Eva Barreto vai ser dama de honra no casamento de seu primo com sua melhor amiga e tudo o que consegue pensar é em como está grata a Deus por esse dia e que tudo será perfeito... Até que ao fim da cerimônia, seus olhos recaem sobre um rosto que já não via há muitos anos.
É claro, isso não seria nada demais se por acaso o rosto não pertencesse a Marcos Assunção, aquele que um dia fez Eva conhecer o que significava se apaixonar assim como também descobrir o peso de negar a si mesma. Marcos também se surpreende ao perceber Eva entrando na igreja e suas memórias da adolescência logo são reavivadas trazendo à tona sentimentos que ele um dia acreditou terem se perdido.
Em meio a lembranças, os dois percebem que o que antes os mantinha afastados agora é o maior motivo para estarem perto um do o amor por Jesus Cristo.
💬 Olha, eu confesso que no início fiquei tipo: nossa, que estranho, essa menina realmente devia ser fanática na adolescência. (Na verdade, eu ainda acho que ela exagerava — o que é bem típico de adolescente, né?)
📚 Mas a mensagem do livro é tão linda. Eu amo a forma como a autora engrandece o Pai com suas palavras e como ela conseguiu introduzir tanta fé em um cotidiano simples — um casamento, um evento que muda tudo — de um jeito tão natural.
💔 Só me deu um pouco de vergonha alheia o fato dela ter 27 anos e ainda ser tão desengonçada. Parecia que a idade não encaixava muito bem ali, sabe? Podia ter colocado ela um pouco mais madura, que faria mais sentido na história.