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Poder S/A
A recepcionista neurótica. A neurótica que é sua coordenadora. A coordenadora que teme ser desbancada pelo trainee arrogante. O trainee arrogante que gostaria de ser o filho mimado do chefe. O filho mimado do chefe que humilha o trainee. O trainee que vira dono e humilha o gerente. O gerente que chuta o pau da barraca e diz tudo o que, no mundo corporativo, todos – desde o setor de suprimentos à secretaria da presidência – têm vontade de dizer, mas não têm coragem. Este livro lava a alma de qualquer pessoa que atua ou atuou em empresa – pequena, média ou grande, pois todas se parecem. Com um humor ácido, implacável e muito inteligente, Beto Ribeiro fala do alto de sua longa experiência de ex-executivo de grandes corporações, encenando a cruel realidade do trabalho nelas por meio de personagens que, com certeza, você conhece bem – se não for um deles...
278 pages, Kindle Edition
Published April 10, 2024
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Community Reviews
Displaying 1 - 1 of 1 review
January 8, 2026
Poder S.A. promete uma coisa na sinopse e entrega outra bem diferente. A associação com psicopatas é, no mínimo, forçada, para não dizer inexistente. O texto “viaja” na apresentação, cria uma expectativa de análise psicológica ou algo mais sombrio, mas isso simplesmente não se concretiza na leitura.
O livro é, na prática, um conjunto de contos independentes, apoiados quase exclusivamente em diálogos. E não diálogos sutis ou reveladores, mas conversas exageradas, longas, muitas vezes artificiais, que soam mais como encenação do que como observação humana. Falta densidade psicológica, falta conflito que amadureça...
Quem entra esperando um mergulho na mente, no poder ou na perversidade humana provavelmente vai se frustrar. O que se encontra são cenas faladas em excesso, ideias que não se aprofundam e uma proposta que não conversa com aquilo que foi prometido.
O livro é, na prática, um conjunto de contos independentes, apoiados quase exclusivamente em diálogos. E não diálogos sutis ou reveladores, mas conversas exageradas, longas, muitas vezes artificiais, que soam mais como encenação do que como observação humana. Falta densidade psicológica, falta conflito que amadureça...
Quem entra esperando um mergulho na mente, no poder ou na perversidade humana provavelmente vai se frustrar. O que se encontra são cenas faladas em excesso, ideias que não se aprofundam e uma proposta que não conversa com aquilo que foi prometido.
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