Uma história angustiante, pesada e revoltante novamente. Tom King está sabendo escrever um run da Wonder Woman que problematiza e coloca em pauta a discussão sobre o machismo, e utilizando o símbolo das heroinas: a Diana.
Aqui, King consegue trazer novamente a tona a discussões anteriormente trabalhadas quanto a ideia de um inimigo criado como um espantalho, a fim de mobilizar a população contra esse espantalho. No caso, estamos falando da "invasão" das Amazonas nos EUA, e como isso vai afetar a cultura americana. Caramba, parece a questão imigratória hodierna né?!
Ademais, a maneira como o vilao busca derrotar Diana, é por meio do abalo psicológico, por meio de um tipo de tortura que a isola do mundo e tenta quebra-la, buscando torna-lá submissa a ele.
Essa história é contada através da mente da Diana, mostrando como ela busca manter a sanidade diante a uma prisão anti heróis. É importante destacar que apesar de tudo, conforme até mencionado na história, o Superman morreu, Batman foi quebrado, mas a Mulher Maravilha continua invencivel, determinada a não desistir.