I was born in Dublin, Ireland, and studied English Literature at Trinity College, Dublin, and Creative Writing at the University of East Anglia, Norwich. In 2015, I was awarded an Honorary Doctorate of Letters by UEA.
I’ve published 14 novels for adults, 6 novels for younger readers, and a short story collection. The Boy In The Striped Pyjamas was a New York Times no.1 Bestseller and was adapted for a feature film, a play, a ballet and an opera, selling around 11 million copies worldwide.
Among my most popular books are The Heart’s Invisible Furies, A Ladder to the Sky and My Brother’s Name is Jessica.
I’m also a regular book reviewer for The Irish Times.
In 2012, I was awarded the Hennessy Literary ‘Hall of Fame’ Award for my body of work. I’ve also won 4 Irish Book Awards, and many international literary awards, including the Que Leer Award for Novel of the Year in Spain and the Gustav Heinemann Peace Prize in Germany. In 2015, I was awarded an Honorary Doctorate of Letters from the University of East Anglia.
My novels are published in 58 languages.
My 14th adult novel, ALL THE BROKEN PLACES, a sequel and companion novel to THE BOY IN THE STRIPED PYJAMAS, will be published in the UK on September 15th 2022, in the US and Canada on November 29th, and in many foreign language editions in late 2022 and 2023.
Um conto que relata a historia de um soldado que recorda momentos da sua vida, relembrando o Natal com a sua família amigos. Reunido com os seus companheiros recebe que naquele dia por ser Natal tem um dia de folga. Hawk teme a vida mas tenta aproveitar aquela época feliz observando os fogos de artificio e uma mesa recheada de comida.
Acho que essa é uma das histórias de Natal mais inusitadas que já li. O cenário por si só já foge completamente ao que se espera de um conto natalino: nosso protagonista é um soldado vivendo um dia de folga em plena Primeira Guerra Mundial e refletindo sobre a vida, o cotidiano das trincheiras, a desesperança trazida pela guerra e o medo de que ela nunca acabasse, além das lembranças de seus natais anteriores. Não espere por uma virada surpreendente, por acontecimento marcante, por algo emocionante que traga esperança ao protagonista e seus companheiros de acampamento. É uma história bastante curta e bem melancólica, boa para quem procura por algo diferente do que está acostumado a ler entre tantos contos temáticos de Natal.
O conto de John Boyne é de uma ironia afiada. Pequenos e grandes vícios, ideias e atitudes maldosas se dão em plena época natalina, durante a Primeira Guerra Mundial! Boyne não trata o conflito com reverência. O sofrimento dos soldados se torna patético, absurdo. O campo de batalha está cheio de homens mais preocupados com o estado de suas meias do que com as intenções do inimigo.
Eu ainda fico desconcertada pela facilidade que tenho em ler John Boyne. A escrita dele simplesmente dá match instantâneo comigo. E, mesmo esse conto tendo míseras 8 páginas, ele me fez sentir coisas que livro de 500 páginas não foi capaz.
Eu não vou falar que entendi absolutamente tudo o que ele quis passar com esse conto, porque sinceramente acho que seria impossível qualquer um entender tudo e tanto. Na minha humilde opinião, só Boyne entende verdadeiramente o que esse conto representa. Senti que a essência dessa história veio de algo pessoal demais pra ser transmitido pra um leitor e, estranhamente, também senti uma enxurrada de empatia pelo autor.
O final me pegou forte. Não é o tipo de final que você pensa “ok, esse é o final”, bem pelo contrário, o final parece ser o começo de uma história que aparentemente jamais saberemos como realmente termina. Doeu um pouco, confesso. Senti uma ironia e um conformismo no personagem que partiu meu coração e tudo o que eu precisava era um pouquinho mais, pra saber que tudo ficou bem, mas não tive.
Eu realmente gostei do conto, só não dou nota máxima e favorito porque acredito ser injusto com os outros livros que conseguiram esse feito com bem mais de 8 páginas. Mas fica aqui a minha recomendação tanto do conto quanto de qualquer livro do autor.
Apesar de serem poucas páginas, o autor soube aproveitá-las. O final não é algo que te deixe de boca aberta, mas é satisfatório. Serve mais para refletir, sabe? Para encorajar os leitores a dar valor às pequenas coisas da vida. Não é uma narrativa natalina à qual estamos acostumados: é melancólica e triste. Mas, não há como relatar um feriado de Natal para os soldados que estavam à serviço na Primeira Guerra Mundial de outra maneira, pois essa era a realidade, talvez até bem mais pesada do que retrata o livro.
Eu vi muita gente criticando o livro pela linguagem um tanto "suja", digamos assim. Mas, nesse sentido, eu penso o seguinte: você não pode esperar que soldados em plena guerra se tratem e ajam entre si com muita formalidade. Sem falar que a linguagem nem é tão suja assim, acho até um exagero criticar a obra por esse fato. O modo de vida que estão levando não é fácil: é triste, estressante, desestimulador e amedrontador. Quem vai pensar em cordialidade em tais momentos? Então, acredito que o autor quis retratar exatamente o que acontece ali e é de se esperar que ele utilize uma linguagem que combine com o enredo.
Cheguei a este conto quando procurava sugestões de leitura para o encontro de dezembro Clube de Leitura da biblioteca onde trabalho.
John Boyne é ótimo em escrever histórias que acontecem no período de guerra. Aqui, acompanhamos a véspera de Natal de um jovem inglês que está nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial. Em seu dia de folga, ele relembra os Natais passados junto à família.
Por se tratar de um conto, é super rápido de ler. E fácil também. É uma história melancolicamente bonita que trouxe lembranças das festividades em família e tradições de Natal. Me fez refletir sobre o que significa Natal para mim, hoje, e o que um dia já significou.
Amo John Boyne, favoritei todos os livros que li dele mas faltou algo nesse conto. Ele acaba abruptamente... tudo bem que é bem curtinho mas fiquei com a sensação de que foi abandonado sem uma conclusão.
Achei que teria alguma coisa a ver com o fim do ano, e de certa forma até teve. Mas em oito páginas, tratar de forma tão cruel em pouco trechos sobre a homossexualidade… não estava preparado. Fala tanto de tanta coisa e ao mesmo tempo, não aprofunda nada.
O Natal na Guerra Bela descrição dos sentimentos que se misturam e confundem um soldado no dia de Natal. A parte da guerra e da violência na vida do homem. Leitura agradável.
Esse conto foi bem ruim. Talvez a única coisa que o faça valer a pena seja o fato de foi de graça; Em geral, só me ajudou acrescentando um "livro" para o meu 2017 Reading Challenge, sendo uma leitura tão rápida.
O breve conto mostra uma singela parte dos traumas da guerra pelos olhos do jovem Hawke, que passou o dia ansioso para apenas poder usar as meias novas que sua mãe lhe enviara. É véspera de Natal e seu batalhão tem um dia de folga, mas Hawke não quer dormir ainda, pois acordaria no meio da noite. Através de um rápido passeio acompanhamos seus pensamentos do que está por vir, assim como lembranças da guerra que vivem e também de sua família, das ceias de Natal e toda uma perspectiva de vida sem imaginar tamanha destruição pela frente.
É um bom conto, com um final magistralmente triste e lindo. Gostaria apenas que tivesse mais algumas poucas páginas, para poder me afeiçoar mais aos personagens.
O que me desagradou é que 42% do e-book são propagandas de lançamentos da editora. E eu entendo que ele é disponibilizado gratuitamente para uso dessas propagandas, mas achei um exagero completo.
Um conto curto que acontece muita coisa ao mesmo tempo, na mesma hora do presente o personagem volta em pensamento ao passado dele com memórias bem aleatórias. Muita coisa acontecendo. Eu reli este conto e na primeira vez achei muita coisa acontecendo e senti a narrativa pesada, agora com a releitura, continua tendo muito coisa acontecendo mas com a narrativa meio que sem profundidade ou motivos válidos (se é que dá pra entender kkkkkkkk). Eu não esperava por uma confissão infantil perturbadora nessas páginas, realmente é perturbador. Parece que Hawke naquele descanso de véspera de Natal queria relembrar momentos pra ver se valia a pena tê-los ou só porque estava exausto e não sabia como aproveitar seu Dia de Folga. Confesso que de fato não entendi o conto se parar para pensar em tudo descrito. ________________________________________________
Meu primeiro contato com John Boyne pela literatura (outro só filme, o que achei perturbador).
Para lançar isso, mesmo que de graça, era melhor não tê-lo feito. Estranho, sem um propósito, com algumas palavras vulgares sem necessidade alguma... Não é péssimo, mas não gostei. Esperava bem mais.
2,5 estrelas para esse conto, porque além de esmigalhar os meus sentimentos, não teve nenhuma função nesse mundo de Deus. Final mais "WTF?!" de todos os livros de John Boyne que já li. Não recomendo a leitura.
Um conto de Natal...humm, estranho, no minimo. Nem sei bem o que dizer sobre ele. Não percebi o propósito da narrativa, infelizmente. Foi ok. Nada mais.