Em 1492, o capitão Cristóvão Colón liderou uma expedição de três navios até às Caraíbas, que gerou grande interesse e especulações sobre novas terras a ocidente.
Durante séculos, a viagem de Colón foi considerada a primeira realizada por europeus ao Novo Mundo, porém isso não é verdade. Os vikings já haviam habitado partes da Gronelândia e do Canadá, e os portugueses também já teriam visitado o Canadá antes de 1424.
As provas apresentadas neste livro revelam que os navegadores portugueses já teriam chegado ao Brasil antes de 1494, durante o reinado de D. João II. Essa descoberta rodeada de secretismo teria sido a motivação principal para a assinatura do Tratado de Tordesilhas.
OS NAVEGADORES PORTUGUESES VISITARAM O BRASIL MUITOS ANOS ANTES DA SUA DESCOBERTA OFICIAL POR PEDRO ÁLVARES CABRAL EM 1500.
No século xv, os exploradores portugueses que navegavam de Lisboa até ao Brasil enfrentavam incertezas e perigos, sem saber o que encontrariam no mar. Muitos nunca regressaram, mas as suas viagens abriram novas rotas e possibilitaram que outros navegadores os seguissem com maior segurança. A coragem desses pioneiros foi fulcral para desbravar caminhos desconhecidos. Este livro procura honrar a sua memória. Pelo amor à verdade!
Very messy structure, full of claims that appear out of thin air (the bay of Fundy? really?) and present with the arrogance of someone who confuses hypotheses with proof, this is poor reading and mostly a waste of time. the author never generates alternative options, presents only one and then seeks confirmation. Unscientific and embarrassing.
Manuel Rosa retira as conclusões deste seu livro com base em 3 pilares, a saber: a ciência, a lógica e o comportamento. A partir da ciência há evidência de inúmeros mapas que revelam as ilhas açorianas e mesmo das Antilhas bem como de cartas e outros documentos que revelam viagens feitas para o mar ocidental anteriores a 1494. Parece-me, portanto, que a fundamentação de Rosa permite aceitar como boa a tese que as terras do futuro Brasil eram já do conhecimento dos reis de Portugal antes da assinatura do tratado de Tordesilhas. Apesar de tudo, esperava que acerca desta descoberta houvesse mais algumas evidências históricas e não há, para além da lógica da conclusão, que partilho.
o historiador Manuel Rosa apresenta-nos um trabalho sólido. Todos gostaríamos de mais evidências científicas, documentos físicos, mas o seu pensamento, raciocínio e as suas conclusões ultrapassam a mera hipótese engraçada. A epopeia descobrimentos portugueses foi tudo menos obra de acasos e sorte, até ao período Filipino, Portugal tinha objetivos, organização e paciência na sua execução daí o livro ser uma explicação lógica para o 2achamento do Brasil". Uma nota sobre a falta de documentos, num caso como este poucos papeis escritos e relatórios existiriam, com a dominação espanhola, com o terramoto de 1755, com as invasões francesas, com os incêndios dos arquivos, naturalmente alguma da documentação reservada terá sido destruída ou extraviada.
I must confess that I am a fan of this author. I have read most of his books and the evidence presented in each book I find very solid based on the documents the author presents us. 1494: D. João II e o Segredo do Brasil makes a very solid case for the discovery of USA territory before 1424, the discovery of Brazil before 1493, and the discovery of Australia before 1547. You need to reread the book because the evidence becomes more understandable the second time around. In the beginning you don't really know where the author is going. This tends to be a theme in all his books, he wanders through evidence before making his point. Maybe he wants us to follow him to the evidence instead of bringing the evidence to us. I enjoyed reading this, it's a short book.
Devo confessar que sou fã deste autor. Li a maioria dos seus livros e considero as provas apresentadas em cada um deles muito sólidas, baseadas nos documentos que o autor nos apresenta. 1494: D. João II e o Segredo do Brasil apresenta argumentos muito convincentes para a descoberta do território dos EUA antes de 1424, a descoberta do Brasil antes de 1493 e a descoberta da Austrália antes de 1547. É necessário reler o livro, pois as evidências tornam-se mais compreensíveis na segunda leitura. No início, não se sabe ao certo para onde vai o autor. Este tende a ser um tema recorrente em todos os seus livros: ele divaga pelas provas antes de chegar ao seu ponto principal. Talvez queira que o acompanhemos até às provas, em vez de trazermos as provas até nós. Gostei da leitura; é um livro curto.