Mesmo antes de Drácula, os vampiros já assombravam o mundo.
Aristocratas misteriosos que seduzem donzelas indefesas, uma jovem apaixonada que pousa para um retrato pintado com a sua própria vida, uma flor rara que ao desabrochar demanda um tipo bem específico de adubo... Essas são algumas das histórias reunidas em O vampiro antes de Drácula. A minuciosa pesquisa de Martha Argel e Humberto Moura Neto traz ao público uma visão única sobre a construção do mito sobrenatural que forjou o próprio conceito de medo no ocidente e que se tornou um ícone da cultura pop. Com nomes como Edgar Allan Poe, John Polidori, Alexandre Dumas e H. G. Wells, os organizadores mostram o imaginário coletivo que levou à construção de um dos personagens mais emblemáticos de todos os tempos. Conheça os contos presentes no livro: O vampiro (1819) - JOHN WILLIAM POLIDORI Fragmento de um relato (1816) - LORD BYRON O retrato oval (1842) - EDGAR ALLAN POE A família do vurdalak (1847) - ALEXEI TOLSTÓI A dama pálida (1849) - ALEXANDRE DUMAS, pai Manor (1884) - KARL HEINRICH ULRICHS O Horla (primeira versão, 1886) - GUY DE MAUPASSANT Um mistério da Campagna (1887) - ANNE CRAWFORD O velho Éson (1891) - ARTHUR QUILLER-COUCH O último dos vampiros (1893) - PHIL ROBINSON Tanatopia (1893) - RUBÉN DARÍO A verdadeira história de um vampiro (1894) - CONDE DE STENBOCK A floração da estranha orquídea (1894) - H. G. WELLS O convidado de Drácula (escrito entre 1890 e 1897, publicado em 1914) - BRAM STOKER
Irish-born Abraham Stoker, known as Bram, of Britain wrote the gothic horror novel Dracula (1897).
The feminist Charlotte Mathilda Blake Thornely Stoker at 15 Marino crescent, then as now called "the crescent," in Fairview, a coastal suburb of Dublin, Ireland, bore this third of seven children. The parents, members of church of Ireland, attended the parish church of Saint John the Baptist, located on Seafield road west in Clontarf with their baptized children.
Stoker, an invalid, started school at the age of seven years in 1854, when he made a complete and astounding recovery. Of this time, Stoker wrote, "I was naturally thoughtful, and the leisure of long illness gave opportunity for many thoughts which were fruitful according to their kind in later years."
After his recovery, he, a normal young man, even excelled as a university athlete at Trinity college, Dublin form 1864 to 1870 and graduated with honors in mathematics. He served as auditor of the college historical society and as president of the university philosophical society with his first paper on "Sensationalism in Fiction and Society."
In 1876, while employed as a civil servant in Dublin, Stoker wrote a non-fiction book (The Duties of Clerks of Petty Sessions in Ireland, published 1879) and theatre reviews for The Dublin Mail, a newspaper partly owned by fellow horror writer J. Sheridan Le Fanu. His interest in theatre led to a lifelong friendship with the English actor Henry Irving. He also wrote stories, and in 1872 "The Crystal Cup" was published by the London Society, followed by "The Chain of Destiny" in four parts in The Shamrock.
In 1878 Stoker married Florence Balcombe, a celebrated beauty whose former suitor was Oscar Wilde. The couple moved to London, where Stoker became business manager (at first as acting-manager) of Irving's Lyceum Theatre, a post he held for 27 years. The collaboration with Irving was very important for Stoker and through him he became involved in London's high society, where he met, among other notables, James McNeil Whistler, and Sir Arthur Conan Doyle. In the course of Irving's tours, Stoker got the chance to travel around the world.
The Stokers had one son, Irving Noel, who was born on December 31, 1879.
People cremated the body of Bram Stoker and placed his ashes placed in a display urn at Golders green crematorium. After death of Irving Noel Stoker in 1961, people added his ashes to that urn. Despite the original plan to keep ashes of his parents together, after death, people scattered ashes of Florence Stoker at the gardens of rest.
Coletânea muito completa e muito bem contextualizada sobre o surgimento da figura do vampiro na literatura e teatro. Tudo o que você precisa saber está aqui, com embasamento e profundidade. Artigo de colecionador.
Muito muito interessante de ler; gostei bastante dos contos escolhidos e dos comentários ao final de cada um deles. Os Apêndices também me serão de muito úteis. Excelente!
iria dar 3/2.5, mas a qualidade física do livro também deixou a desejar. menos de um mês de manuseio (como livro de cabeceira, então nem na bolsa eu colocava direito) e as orelhas tão quase pra esfarelar, péssimo cuidado editorial e gráfico na escolha de materiais agora sobre a coletânea em si: a maioria dos contos não foi interessante o suficiente pra justificar a escolha dos organizadores, mas o que mais me irritou nesse livro foi o fato de que na introdução se diz uma coletânea inclusiva de todas as sexualidades, e traz 12 contos de vampiros heterossexuais entediantes, 2 sobre homens gays e 0 sobre lésbicas. se você não vai se dar ao trabalho de pesquisar mais a fundo sobre o tema, não faça a coletânea
Esse livro é perfeito para quem gosta de vampiros! Aqui, com uma introdução excelente sobre o assunto, vamos ter diversos contos sobre pessoas que tem sua energia vital sugada de alguma forma por algum tipo de ser. Sei que estou sendo genérica, mas tem desde contos com os típicos vampiros até conto em que uma orquídea suga a energia vital/sangue da pessoa. Apesar de já conhecer alguns dos contos presentes, todos são muito bons!
Sobre a seleção de contos em si, elas foram escolhidas a dedo. Após cada conto tem uma breve biografia do autor e um breve texto explicando o conto e o momento em que estava inserido/sua importância. Esses detalhes fizeram com que eu tivesse uma experiência muito completa no universo das histórias que culminaram no vampiro mais conhecido, o Drácula. Em nenhum momento achei a leitura cansativa e os textos repetitivos, pelo contrário, eles me deixavam com a sensação de “quero mais”.
Por fim, o livro conta com as influências para o cinema e para o teatro pra quem quer se aprofundar ainda mais.
Com certeza recomendo essa antologia e ela vai seguir comigo sendo uma das minhas favoritas.
apesar de ter ficado praticamente seis meses lendo, isso não foi um problema, afinal se trata de uma coletânea. esse é carinhosamente o meu livro pra ler no kindle enquanto espero em restaurantes. me interessei inicialmente depois de ler drácula, e descobrir que havia um conto do mesmo universo no livro. comecei a leitura e decidi reler os outros, quatorze no total.
gostei muito! os organizadores fizeram um trabalho muito legal reunindo as histórias e colocando tanto uma biografia curta dos autores, quanto uma explicação breve da obra. me agrada bastante quando leio algum material que vem com apoio refletindo sobre a produção. outra coisa interessante de levantar é que o fato de serem autores diferentes deixa dinâmico, e muito interessante pra quem gosta de obras sobre vampiros, já que permite conhecer produções de mais de um país e formas diferentes de elaborar o mito vampírico.
Vou falar que não esperava gostar tanto assim, gostei das maioria dos contos e mesmo os que não gostei tanto ainda sim foram bons e me prenderam. Não são todos contos assustadores, então tenha isso na cabeça, mas conseguem ser interessantes a sua maneira.
Como em todo livro de contos alguns são bem legais e outros bem mais ou menos, mas valeu a pena a leitura. Gostei em especial do conto A dama pálida escrito por Alexandre Dumas, pai.