E se a superação da dor levar mais tempo que o esperado? Afinal, cada um tem seu próprio tempo de prantear. Ayla Vasconcellos está em meio ao processo de esperar que as feridas se tornem cicatrizes quando, inesperadamente, ocorre o esbarrão. Os óculos voando outra vez. Seria apenas coincidência o fato de Joon Hyuk, aquele coreano de olhos angulares e voz melodiosa, estar ali à sua frente, naquele exato segundo, numa universidade na Coreia do Sul? Ou algo mais profundo aguardava aqueles dois jovens que pertenciam a culturas tão distintas e que, no entanto, pareciam dividir as mesmas dores e as mesmas esperanças?
A narrativa do livro é cansativa. Qualquer tipo de enredo ou expectativa é destruída pela narração que antes da situação chegar já está a dizer o que vai acontecer. A personagem principal é infantil e dramática demais, não se trata do seu luto, mas da sua personalidade e forma de se posicionar na vida. Metade do livro desapareceria se ela não inventasse problemas inexistentes. Num ponto de vista positivo: a verdadeira forma de lidar com dor (e luto especificamente) é pela graça e amor de Deus, e isso foi bem representado.
There are writers and there are authors. A writer can only create texts without intention or maybe bad written fan fictions that were supposed to stay inside their heads. An author writes books, like actual pieces of content, that can be properly appreciated. This book was poorly written by a bad writer.
Que livrinho ruim, foi uma tortura de ler. Parece uma fanfic ruim do wattpad que eu lia aos 10 anos de idade, talvez até pior.
Foi uma experiência torturante, meu Deus, uma intensa agonia ter que ler "Aigo" entre outras expressões em um livro publicado!
Eu nem tenho reclamação do plot porque até que era de fato interessante mas sinceramente nenhum leitor quer saber fatos aleatórios sem relação com a história no meio de um diálogo! Não tem como entender se esse livro foi de fato revisado ou não e, sinceramente, nem quero saber; só quero apagar tudo da minha mente porque fui uma leitura angustiante.
Não me encaixo no público alvo e chuto que a escritora é viciada em doramas e acha john green e collen hoover sensacionais.
"Você vai se emocionar, rir e chorar" ou algo assim, dizia no livro. Amiga tenho uma notícia pra te contar: sua história não é marcante a não ser pra você, e que bom que vc superou seu luto mas por favor tenta ler uma literatura coreana que não seja a transcrição de um dorama e sim algo que realmente abale o emocional pra vc entender o que é uma história que faz alguém se emocionar 🩷☺️
Uma leitura bem leve e gostosa de ler, comecei o livro e quando vi já estava nas últimas páginas. Como católica, foi diferente ler um romance cristão e ler uma realidade muito diferente da minha. Foi como se uma história real virasse dorama de uma hora para a outra. A autora conseguiu desenvolver muito bem esse ciclo de luto e traumas, mostrando os personagens de forma muito vulnerável e sincera.
Eu reduziria o tom dramático do enredo, mas acho que é uma questão de preferência pessoal, no geral é uma boa história. Será uma delícia para quem aprecia narrativas introspectivas, nas quais os personagens encontram cura e força através de seus relacionamentos :)
Esse livro me despertou um sentimento tão bom, um romance cristão, bem inocente, uma história quase improvável de acontecer, mas mostrando que tudo é possível.
Gostei do fato de existir uma história de cura na vida dos dois personagens e como eles conseguem se conectar através de suas dores. Acredito que o livro poderia ter aprofundado mais essas questões emocionais, mas o livro é bom.
Alguns clichês presentes na história, mas faz ser divertido como um filme comum que vemos num final da tarde. Além de fazer a gente surtar com umas cenas fofas.
Gostei também do fato de ser um romance na faculdade fugindo dessa trama teenager.