Jump to ratings and reviews
Rate this book

Vento em setembro

Rate this book
Ao expandir a estrutura típica das tramas policiais – para dar conta de temas como o amor, o desejo e os traumas familiares –, Tony Bellotto nos leva àquele lugar onde os sonhos são feitos, para logo em seguida virarem pó.

Assis, interior de São Paulo, década de 1970. Em uma de suas muitas fazendas, o magnata rural Máximo Leonel organiza uma nababesca festa para celebrar a perda da virgindade de seu filho mais novo, Alexandre. Para a ocasião, contrata Laura, a prostituta mais deslumbrante da capital do estado. Mas a farra se transforma em pandemônio quando, chegado o grande momento, Alexandre desaparece sem deixar rastros, fazendo pairar sobre a família e a cidade uma atmosfera de puro mistério.
Centro histórico de Ouro Preto, dias de hoje. Uma série de pichações em prédios históricos gera revolta em todo o país. Após ver no telejornal as imagens da parede de uma igreja em que se lê a frase "Deus está morto" escrita com spray em letras góticas, o jornalista e escritor Davi não consegue se livrar da sensação de que aqueles crimes estão de algum modo relacionados ao livro que escreveu sobre a obra de Aleijadinho.
Assim, ele acaba se vendo no centro de uma trama complexa que começa há mais de cinquenta anos e se ramifica por diversas partes do mundo. Seminários, bordéis, vagões de trem e leitos de hospital são alguns dos cenários desta epopeia que nos conduz de Santos à Grécia, de Assis à Cidade do México, de paredes de igrejas ao coração da repressão durante a ditadura brasileira para desaguar em um final surpreendente.

300 pages, Kindle Edition

Published July 10, 2024

8 people are currently reading
95 people want to read

About the author

Tony Bellotto

18 books34 followers
Antonio Carlos Liberalli Bellotto is a Brazilian musician and writer, best known as the guitarist of Brazilian rock band Titãs.

Ratings & Reviews

What do you think?
Rate this book

Friends & Following

Create a free account to discover what your friends think of this book!

Community Reviews

5 stars
20 (15%)
4 stars
51 (38%)
3 stars
32 (24%)
2 stars
21 (15%)
1 star
8 (6%)
Displaying 1 - 23 of 23 reviews
Profile Image for Luciana.
527 reviews171 followers
October 30, 2025
Um misto de drama familiar, com trama policial e uma boa sorte de violências incluídas é o enredo do livro que teria tudo para ser uma ótima obra de literatura brasileira contemporânea, todavia, não chega perto disso.

Narrando, pois, como em um recorte diversas ações e personagens que vão se interligar na trama, desde o sumiço do filho de um poderoso fazendeiro em sua noite de perca da virgindade até as ações desse dia que perduraram no tempo acabam por firmar a sensação de que não é um bom thriller e também não é um bom drama. Parece ser um livro que queria ser tudo e ao final é somente uma grande bagunça, onde os temas são jogados e mal desenvolvidos.

Pode ser que agrade a outros leitores, mas quanto a mim, não tive uma experiência positiva; há também a possibilidade de o livro ser bom, e eu que não tenha sido uma boa leitora. Ao final, acho que não gostei de nada aqui, exceto, talvez, das primeiras páginas.
Profile Image for Caio Silva.
54 reviews3 followers
July 14, 2024
“Nessa altura você (leitor) também já sabe”

Até sabia, mas não queria acreditar.
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for Adriana Clara.
15 reviews
January 15, 2026
Esse livro é surpreendente!!! Uma história que te prende do começo ao fim. Eu comecei a ler sem muitas espectativas e já no início fiquei encantada com a trama que foi se formando. E aqui, os meus aplausos ao autor!!! Criar uma narrativa com tantos núcleos e conseguir conectar todos eles é uma habilidade para poucos. Tonny Belloto faz isso com maestria!!! Histórias desconexas que vão se entrelaçando ao longo do caminho nos faz pensar nas ironias da vida que cruza caminhos tão distintos e transforma tudo numa única história! Longe de ser um simples romance policial, Vento em setembro é um mix de "O código da Vinci" (pelas referências artistas, culturais e históricas) com O Cortiço (por descrever tão bem o povo e os costumes brasileiros). Enfim, encantador, surpreendente e magnético! O Prêmio Jabuti foi muito merecido!
231 reviews
March 30, 2026
"Vento em Setembro": uma jornada pelo coração de um Brasil de contradições

O romance vencedor do Prêmio Jabuti de 2025, "Vento em Setembro", de Tony Bellotto, é uma obra que desafia as fronteiras tradicionais da narrativa, mergulhando nas profundezas das feridas e dos enigmas que permeiam a história e a cultura brasileiras. Mais do que uma simples história de mistério, o livro propõe uma reflexão sobre as tensões entre o sagrado e o profano, a tradição e a rebeldia, a beleza e a barbárie.

Desde suas primeiras páginas, "Vento em Setembro" provoca o leitor com uma cena impactante: um grafite na parede de uma antiga igreja colonial em Ouro Preto, com a frase “Deus está morto”. Essa imagem simboliza o diálogo conflituoso entre o sagrado e o mundano que permeia toda a narrativa. Bellotto, com sua habilidade de artista e contador de histórias, constrói um retrato de um Brasil feito de opostos que convivem de forma tumultuada, refletindo uma sociedade marcada por uma história de violência e esperança de transcendência. É nesse espaço de ambiguidade que o romance encontra sua força, revelando a complexidade de um país que muitas vezes oscila entre o sonho e o pesadelo.

A trama central gira em torno do desaparecimento de Alexandre, um jovem do interior de São Paulo, que ocorre após uma experiência traumática com seu pai, envolvendo uma orgia de iniciação sexual. Ambientada na década de 1970, sob a sombra opressora da ditadura militar, a narrativa acompanha Davi Zimmerman, um intelectual que investiga o caso ao mesmo tempo em que escreve uma biografia fictícia do artista Aleijadinho. Essa dupla linha de investigação — o mistério pessoal de Alexandre e o pano de fundo histórico do período — cria uma conexão simbólica entre o individual e o coletivo, entre o íntimo e o social.

Bellotto não busca esclarecer todos os mistérios apresentados; ao contrário, ele valoriza as perguntas que permanecem no ar, sem resposta definitiva. O autor conhece bem o território do suspense policial, e essa herança se manifesta na estrutura narrativa, nos capítulos curtos e na construção de cenas que mantêm o leitor em constante expectativa. Essa fluidez, no entanto, às vezes entra em conflito com a proposta de deixar certos enigmas abertos, criando uma sensação de incompletude que pode desafiar a paciência de quem espera um fechamento conclusivo.

A voz de Zimmerman, que funciona como um narrador em primeira pessoa, poderia explorar com mais intensidade suas próprias emoções e contradições. Em diversos momentos, ele parece mais um observador atento do que alguém afetado profundamente pelos acontecimentos, o que reduz a potencialidade de explorar sua subjetividade. Essa escolha, embora interessante, acaba deixando uma lacuna na conexão emocional do leitor com o personagem, limitando a complexidade do seu papel como mediador entre o leitor e a história.

Na dimensão simbólica, o romance atinge seus momentos mais potentes. Aleijadinho, uma figura central, transcende sua existência como artista do barroco para representar a dor física e a resistência de um Brasil marcado por cicatrizes históricas. Sua obra e sua biografia tornam-se espelhos das feridas nacionais, revelando uma capacidade de criar beleza e significado a partir do sofrimento. Quando essa metáfora funciona bem, o romance ganha uma profundidade que enriquece toda a leitura. Entretanto, às vezes, as referências culturais parecem mais uma demonstração de erudição do que elementos integrados organicamente à narrativa, o que pode criar uma sensação de esforço evidente.

A ironia, bem utilizada, serve como uma ferramenta para distanciar o leitor de cenas de violência e brutalidade, potencializando o impacto dessas ações ao mesmo tempo em que questiona suas justificativas e implicações morais. Assim, Bellotto consegue fazer com que o leitor reflita sobre o papel do humor e do distanciamento diante de temas densos e desconfortáveis.

"Vento em Setembro" não é simplesmente uma história de desaparecimento, mas uma reflexão sobre aquilo que permanece oculto e não resolvido no Brasil. Heranças coloniais, feridas abertas, desejos de mudança e rupturas impossíveis coexistem num espaço de ambiguidade que o autor aceita como parte da essência do país. Bellotto demonstra que a literatura, muitas vezes, não serve apenas para explicar, mas para revelar a complexidade do mundo, para deixar perguntas no ar e provocar inquietações duradouras.

Ao final, a obra revela-se como uma narrativa que valoriza o mistério não como um problema a ser resolvido, mas como uma condição inerente à própria existência brasileira. Uma leitura que nos convida a refletir sobre a beleza e a dor de um país em constante transformação, onde o silêncio muitas vezes fala mais do que as respostas.

Profile Image for Harvey Hênio.
667 reviews3 followers
December 31, 2025
Antônio Carlos Liberalli Bellotto é mais conhecido como Tony Bellotto guitarrista e compositor, que há décadas nos presenteia com seu talento como um dos destaques da icônica banda de rock brasuca, os “indestrutíveis” “Titãs”.
Em 1995 Tony Bellotto iniciou sua carreira de escritor criando o detetive Remo Bellini – protagonista dos divertidos e bem estruturados “Bellini e a esfinge” (1995), “Bellini e o demônio” (1997), “Bellini e os espíritos” (2005) e “Bellini e o labirinto” (2014) - ambientando suas aventuras e desventuras na “terra da garoa” numa levada bem noir.
A narrativa é despretensiosa e a leitura é dinâmica. Tony Belloto definitivamente não vai entrar para o cânone da literatura noir mas suas histórias com o detetive Bellini divertem e prendem a atenção.
“Vento em setembro” é o primeiro livro de Tony Belotto que eu leio que não tem Remo Bellini como protagonista. A obra foi premiada no ano de 2025 como o “melhor romance literário” no Prêmio Jabuti.
A trama de “Vento em setembro” é interessante e muito bem construída.
Tudo começa nos anos 70 quando Máximo Leonel, um “magnata da soja” não poupa dinheiro para cumprir um “ritual de família” que envolve o desvirginamento de seu caçula. A exemplo dos seus dois irmãos mais velhos o caçula Alexandre teria a sua disposição num ambiente festivo com direito a todos os excessos gastronômicos, etílicos e sexuais uma garota de programa deslumbrante e escolhida a dedo por seu pai. A garota chamada Laura foi contratada com seu peso, quase literalmente, pago em ouro e sua função era mais do que clara: desvirginar em grande estilo o caçula da família Leonel. Eis que pouco antes do grande evento e em meio à tal festança – na verdade uma orgia – Alexandre desaparece deixando perplexos todos os envolvidos. A história então dá um salto para as primeiras décadas do século XXI quando uma série de pichações em igrejas e estátuas do século XVIII em Minas Gerais chamam a atenção de Davi um escritor que havia lançado um livro sobre Aleijadinho. Davi tem certeza de que as pichações tem mensagens cifradas que visam chamar a sua atenção e ele começa então, com a ajuda de uma delegada, a procurar o responsável ou os responsáveis e solucionar o mistério.
Essas duas tramas, é claro, estão interligadas e suas conexões são estabelecidas aos poucos e completamente explicadas no final que é bem amarrado e que pode causar certo choque em muitas pessoas.
Confesso que senti falta de Remo Bellini mas o livro é bem escrito com uma linguagem fluida que prende a atenção e que confirma o talento de Tony Bellotto como bom contador de histórias.



Profile Image for Carla Parreira .
2,305 reviews4 followers
Read
November 26, 2025
Esse é um romance que mistura thriller, suspense e elementos policiais, ambientado em dois períodos: 1974-75 e 2019. A narrativa gira em torno da família Leonel, rica e poderosa em Assis, interior de São Paulo. O patriarca, um fazendeiro imponente, planeja uma celebração extravagante para os 15 anos de seu filho caçula, Alexandre, que se opõe ao estilo de vida ostentoso do pai. Durante a festa, que envolve uma orgia com uma prostituta de luxo, Alexandre desaparece, gerando desespero na família. A história então se desloca para 2019, onde conhecemos Davi, um jornalista que se vê intrigado por uma série de pichações em igrejas de Ouro Preto, que coincidem com os locais descritos em seu livro sobre o aleijadinho. À medida que Davi se envolve na investigação, ele descobre conexões mais profundas entre os eventos do passado e os mistérios do presente, revelando uma trama complexa que entrelaça as vidas dos personagens e os segredos que os cercam. A estrutura não linear do livro, com capítulos curtos, contribui para essa fluidez, permitindo que o leitor se envolva rapidamente com a história. A vida da família Leonel é explorada em profundidade, revelando as complexidades e os conflitos entre os personagens, especialmente entre os filhos e o pai autoritário. A trajetória de Laura e Laércio, que crescem em um ambiente de transgressões e desafios, é marcada por suas escolhas e a busca por uma identidade própria em meio a um contexto social opressivo. A presença da ditadura nos anos 70 é sutil, mas palpável, permeando as ações e decisões dos personagens. As transgressões sexuais e religiosas são abordadas de forma provocativa, refletindo a realidade de uma sociedade em crise. A narrativa de Davi, que busca entender as pichações em Ouro Preto, se entrelaça com a história da família Leonel, criando um diálogo entre passado e presente que enriquece a trama. A música desempenha um papel fundamental, com referências que ajudam a construir a atmosfera e a caracterização dos personagens, como a conexão de César e Winston com o rock e a relação de Laura com a canção "Menino Bonito". A busca de Davi por sua identidade se torna o fio condutor da narrativa, levando-o a confrontar seu passado e a se redescobrir através das histórias que encontra.
Profile Image for Marcos Patricio.
19 reviews
April 25, 2026
A maior coletânea de pontos sem nó que já vi. Todas as vezes que achei que a história engataria, tinha um desfecho descabido e sem graça.
Quatro coisas me irritaram muito nesse livro: a primeira foi uma repetição de termos como “misantropia” que muito me pareceram que o Tony Belotto descobriu o significado e pensou “essa palavra é legal, preciso usar no meu livro”. Isso só corrobora numa impressão que tive da pesquisa dele pra essa história ser muito aparente e não se incorporar ao que ele está tentando contar. São muitos elementos que parecem ter sido coletados, agrupados e a partir daí ter se pensado numa história. É como se o livro fosse um “ligue os pontos” de vários assuntos que saltavam aos olhos do autor.
A segunda foi o fato do Laércio, o personagem que mais achei interessante, aparecer com foco principal num capítulo que termina em aberto, simplesmente sumir no resto da história e reaparecer no final para se tornar um fator extremamente importante para a trama. O personagem perde desenvolvimento ao longo da trama em detrimento de encheções de linguiça que levam do nada pro lugar nenhum, como o romance do Davi com a Ayana.
A terceira foi o fato dos capítulos serem extremamente curtos e sem uma necessidade aparente. Para que um capítulo se dividia se era apenas a continuação do que tava sendo narrado anteriormente? Para que a divisão do livro em “partes” se cada parte não parecia independente ou que separasse algum aspecto da história? A sensação era de assistir uma novela vertical do TikTok, com pedacinhos curtos e condensados, prontos para prender a atenção e fazer suspense.
A quarta foi a polifonia desastrosa dos narradores. É o Davi que narra? É o autor que narra os acontecimentos em que o Davi não faz parte? É uma tentativa de multiplicidade de vozes e de experimentação dialética com o leitor que se resulta muito desastrosa.
Impossível não se perguntar se esse Jabuti não surgiu por conta da influência a parte da literatura que o Tony Belotto possui - ou da própria Companhia das Letras - tendo em vista que é um romance policial bem do mediano. Esforça-se muito em impressionar e talvez seja esse o grande defeito.
This entire review has been hidden because of spoilers.
8 reviews
January 21, 2026
Fiquei extremamente surpreso quando soube que Tony Belloto ganhou o Prêmio Jabuti por esse romance, não porque ele seja ruim – não é – mas, o estilo dinâmico, ágil, repleto de referências culturais, geralmente a cargo de tramas que instigam o leitor a assumir posturas de detetive, tornam sua literatura quase pop demais pro que se espera desse tipo de prêmio.

Dito isso, todas essas características são realçadas e impulsionam as duas tramas que se desenrolam em paralelo: a de um jovem na década de 70 que desaparece misteriosamente na noite em que seu pai, um fazendeiro rico, promove uma festa/orgia para fazer o filho perder a virgindade e no presente, um jornalista vê seu nome envolvido numa série de pixações em prédios históricos ligados ao artista Aleijadinho.

Tony estrutura as tramas num romance policial que ganha estofo no drama familiar e no contexto social das ambientações. É como se fosse uma boa série de investigação dentro de uma novela ousada, adornado com referências culturais que vão de pintores clássicos a bandas de rock.
Profile Image for Cauê Bueno.
84 reviews1 follower
December 27, 2025
Em “Vento em Setembro”, Tony Bellotto apresenta uma história complexa, onde os personagens se cruzam em meio a um mistério que começa simples e vai crescendo em tensão, com notas de crime, segredos antigos e relações que se revelam aos poucos. A leitura me prendeu bastante no início, tem ritmo, tem atmosfera e alguns elementos realmente intrigantes, mas conforme a trama avança parece que o livro tenta se superar em reviravoltas e acaba ficando mais complexo do que precisava, quase rocambolesco, a ponto de algumas soluções soarem inverossímeis. Mesmo assim, no conjunto, foi uma leitura que me entreteu e manteve meu interesse até o fim.
Profile Image for Arthur Duarte.
58 reviews2 followers
January 9, 2026
Fraquíssimo. Me surpreende que tenha sido premiado. A sinopse trata como um grande avanço no gênero tratar de temas como amor ou redenção, mas qualquer pessoa que tenha se aventurado pelas narrativas detetivescas sabe que isso é uma grande balela. O mistério não sustenta, o período retratado não consegue mais que ser uma daquelas pinturas que compunham o cenário dos filmes até os anos sessenta, os personagens são fracos. Tenta ter uns laivos de "alta literatura", mas acaba soando como uma cópia mal feita de grandes autores. Em outro momento darei uma chance aos romances de Bellinni do autor, talvez sejam menos pretensiosos.
Profile Image for Marcelino Nobrega.
52 reviews
February 1, 2026
Armado como um quebra-cabeças, este último livro do Tony Bellotto atravessa décadas e continentes para contar a estória intrincada de seu personagem principal e suas origens. Leitura rápida, dinâmica, não é de se esperar muitas construções literárias, é um livro feito para divertir.
Esse propósito explícito de ser um best-seller nos faz estranhar do mesmo ter ganho o Prêmio Jabuti de Melhor Romance 2025. Mas é isso, ler, se divertir e esquecer. Um novelão de mistério com um final satisfatório e muito bem amarrado e explicado. Quebra-cabeças montado ao final.
Profile Image for Vítor.
2 reviews
March 19, 2026
Uma das leituras mais intensas e ao mesmo tempo leve que tive. O livro mistura o romance literário com sátira, acidez e ironia de um jeito que não o torna um livro pesado, mas sim divertido. A ordem cronológica parece estranha no começo, mas no fim mostra uma surpreendente criatividade e capacidade por parte do autor. O livro é bonito, bem escrito, divertido e um tanto reflexivo, recomendo para aqueles que procuram um livro bem estruturado, de qualidade. A literatura brasileira sempre muito bem representada.
Profile Image for Luiz Felipe.
58 reviews
November 21, 2025
Começou bem, de repente ficou chato... Muitos personagens que poderiam ser cortados simplesmente, uns diálogos desnecessários, um "suspense" que sinceramente não entusiasma para fazer a gente querer virar a página.
Podia ser melhor editado, focar em uns personagens apenas, excluir cenas e tramas paralelas, assim como cenas e falas repetitivas.
Esperava beeeeeeeem mais.
Profile Image for Maria Helena Pedroso.
260 reviews8 followers
November 8, 2025
Muitos personagens e saltos temporais mas aos poucos as peças se encaixam. Final previsível, mas acho que isso é intencional, não é sobre o mistério, é sobre como tudo se desenrola. Gostei do livro e gosto do Tony Bellotto, mas também não sei se era o caso de ganhar o jabuti…
22 reviews1 follower
January 6, 2026
Estou até agora tentado entender como esse livro foi ganhador do premio Jabuti.
Nao e que o livro seja pessimo, tem que que de bom com ordinario.
Entenda-se entao que nao, nao e um ganhador de premios, se comparado a tantas obras e escritores nacionais incriveis.
Um livro fácil de ler.
Profile Image for Ana Clara Leite.
19 reviews1 follower
October 30, 2025
A vida é feita de mistérios.
Um deles é como num ano que temos Ressuscitar Mamutes, da Silvana Tavano, e O que Resta A Partir Daqui, da Flávia Braz, esse livro conseguiu ganhar o Jabuti.
Profile Image for Fabio del Rio.
20 reviews
Read
April 2, 2026
interessante, diferente do que eu esperava kkk tava esperando algo muito conceito e esse mistério aqui na verdade é farofa, mas foi legal
Profile Image for Sandro Helmann.
322 reviews
April 23, 2026
Até que a ligação entre os vários personagens é interessante, mas a escrita é bem simplória e o autor força a barra para tentar fazer suspense onde não há.
Displaying 1 - 23 of 23 reviews