Se você já leu “A gente mora no amor e acerta a solidão”, da mesma autora, prepare-se: aqui caminhamos em mundos e dimensões de amores sem explicação.
Na Cabana, encontramos uma sequência belíssima e delicada de contos e pequenas histórias, muito bem escritos e na medida, e que vão te fazer pensar.
São perspectivas de personagens que conhecemos conforme as linhas se estendem e que ao final, passa a sensação que tudo foi dito menos que só tenha tido uma página de poema.
É leve, e aconchegante, é um abraço numa roupa quentinha em um dia frio.
Não é pra todo mundo, mas recomendo tentar! :)