicos, no entanto, acho que há mensagens que ficam claras, tais como a vontade de viver em cooperação e não em concorrência, a sensação de existir sempre uma alternativa e a certeza de ser possível mudar a vida do país se nos formos transformando individualmente. Em simultâneo, é notório que nada é garantido e que há crises profundas que podem comprometer a emancipação. Não sei para onde vamos, mas continuo a acreditar que, por maiores que sejam as encruzilhadas que nos esperam, é possível não vivermos numa utopia.