Jump to ratings and reviews
Rate this book

Identidade e Família

Rate this book
De todas as sociedades humanas, a família é a única natural, universal e intemporal. Por isso, este livro lhe é dedicado. Apesar de a sociedade estar em constante mudança e de os avanços científicos obrigarem a uma permanente actualização, existe um conjunto de princípios éticos que não são negociáveis, mas sim intemporais.

Em Identidade e Família, coordenado pelos fundadores do Movimento Acção Ética, duas dezenas de autores dos mais diversos quadrantes da sociedade portuguesa, com estilos e experiências marcadamente diferentes, contribuem para um perfil ético da vida em sociedade, destacando, em particular, a instituição familiar.

«A família é o habitat natural de convivência solidária e desinteressada entre diferentes gerações, o veículo mais estável de transmissão e aprofundamento de princípios éticos, sociais, espirituais, cívicos e educacionais, o elo entre a consistência da tradição e as exigências da modernidade, e, em consequência de tudo isto, a mais eficaz instituição de garantia de coesão do tecido social.»

208 pages, Paperback

Published March 1, 2024

12 people are currently reading
76 people want to read

About the author

Ratings & Reviews

What do you think?
Rate this book

Friends & Following

Create a free account to discover what your friends think of this book!

Community Reviews

5 stars
15 (12%)
4 stars
19 (16%)
3 stars
29 (24%)
2 stars
24 (20%)
1 star
30 (25%)
Displaying 1 - 24 of 24 reviews
36 reviews1 follower
May 14, 2024
Não existe má publicidade. De resto foi a campanha insidiosa e ridícula desde o dia zero, que me levou a comprar e ler este livro.
A censura subliminar de que este livro foi alvo, a campanha mediática de desinformação, manipulação dos media e comentadores de serviço, uma ou outra frase escolhida de forma seletiva e fora de contexto para descridibilizar o livro e seus autores, bem como a tentiva de colar rótulos aos mesmos, por ousarem pensar pela própria cabeça e argumentar o seu ponto de vista em alguns temas tidos como "fraturantes".
De resto, algumas falsas "reviews" que aqui foram deixadas e foram mantidas, sem qualquer argumento, em que insultam, mandam simplesmente para o caralh@ e difamam os coordenadores e autores do livro, com a continuação e único propósito de denegrir e afastar as pessoas do mesmo, mostra bem a importância de o ler e percebe-se bem a cultura censória que já está enraizada no debate público e na liberdade editorial; A importância da pluralidade de opiniões em sociedade, que se recomenda e que de resto este livro é seu apanágio. É isso que diferencia uma sociedade livre de uma autocrática na qual a formatação do pensamento é normalizada e promovida. Nao ia dar nota máxima, mas só por causa da campanha insidiosa e para equilibrar as coisas ficam aqui as minhas 5 estrelas. Leiam um livro antes de criticá-lo, é para isso que existem as reviews.
27 reviews
April 13, 2024
Antes de mais, começo por dizer que este não é o tipo de livro que leio habitualmente porque tenho preferência por ficção. No entanto, o problema do livro começa aí: nem sei muito bem como classificar esta colectânea de textos, pois a sensação com que fico é que se trata da pasta de um professor de português do décimo ano, na qual leva os trabalhos de casa que pediu aos alunos. Este trabalho de casa consistiu numa composição curtinha dedicada ao tema "identidade e família", e como em qualquer turma, há quem escreva francamente mal.

Passada esta primeira impressão, percebe-se que a maioria dos autores nunca viu uma família a sério, talvez nem a sua. A família , tal como alguns indicam, molda a nossa personalidade. Infelizmente para muitas pessoas, a família é fonte de infelicidade e essas pessoas são mais felizes fora do seio familiar. Muitos destes textos apresentam assim uma visão muito redutora do que é uma família. 

Muitos dos autores escrevem de forma extremamente aborrecida, e portanto nem por aí vale muito a pena ler este livro. Noutros livros, podemos notar que o conteúdo é fraquinho, mas o autor escreve de forma a manter o interesse dos leitores. Não é o caso aqui. Há aqui autores que escrevem de forma bastante pedante e propensa a grandes bocejos. A meio do livro começamos a pensar que o livro é sobretudo chato!

Muitos autores citam também o Papa, percebendo -se que só concebem a ideia de família dentro da religião católica. Ora, o nosso estado é laico e existe liberdade religiosa no nosso país. Os autores parecem esquecer que há famílias não católicas, mas que nem por isso deixam de ser uma família.

Entrando um pouco dentro do pensamento individual de alguns autores:
1. João César das Neves refere que a vida doméstica nunca foi tão fácil e agradável, devido à panóplia de electrodomésticos modernos que existem. Achei este parágrafo francamente divertido, pois infelizmente arrumo e limpo a minha própria casa e portanto tenho vasta experiência na óptica do utilizador. Terá o autor o mesmo grau de experiência? Não sei se o autor pretendia fazer comédia ou se foi involuntária. A favor deste autor,  o conteúdo é péssimo, mas sabe escrever português correctamente, tendo até apresentado um pequeno contexto introdutório, que ajudou finalmente a perceber o que é, em teoria, este livro. Não podia ser tudo mau!

2. Há um outro autor que nos diz que só a espécie humana é capaz de relações sociais e de comunicar com a sua espécie. Isto é incorrecto, pois há mais espécies capazes de comunicarem entre si e que estabelecem laços sociais, ainda que só a nossa espécie tenha desenvolvido linguagem, que saibamos. 

3. Pelo meio, há alguns autores com textos racionais, mas infelizmente para o livro como obra literária, isso não o torna num bom livro. Na verdade, fica a ideia que os textos de Manuela Eanes, Guilherme d'Oliveira Martins, Raquel Brízida Castro ou Margarida Cordo podiam ser artigos de opinião num jornal, e escusavam de estar aqui com os restantes textos, pois destoam (pela positiva).

4. Neste livro não falta até um autor que se inspira bastante em Fernando Pessoa, terminando com a frase: "falta cumprir Portugal". O poema de Pessoa não era exactamente igual, mas terminava com "falta cumprir-se Portugal". Não se percebe tal figura de estilo... Causou-me novamente o tal dejá vu a Português do 10o ano.

5. O último texto é de Paulo Otero e confirma-se que faz o bingo do preconceito: reclama sobre casamentos do mesmo sexo, imigração, famílias monoparentais, adopções por uma pessoa apenas, etc. Neste texto notei o pormenor engraçado de Paulo Otero se citar a ele próprio. Nada como fazer uma citação de um texto nosso para apoiar o que estamos a dizer. Achei um recurso muito bem pensado. Já as ideias que Paulo Otero advoga, parecem de 1924 e não de 2024.

Finalmente, folgo em dizer que não paguei por este livro. Está disponível na minha assinatura Kobo plus e isso é mesmo o mais positivo desta leitura. 

Li o livro devido à celeuma que o mesmo causou,  para poder opinar com conhecimento de causa, mas foi tempo perdido. Não justifica sequer a polémica. Como livro, é bastante fraquinho. A nível de ideias, não traz nada de novo, nem sequer uma boa atrocidade intelectual. Tendo feito o esforço de ler o livro, recomendo vivamente que não se metam nisto. Não vale mesmo a pena.
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for CCB.
76 reviews63 followers
January 8, 2025
O livro que ninguém leu: muita celeuma pouco justificada, como eu já desconfiava. Muito se falou e esbracejou em detrimento deste livro, e ainda antes de chegar aos escaparates já tinha sido vetado à sarjeta do fascismo e ao opróbrio do cheiro a mofo.
O que na verdade se verifica depois de concluída a leitura, é que porventura muito poucos dos acérrimos críticos leram efetivamente o livro mais do que um mero passar os olhos na diagonal enviesado: não parecem, pelo menos, ter lido com honestidade intelectual. Se isto chega para incendiar os círculos mainstream progressistas e liberais, e até dá direito a um livro resposta - que para já não irei ler porque até eu tenho os meus limites - mal vai o mainstream.
Para quem seja apreciador dos filósofos e pensadores conservadores e cristãos do nosso tempo e de outros, como é o meu caso, esta coletânea de pequenos ensaios (se quisesse ser cruel, chamar-lhes-ia vinhetas) não será muito mais do que o afirmar do óbvio, o coligir de várias premissas que são antigas e evidentes para qualquer carácter conservador. Isso não é necessariamente negativo, é sempre bom voltar aos básicos, mas sabe a pouco e não chega.
O elenco de organizadores e autores, na sua maioria, merece-me a maior estima e admiração, e por isso lamento o exercício resumido e demasiado simplificado a que se propuseram.
Com certeza servirá porventura a iniciados em leituras dos conservadores, e serve o seu propósito de ser sempre proveitoso regressar aos básicos fundamentais em tempos conturbados. Identificar a defesa da família como núcleo essencial da sociedade e como instituição fundamental que precede o Estado (em ordem temporal e de importância) é um pilar fundamental da consciência conservadora, mas dar o passo seguinte e ter a coragem moral e o rigor científico de apresentar e nomear os problemas concretos que se apresentam, e propor uma linha conscienciosa de pensamento para enquadrar estes problemas é (ou era, ou seria) o que eu pedia enquanto leitora.

A título de exemplo, destaco um dos textos em que notei maiores oportunidades de melhoria e maior perda de oportunidade de solidificar uma argumentação: o texto sobre a defesa da manutenção da realidade biológica da concepção como contexto privilegiado e preferencial para educar e gerar crianças, e por isso como modelo familiar default por excelência. Podia ter aproveitado a oportunidade para bradir as maiores armas argumentativas que a realidade biológica tem a seu favor neste tema: as estatísticas (são sobejamente conhecidas pela ciência as consequências negativas de crianças serem separadas dos seus cuidadores primários geneticamente relacionados), a biologia e a psicologia evolutivas, ciências que amplamente documentam esses fenómenos, e os argumentos da moralidade judaico-cristã.

Em vez disso, a autora segue por uma argumentação do campo dos sentimentos e das afirmações vagas sobre as dimensões psicológicas e emocionais da maternidade e da paternidade, que apesar de serem verdadeiros e bem-intencionados, não convencem ninguém.

Um outro aspeto que me desagradou profundamente ao ler o livro é o constante pedir de desculpas por existir, defeito comum aos conservadores de hoje num país como Portugal. Não espero destes autores que escrevam constantemente a fazer vénias aos que os irão criticar, constantemente a afirmar "sabemos que isto não é popular" "sabemos que iremos ser criticados". É inútil e não os (nem nos) dignifica, é chover no molhado. Já sabemos, assumamos as nossas convicções e sigamos em frente.

Destaco os textos brilhantes de Jaime Nogueira Pinto, Pe. Vasco Pinto de Magalhães, Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada, Pedro Vaz Patto e alguns outros.

No fundo, é um compêndio de temas introdutórios a uma reflexão política conservadora contemporânea sobre os temas da moralidade de costumes e da família, mas perde uma oportunidade de ouro para falar diretamente para as consciências conservadoras de hoje em dia, marcar a agenda, delinear o esqueleto moral do pensamento e servir como instrumento para os próximos passos.
Much ado about very little, infelizmente.
Profile Image for Sara.
21 reviews4 followers
April 16, 2024
Um livro fraquíssimo. Li-o por curiosidade depois de toda a polemica.
Os vários textos assentam na premissa de que a família é um lugar feliz e seguro, um conceito “perfeito” de onde vimos todos nós. Ignoram portanto a existência de famílias tóxicas, famílias onde não são transmitidos valores nem segurança.
Ademais, todos os autores fazem críticas e retiram conclusões sem nunca fazer prova daquilo que dizem - por exemplo, alegadamente com a “desculpa de se proteger minorias e defender temas como a igualdade racial e social, o feminismo, os activistas limitam a liberdade de expressão, pessoal e artística e ameaçam a ordem social tal como a conhecemos”. Mas como? E porque? Em que argumentos se baseia esta teoria? Pois, não sabemos, porque a autora não nos explica.
São páginas e páginas de um amargurado desdém contra muita coisa mas não passa disso.
Profile Image for Ana Castro.
340 reviews150 followers
June 28, 2024
Identidade e Família

Talvez não me tivesse interessado ler este livro .
A polémica à volta do mesmo e depois os comentários hostis e até ordinários que ouvi quase me obrigaram a ler .
Até aqui no Goodreads há reviews absurdas de gente que talvez nem tenha lido o livro .
São vários os temas, várias as sensibilidades dos autores e por isso é difícil fazer uma classificação do livro .
Concordo com a maioria dos temas e ficou-me entre muitas esta frase :
…..”da saúde e da coesão da família depende a saúde e coesão da sociedade “
Profile Image for Fábio.
41 reviews
June 15, 2024
Aqui estou, Manuel Acácio...

Parti com expectativas baixas para o livro, mas p ue pariu se substimei a capacidade desta gente de escrever merda.
Mas, salvam-se 2 ou 3 ensaios que na verdade são interessantes, são excepções que se limitam a escrever bom senso, sem paranóias ideológicas.

Começamos a Introdução com um grande autoflaccio, onde nos diz que gostam de coisas boas e não gostam de coisas más. Depois deste prêambulo infantil, a mangueira começa a jorrar merda.

A importância da família é inegável (tanto que ninguém, além das vozes da cabeça dos autores o nega). Porém é falso que seja historicamente imutável, erro cometido logo nos primeiros parágrafos, fácilmente evitado com uma pesquisa no google. A menos que se reduza a familia ao ato sexual de procriar, há uma ampla série de artigos de Universidades de Direito, sociologia, História etc que desmente esta premissa. Continua-se a colocar caracteristicas benignas à familia (porque não há órfãos nem familias desfuncionais, todos temos que aceitar estes pressupostos para o livro sequer poder ser lido).

A Cereja no topo do bolo, como não podia deixar de ser, é o ataque à escola Pública. Ora, os velhos inimigos imaginados pelos nosso cavaleiros do apocalispse estão enraizados na escola e querem acabar com a família. Pasme-se, o direito dos pais em educar os filhos tem limites, e o dever da escola é estar-se a cagar para o que os pais ensinam em casa (Nunca leram nenhum pedagogo, evidentemente, para referência futura considerem Michael Young).

Ora, a "ideologia de género" espectro transversal a todo o discuro idológico deste campo, é explicado como sendo a ideia de separar género e sexo, e acusando de ser anti-ciência. Mais uma vez, basta abrir o google para ler sobre o assunto, por exemplo, na faculdade de medicina de Yale.

A escolha de identidade sexual (designado de ideologia de género) é supostamente totalitário e de pensamento único (porque imposições normativas são mais libertadoras evidentemente).

Ora no primeiro capitulo, onde navego, já temos a contestação ao conceito de "divórcio na hora" (assumo que o autor queira burocratizar o divórcio, afinal, a senhora que sofre de violência doméstica tem que tirar senha e apresentar o impresso 6A na repartição dos bons costumes antes de poder viver a sua vida de forma livre, consciente e livre de paternalismo).
Mais uma vez o autor volta a atacar a escola (conveniente), e mais uma vez é dito que a família está a ser atacada (frase colocada na forma passiva, sem nenhum verdadeiro autor ou responsável por esse ataque, apenas o velho "eles").

Pasme-se ainda, que após uma citação do Papa Francisco, o autor sente-se confortável para citar o cardeal Robert Sahara, líder da fação conservadora dos cardeais desde que Raymond Burke foi de vela por ser intriguista.

O restante do livro chega a ser massador de tão repetitivo. Mas temos o "Bingo" das teorias da conspiração, o medo do conhecimento escolar, et all. É um livro escrito somente da perspetiva de famílias priviligiadas.
Curiosamente, a visão sobre o trabalho é até boa... ai se não tivessem batido com a cabeça quando nasceram e tivessem lido Fisher...
Profile Image for Joana.
320 reviews15 followers
April 29, 2024
Este livro reúne um conjunto de textos de pessoas mais ou menos conhecidas, de várias áreas do saber. Não descartando o conhecimento que os "autores" podem ou não ter nas suas respetivas áreas, ficou claro que, no que toca a democracia, evolução (das espécies e dos tempos), moderação e até tolerância (uma palavra que gostam muito de usar nesta edição) e respeito sabem muito pouco.

A partir daqui os spoilers são por tua conta e risco.



Na minha modesta e livre opinião, nem sequer chamaria livro a isto... parece-me precisamente que alguém teve uma ideia, lançou os tópicos e enviou a meia dúzia de amigos que, pegaram nos tópicos, em alguns casos atribuíram numeração a esses tópicos, escreveram meia dúzia de palavras (ou, no caso do outro, vomitaram uma data de palavras caras) e enviaram de volta num documento word que a editora pegou, compilou e lançou para o mercado.
Profile Image for André.
Author 4 books77 followers
May 1, 2024
Três ideias simples para não dar mais atenção a este conjunto de opiniões do que merece:
- os organizadores claramente têm a intenção de acender uma guerra cultural contra a chamada "ideologia de género", o que se nota não só pela forma como se propagandeou o lançamento como pelo conteúdo dos seus textos;
- há pessoas que provavelmente nem tinham noção do envelope em que os seus textos iam ser colocados, o que se nota não só pela dissonância de tom mas pelo próprio conteúdo, cuja leitura chega a ser oposta a ideias esplanadas largamente no resto do livro;
- editorialmente esta "obra" é um absurdo, junta desde composições de nível escolar a enumerações bibliográficas, de propostas políticas a esboços de discursos de quem sabe não ter quem o ouça.
Não deixemos que esta coletânea sirva para nos pôr às cabeçadas sobre temas que não o justificam, não assumamos a defesa dos espantalhos que estas criaturas inventam para justificar o ranger das suas camas, foquemos as atenções, social e politicamente, na democracia madura em que queremos viver.
Profile Image for Maria João Pupo C.
12 reviews2 followers
June 9, 2024
Diversos pontos de vista sobre a família e a sua importância na sociedade. Numa Era onde perpétua o sectarismo e a polarização, este livro (re)lembra os conceitos básicos e primordiais transversais ao ser humano, apresentando o conceito de família como a primeira sociedade natural, titular de direitos próprios e originários, estando no centro da vida social.

A família precede, por importância e valor, as funções que a sociedade e o Estado também devem cumprir. Esta contribui de modo único e insubstituível para o bem da sociedade como primeira escola das responsabilidades sociais e da solidariedade.

Não se trata de um livro dogmático, nem impositivo. Mas sim de um colecta de opiniões e vivências de cada um dos autores que, através de palavras simples, elucidam o leitor acerca da sua visão sobre o papel da família na sociedade e na formação da sua identidade.
Profile Image for Ana Isabel.
24 reviews1 follower
May 26, 2024
Infelizmente este livro cheira mesmo a bafio como li num artigo. Li para perceber se as opiniões de alguns jornalistas estavam fora de contexto… não. O único artigo que recomendo é o da Manuela Ramalho Eanes. A maioria dos artigos fala da família tradicional, mas o que é isso da família tradicional? A f a m í l i a ponto. Cada um tem a liberdade de construir a sua família e muitas vezes é a família possível… para mim e para muitas pessoas do mundo creio que a família é um dos valores mais importantes da vida, mas sabemos que para uma grande parte da população não o é pelos melhores motivos… Mais tolerância e respeito pela diversidade por favor 🙏
4 reviews
May 2, 2024
Enganam-se aqueles que procuram neste livro um tratado sobre as doenças da família. Não o é, nem procura ser. É a afirmação, de diversos pontos de vista, conforme os seus autores, da importância da família na sociedade. Numa altura de extremismos e ódio contra tudo o que seja tradicional e natural é duma grande importância voltar ao básico. Afim que os portugueses possam continuar a existir neste mundo.
Profile Image for Diogo Jesus.
255 reviews3 followers
October 24, 2024
The different texts here are collected to answer in different ways but in a similar fashion a very important question: what's the place of family in today's world? That would be the best pro for the book. This is a debate that has to be had, from my point of view.
Nonetheless the answers are poor. More or less conservative the texts are not part of a whole (where are the editors?) and some are not well written. One of the best written ones (from what I remember) is João César das Neves's.
Profile Image for Helena Morais.
16 reviews
June 20, 2024
Não foi uma desilusão, sendo que já me encontrava preparada para o conteúdo.

Nem sendo religiosa, concordo com 1/3 do que está escrito neste livro, aliás abomino.

O papel da família é muito importante sim. Mas não nestes moldes hitlerizados por alguns autores deste movimento.

O respeito deveria ser a base de toda e qualquer discussão. Pode não se concordar, mas sempre respeitar.
Servindo isto para casais heterossexuais ou homossexuais, famílias com pai e mãe e mono parentais.

Também neste livro arrisco a referir que a mulher é vulgarizada no século XXI, como se do século passado se tratasse tal tema.

Mais uma vez entra o respeito. Uma mulher é livre de sonhar em ser dona de casa (desde que por vontade própria) e de se dedicar aos seus filhos a tempo inteiro…mas uma mulher também é livre de ambicionar uma carreira de sucesso e conquistar as suas próprias coisas. Nunca sobre alçada do virilismo masculino.

Hoje o respeito existe porque houve guerras e momentos na história para que o mesmo fosse possível e por esse motivo devemos absorver, analisar e decidir as nossas ações com consciência, não nos deixando afetar por tudo o que lemos.

Deus fez o homem para ele Amar o Próximo como a si mesmo.

Se não há ato mais bondoso do que Amar o Próximo, não estamos a fazer nada neste mundo. Somos completamente inúteis.

Fica a reflexão
Profile Image for Madalena.
202 reviews
Read
May 11, 2024
Li para poder formar uma opinião informada, mas, de facto, não mudou a minha suspeita.
Com enormes disparidades a nível de escrita e de tom discursivo, este livro baseia-se num conjunto de ideias complemente ultrapassadas e até ridículas. Identidade e família, para a maioria dos autores, serviu como uma oportunidade de expressar publicamente a sua homofobia, o seu privilégio.
Tenho que dizer que nem tudo foi mau, como é natural, mas os poucos textos que realmente me deram prazer de ler (porque não eram aborrecidos ou porque não me enervaram) perderam-se no meio de tanta estupidez.
Não posso também deixar de mencionar que, apesar de ser crente e praticante, surpreendeu-me a quantidade de referências à igreja, à Bíblia, ao Papa, feitas neste livro. Claro que não estou a falar do texto de Manuel Clemente ou dos outros sacerdotes.
Profile Image for António Neves da Costa.
4 reviews
September 19, 2024
Se não tivesse lido o livro, acreditaria que muito do que foi dito, mal e sem essência, como verdade.

Porém a curiosidade é terrível e o sentimento de desconfiança é ainda maior.


Este livre não ataca minimamente grupos mas sim reforça os valores intrínsecos na Família que tanto estes participantes falam.

Que a família é o primeiro ambiente social que participamos,
Que as mães tem um papel muito importante na determinação de identidade pessoal dos seus filhos;
A importância dos avós, o perigo do individualismo, o Estado sobre a educação, as ajudas a todas famílias (todas), e I.A.? Fiquei surpreso no fim.

Desiludido com o fato de não achar aquilo de tanto falaram,
Surpreso por ter sido uma leitura que toda as pessoas, em vários pontos, iriam concordar.


Mas sendo justo, agora temos de ler o livro de Joana e Maria.
Recomendo,



Profile Image for Edna Loureiro.
35 reviews10 followers
May 5, 2024
(adquirido com o intuito de ler para poder fazer uma crítica justa)

Livro com uma coletânea de "crônicas" sobre o papel da família na sociedade, com carácter assumidamente católico, não fossem diversas as referências à bíblia e ao Papá Francisco.
Alguns textos insuficientes e com nenhum "sumo" a retirar, enquanto outros me pareceram "um conversa de café" de domingo à tarde.
Claramente radical e com pensamentos desactualizados.
Um livro de auto-ajuda sobre o papel da família, não fosse um livro editado por uma das chancelas da Leya.
Fraco em termos de conteúdo e atrevo-me a dizer: um livro desnecessário no século em que vivemos.
Profile Image for Gaspar Queiroz.
11 reviews1 follower
June 21, 2024
Alguns autores submeteram artigos interessantíssimos, os restantes são generalistas na defesa da importância da familia na vida individual e comunitaria, esquecendo que ninguém é contra isto e perdendo as nuances que de facto motivam as divergências actuais.

No seu todo o livro é interessante
7 reviews
August 2, 2024
Face ao mundo atual, este livro alerta magistralmente para os perigos que as famílias enfrentam. Faz refletir profundamente sobre conceitos que se estão a perder, defendendo sempre valores e princípios éticos que deveriam ser inerentes a toda a humanidade.
1 review
April 10, 2024
Como é possível no século 21 ainda estarmos a ter este tipo de conversa. Este livro é um banho de homofobia, racismo e machismo.
Profile Image for Francisco Silva.
7 reviews
September 29, 2024
A criação da identidade, passa inequivocamente pela familia.
Mas não de uma forma ultraconservadora como é exposta.
5 reviews
July 21, 2024
A quantidade avassaladora de propaganda nos media e redes sociais deixou claro que este era um livro que feriu suscetibilidades e que foi contra o que hoje é considerado politicamente correto.

Hoje vivemos na sociedade do politicamente correto em que a opinião correta é decidida e transmitida pelos media a comando das elites que controlam os media (e indiretamente pelas elites dos EUA/UE). A humilhação dos autores na praça pública não teve qualquer cabimento assumindo que todos os críticos têm opinião própria e soberana.

Concordo com a grande parte do que é falado no livro e tenho dificuldade em entender as pessoas que destrataram os autores por publicarem as suas ideias.

Mesmo que alguém discorde de tudo que é escrito não há razão para tentar “cancelar” os autores. Afinal vivemos numa sociedade livre certo? (Os críticos do livro não acreditam na liberdade de expressão ou a reação deles não tem explicação)

Tenho a certeza que 99.999999% dos críticos do livro não o leram porque é inexplicável uma pessoal com sentido crítico próprio ler o livro de forma imparcial e racional e ter uma reação tão extrema.

As críticas que vi referiam 2 ou 3 passagens do livro sem qualquer contexto que foram escolhidas para propagar a opinião negativa que as pessoas devem ter sobre este livro.

Dou 3 estrelas por estas razões:
Muito repetitivo na mensagem. O livro queria comunicar 3 ou 4 principais ideas e 90% do conteúdo anda à volta de apenas isso;
Demasiados autores que na mim opinião é a causa da primeira razão;
Autores parecem ter todos ideologias muito parecidas o que não é de surpreender devido ao facto de o livro ser escrito pelo MAE. Mesmo assim, gostaria que houvesse mais perspectivas diferentes de pensamento e mais variedade nos argumentos;
Todos ou quase todos os autores parecem estar relacionados à igreja. Isto na minha opinião é um ponto fraco do livro porque as ideias principais do livro fazem sentido mesmo sem envolver religião;
O facto de haver tantos autores e as partes serem completamente isoladas significa que nenhuma ideia é discutida em profundidade;
Quem lê os primeiros 5 capítulos/partes já leu 80% do conteúdo do livro por causa das razões acima;
Houve na minha opinião 2 partes horríveis:
A parte entitulada “Autencidade e compromisso” que parece que foi escrita com o objetivo de usar o máximo de “palavras caras” possível de forma a impressionar alguém - se eu fosse um dos coordenadores do livro tinha rejeitado este artigo e pedido para reescrever,
Penúltimo capítulo - na conclusão do livro fala-se da Inteligência Artificial como um dos assuntos de destaque do livro, mas só as últimas páginas do livro falam de IA. Para além disso também discordo da grande maioria do que o autor escreveu. Fiquei com a impressão que O MAE decidiu incluir uma parte sobre IA porque esse era a moda do momento em que o livro foi lançado e que só foi acrescentada para ajudar a vender o livro. Ou seja, não faz sentido incluir este tema.
Displaying 1 - 24 of 24 reviews

Can't find what you're looking for?

Get help and learn more about the design.