A extraordinária e comovente história veridica da sobrevivente do holocausto Hedy Epstein, A Menina no Vento.
Numa pequena e tranquila cidade alemã, há uma menina como muitas outras. O seu nome é Hedy e vive no seio de uma família cheia de amor. Mas, um dia, na escola, o professor aponta-lhe uma arma à cabeça e diz-lhe para sair e nunca mais voltar. Hedy é judia, e estamos no dia depois da Noite de Cristal, 10 de novembro de 1938. Por sorte, os pais conseguem pô-la num comboio com destino a Inglaterra. Eles ficam para trás.
Oito anos passam, começam os julgamentos dos criminosos nazis, e há uma menina que chega a Berlim. Hedy está de regresso ao país e quer ajudar a condenar os médicos nazis que conduziram experiências desumanas nos campos de concentração. Há vinte e três acusados e ela não vai poupar esforços. Porém, Hedy tem também outra missão, tão ou mais difícil e dolorosa: perceber o que aconteceu aos pais, cujo rasto se perdeu nos portões de Auschwitz. No vento, aquela menina parece escutar os lamentos e a tristeza dos que mais ama, e ela é, também, filha dele. Hedy não vai descansar até aquele vento serenar e a dor poder, por fim, não ser esquecida, mas começar a curar.
«Esta é a história de quando eu era uma menina no vento, para que nunca mais nenhuma criança possa sentir-se culpada por apenas existir.» Hedy Epstein
È un libro che fa pensare.....un libro che pesa sulla coscienza di molti......chi ha eseguito e chi ha girato la faccia da un'altra parte.....consigliato....
3,5* A história verídica de Hedy Epstein, uma das crianças enviadas para Londres, durante a II Guerra para se salvarem, e que voltou à Alemanha na tentativa de encontrar os seus pais e fez parte da investigação da provas em arquivo, para o processo de Nuremberga
Não foi o que eu estava a espera, principalmente o final. Estava a espera que ela encontrasse os pais mortos ou vivos mas que os encontrasse. Achei que a parte dos tribunais foi uma parte bem chata mas o último que foi o decisivo nem foi assim tanto. É um livro bom para quem gosta de história claro, quem quer saber mais das experiências que foram realizadas na 2 Guerra Mundial e para quem gosta de tribunais. É um livro que se lê rápido se não fores como eu que demoro IMENSO a ler. Btw isto é a minha primeira book review por isso não julguem.😃
This entire review has been hidden because of spoilers.
Un libro interessante, commovente, coinvolgente ed emozionante nonostante la sua drammaticità. Mi ha colpito la storia personale di Hedy Epstein, donna straordinaria che grazie a lei ho scoperto incredibili episodi di un periodo storico della seconda guerra mondiale e il processo di Norimberga sui crimini di guerra. Un libro imperdibile, consigliatissimo.📚
This entire review has been hidden because of spoilers.
Il bel titolo è fuorviante: nel comune senso che viene da Guccini NON c'è nessuna "bambina nel vento" in questo libro; di certo non è così definibile Hedy Epstein, di cui gli autori propongono la storia personale, mescolata con alcune pagine del processo di Norimberga: una storia, tra tante ben più coinvolgenti, piuttosto marginale nella tragedia dell'Olocausto.
Un pezzo di Olocausto e di storia raccontato in modo diverso da quello a cui siamo abituati. Tratto da una storia vera. Un racconto a tratti cruento, ma diversamente non potrebbe essere visto quello che è successo. Si avverte in tutto e per tutto il disagio, la rabbia della protagonista. Il suo desiderio di scoprire la verità e di fare finalmente giustizia.
3,5* A história verídica de Hedy Epstein, uma das crianças enviadas para Londres, durante a II Guerra para se salvarem, e que voltou à Alemanha na tentativa de encontrar os seus pais e fez parte da investigação da provas em arquivo, para o processo de Nuremberga
Uma perspetiva diferente, neste caso, de uma jovem que não perdoa os alemães pelo que aconteceu à sua família e aos judeus em geral. Relata, em particular, o seu envolvida, como pesquisadora, no julgamento dos médicos, em Nuremberga.
"La bambina nel vento" è un libro delicato e malinconico. Racconta la perdita e il ricordo attraverso la scomparsa di una bambina. Un'indagine emotiva, non un thriller, che tocca l'anima con la sua atmosfera sospesa.
“A menina no vento” de Luca Crippa e Maurizio Onis retrata a história verídica de Hedy Epstein, uma sobrevivente do holocausto.
Hedy Epstein uma criança judia, numa pequena cidade alemã que a 1o de novembro de 1938, o seu professor, na escola, aponta-lhe uma arma à cabeça e diz-lhe para sair e nunca mais voltar.
Os pais de Hedy conseguem colocá-la a salvo num comboio que a levará a Londres, mas não conseguem fugir.
Passados 8 anos, Hedy regressa para descobrir o que aconteceu aos seus pais e para fazer parte das equipas de preparação dos julgamentos dos criminosos de guerra.
Será que vai descobrir os pais?
PONTOS FORTES:
-escrita muito emotiva
-holocausto
-experiências médicas nos campos de concentração
-história de coragem e luta
-relato duro
-Julgamentos de criminosos de guerra
PONTOS FRACOS:
-Nada a registar
Este livro tocou-me profundamente, adorei. Apesar de ser uma história verídica, está escrito de uma forma que parece um romance, mas sem deixar de se sentir como real. Fartei-me de chorar.
Je ne sais pas pourquoi, mais en ce moment je repensais beaucoup à ce roman. Et j'avais envie de vous en reparler. L'actualité des derniers jours a été comme un signe.
Alisa et sa famille vivent paisible et heureux à Kiev en Ukraine jusqu'à ce qu'un jour son pays soit attaqué par les Russes et qu'elle soit obligée de fuir les bombardements.
Qui aurait pu croire que l'horreur se produirait si proche de nous ? On sait tous que des tas de pays sont en guerre et pourtant c'est comme si dans les médias ça n'existait pas.
Voilà bientôt un an et demi (1 an et 4 mois) que la guerre en Ukraine a débuté et qu'on suit l'évolution devant nos écrans pourtant la réalité est encore plus sombre que notre imagination se le permet.
Avec cette narration, les deux auteurs italiens tentent de nous partager ce que vivent ces milliers de foyers qui ont dû tout quitter du jour au lendemain, ses familles décimées qui tentent d'obtenir des informations sur leur proches...
C'est un roman bouleversant car il s'appuie sur de véritables témoignages récoltés auprès des éxilés. C'est dur à lire mais aussi porteur d'espoir, c'est fort et beau à la fort. Ce n'est pas que dramatique, il y a de l'empathie, de la générosité, du courage, de la douceur, de la poésie, de la résilience...
J'en avais déjà longuement parlé en début d'année lorsque je l'avais lu (notamment lors des 1 an de la guerre) mais ça me semblait nécessaire de remettre le sujet (et ce roman) sur le tapis. Alisa est un personnage qui n'a pas quitté mes pensées depuis ma 1ère lecture... n'hésitez pas à partager ces 300p avec elle.
“Newton's third law, known as the law of action and reaction, states that for every action (force) in nature there is an equal and opposite reaction. If object A exerts a force on object B, object B also exerts an equal and opposite force on object A.”
The story begins in the Nuremberg court: the defendants are all ordinary-looking citizens who appear not to belong there. After all, what have they done besides zealously comply orders from above?! Isn't it the type of behavior you expect from a devoted patriot?! And wouldn’t those who are now judging them proceed exactly the same way?!…
Well… since those who are now judging all the devoted Nazis will be also strictly obeying orders from above, that sort of argumentation perfectly explains the Nuremberg trial… So… it seems to me that the Nazis are doomed by their own arguments!
P.S.: For my Portuguese reading mates there’s an edition entitled A Menina no Vento