O e-book foi-me gentilmente cedido pela autora e não sabia muito mais sobre ele, a não ser que a capa era bela, e que se tratavam de contos sobre mulheres que foram tratadas como "brinquedos para rapazes". Gostei logo dessa premissa.
- O primeiro conto, "Mafalda" foi um que gostei imenso, achando perfeito para a abertura desta obra. A época é a Salazarista, e esta mulher sofreu muito às mãos do marido e da PIDE. Não lhe é retirada a esperança, pelo contrário, mas gostei da maneira realista como a história se desenrolou. Apresentou uns poucos erros de revisão e uma pequena incongruência na história, mas nada por demais importante.
- "Todos Sabiam Como as Mulheres Faziam Fortuna" é o segundo conto e muito mais pequeno que o primeiro, que nos fala de uma Inglaterra sombria, onde prostituição era o menor dos problemas mas, no entanto, aos olhos de todos, a pior maneira de uma mulher arranjar dinheiro. Gostei da maneira de pensar da personagem e percebi as suas escolhas. Apesar de não moralmente corretas, acho que muitas de nós tomaríamos as mesmas decisões.
- "As Madrinhas de Guerra" é ainda mais curto que o anterior e peca por isso, pois não consegui sentir tanto a dor e solidão da personagem como gostaria. Não me dar tempo para me ligar ao que quer que seja faz com que, eventualmente, acabe por me esquecer que este conto está aqui incluído - por isso, ainda bem que escrevi logo esta nota, assim que o terminei.
- "A Virgem", gostei do tom "Auto da Barca do Inferno" dado ao conto e, embora supercurto - mais uma vez - apreciei a mensagem moral que a autora quis passar.
- "Adolfo", na minha opinião, não se enquadra nesta obra, tão cheia de histórias sobre mulheres usadas, abusadas ou sujeitadas às imposições da sociedade, no entanto gostei da forma abstrata como se falou da. morte e do luto.
- "Não Me Morras nos Braços" é um conto sobre racismo, preconceito e escravidão, onde tanto é escravo quem é negro, como quem é mulher, mesmo sendo branca. Ambos pertencem ao homem branco, sem hipótese de fuga. Mas será bem assim? Este conto, mais prolongado que os anteriores, foi uma leitura agradável, contendo a densidade que procuro, mesmo em contos, e com um final que eleva a missão desta obra, brincando com o dizer "quando digo não, é não".
- "Oito Pecados Mortais", a parte do Diabo e do demónio eu percebi, mas o do pecado e do que aconteceu, realmente, à rapariga e ao padre, no final do conto, não. É tão abstrato e vago que, em vez de deixar-me à imaginação só me confundiu.
- "O Palacete no Fundo da Rua" é um conto maiorzinho, sobre guerras familiares entre mulheres, o que gostei por mostrar que as próprias mulheres se tratam como "brinquedos para rapazes". Senti-me mais apegada a esta história, tal como com a primeira, por me conseguir relacionar com a situação vivida pela personagem principal.
- Sendo louca por livros sobre ditaduras e momentos trágicos da história nacional e mundial, adorei "As Súplicas Não São Ouvidas, Regras da Casa", que volta à época do primeiro conto do livro. Este pequeno conto é um verdadeiro thriller português, sobre ela dança perigosa entre espiões, muito ao estilo do filme "Mr. & Mrs. Smith".
- "Outubro" é um conto que me agarrou com o seu início, cheio de toques sobrenaturais, mas que me deixou perplexa com o fim, sem perceber bem o que acontecera com a amiga delas. Lá está, às vezes, os contos são tão vagos que eu não os consigo perceber, mas essa é a magia da arte. Nem todos a entendemos da mesma maneira, e há quem não os perceba sem partilhar uns dedos de conversa com uma outra pessoa.
- "Bernardo Soares Tenta Publicar Poesia" este é o conto MAIS PEQUENO de toda a obra e o que menos entendi. Quer dizer, não se trata de perceber a história - por mais banal que seja, eu entendi-a - mas o mesmo não posso dizer quanto ao seu propósito. Talvez não tenha um e eu esteja só a tentar encontrar algum significado em tudo, quando, na cabeça desta autora, não precisa de haver um.
- O conto "De Óculos Rosados Não Se Vê Nada" é, para mim, a história que mais brutalmente nos transmite a mensagem inteira desta obra e MUITOA APRECIEI que a autora se tornasse num ser tão cru e chocante como a lemos nestas páginas. É, para mim, o melhor conto de todo o livro.
- O último conto, "Um Ser de Segunda", é uma chamada de atenção a todas as mulheres que se sentem uns meros "brinquedos para rapazes" e é bem atual, visto o que acontece em países com outras culturas, onde os direitos da humanidade são desrespeitados todos os dias. Há certos lugares, neste mundo, onde se uma mulher levanta a mão ou a voz, é igual a ter-se sentenciado para a morte. Felizmente, no nosso país isso não acontece. Felizmente, ainda temos voz. No entanto, jem sempre foi assim, e nunca nos podemos esquecer disso, nem ter tal coisa como garantido, pois há muita mulher por aí a ser jogada como um brinquedo, no silêncio de uma casa, ou na falsa intimidade e secretismo de um casal ou família tóxica.
- E os agradecimentos, que são mais uma grande nota de autora que DEVE ser lida, em especial por autores nacionais (ou para quem aspira a ter tal carreira), cheia de sentimento, verdades e esperança. Espero ler mais coisas da Maria Soares Albuquerque, espero comprar o livro físico desta obra e espero ver publicadas as suas próximas obras, com datas mencionadas no final deste livro.
Obrigada @maria_soares_albuquerque_ por me teres enviado este teu livrinho, Brinquedos para Rapazes. Eu não gosto muito de contos, mas adorei estes. Gostei mais de uns do que de outros, mas foram todos bons. Os meus favoritos foram: - Mafalda (🔝) adorei a Mafalda, a desenvoltura dela, como rapidamente arranjou solução para o seu sofrimento, como lidou tão bem com a situação e como foi salva dum final menos feliz; gostei imenso de como terminou o conto. - Todos Sabem como as Mulheres Faziam Fortuna, muito bom, nada é o que parece! As mulheres sabem bem dar a volta e conseguir o que querem sem terem de se sujeitar às coisas mais desagradáveis. Estes foram os meus favoritos, embora tenha gostado muito de mais alguns. Recomendo a leitura, é pequeno e lê-se muito bem. Mais uma vez, obrigada por me teres dado esta oportunidade de conhecer o teu trabalho.
"A melhor mulher é aquela que se apresenta à sociedade resguardada." O livro retrata as diferenças existentes na sociedade em diferentes épocas. Mas quão atuais estarão estas diferenças e estes pensamentos, com a situação política que vivemos atualmente? Um livro pequeno e leve, que dá um gostinho e nos deixa a pedir mais.
Quando recebi a proposta de ler este livro de contos pela @maria_soares_albuquerque_, aceitei de imediato e fiquei mesmo muito feliz pela confiança. Os primeiros contos prendem logo a nossa atenção. Estão muito bem escritos, cheios de um humor negro, mordaz. Mesmo como eu gosto.
Fiquei presa logo na primeira página, ainda nas primeiras impressões da autora e da sua reflexão sobre o que é ser escritor hoje em dia. Parabéns!!!
Adorei conhecer a escrita de Maria Albuquerque e não poderia ter ficado mais maravilhado com a sua prosa.
Com contos únicos, divertidos e satíricos, a profundidade em cada tema é notória, onde o leitor é convidado a pensar fora do conforto da sua liberdade e direitos conquistados.
Um livro de contos sobre mulheres, de mulheres e para mulheres. Todos eles diferentes mas que mostram sem duvida a resiliência, a inteligência emocional e garantidamente a força que as mulheres têm desde sempre. Porque para superarem e LUTAREM pelos direitos que temos hoje em dia, muitas tiveram que passar por situações injustas e indesejáveis, como se pode ler em vários dos contos. A única coisa que tenho a apontar são alguns erros que uma revisão corrige sem qualquer problema. Foi um enorme privilégio ter sido escolhida pela Maria para ler este seu livro e sem dúvida que quero ler mais escrito por si! Parabéns! @bibliotecamil_insta
Começo por agradecer à autora a amabilidade que teve em abordar-me para ler a sua obra e escrever uma crítica à mesma. Enviou-me o exemplar e eu analisei a capa e o prefácio como quem recebe um novo brinquedo na manha de natal. O título é um tributo à filósofa Mary Wollstonecraft, que nos diz na sua Vindicação dos Direitos da Mulher que “os tiranos e os sensualistas esforçam-se por manter as mulheres nas trevas [numa obediência cega] porque os primeiros querem apenas escravas, e os últimos, um brinquedo”. Adorei a atualidade e pertinência da escolha do título, considerando que os prórpios contos se debruçam sobre a complexidade das experências femininas. Demorei dois meses para pegar no livro e debruçar-me sobre as obras com a atenção que estas merecem! Mas assim que o comecei a ler, confesso que só parei na última página, com a sensação de “como é que já li tudo?”. Sentei-me e li, da primeira à última página. E foi uma leitura tão leve, que me fez querer ler só mais um conto. É, definitivamente, um livro de verão. Um daqueles que pegamos na praia ou, no meu caso, enquanto molhamos os pés na piscina e mergulhamos no mundo histórico que Maria parece ter criado, sem qualquer esforço. Trata-se de uma obra dividida em pequenos contos soltos e independentes entre si. Podemos facilmente parar de ler no final de um conto, ir fazer os recado à rua, pôr protetor nos miúdos, adiantar o almoço e pegar-lhe novamente, sem termos perdido pitada! São histórias variadas em tom e estilo, mas que compartilham uma profundidade psicológica que nos cativa. Aborda temas difíceis como a violência, o machismo, a sexualidade e a pobreza extrema, mas, em vez de oferecer respostas fáceis, Maria prefere deixar as suas histórias em aberto, convidando o leitor a refletir e a confrontar-se com os seus próprios ideais. A linguagem é tão leve e fácil de seguir que nos parece uma conversa, como se Maria estivesse sentada ao nosso lado, a contar-nos um sonho que teve ou um texto que leu algures. Notei um apreço especial, um carinho para com a época Salazarista e as suas pessoas, e pareceu-me pertinente ter sido lançado num ano tão importante como este, em que celebrámos, com orgulho, os 50 anos da queda do regime. O livro é uma coletânea de contos que enaltecem a mulher e o seu potencial. É uma ode ao feminismo e li-o com o orgulho de ter sido escrito por uma autora portuguesa. Nós, pequenos autores, a tentar vingar num mundo literário viciado, temos que nos manter unidos. Estamos juntas, Maria! Obrigada por me convidares para o teu mundo histórico, adorei conhecê-lo e fico em pulgas para os próximos lançamentos. Ficarei atenta!
Antes de mais, muito obrigado Maria Soares de Albuquerque pelo privilégio que me deste ao permitir-me ler este livro. Nunca fui uma pessoa de contos, mas estes apanharam-me desprevenido. Agarraram o meu coração antes que eu percebesse. Obviamente, num livro com diversos contos, há sempre uns que ficam mais connosco do que outros. Por exemplo, "Mafalda", além de iniciar esta obra, foi um completo choque. A força que este primeiro conto imanou foi algo que não vi chegar. "Todos sabiam como as mulheres faziam fortuna" e "Não me morras nos braços" foram outros dois contos que adorei absolutamente. Mas, sem dúvida, que o meu favorito foi "Adolfo". A doçura e ingenuidade deste conto ganharam todo o meu coração. A ficção histórica, o romance e a ação deste livro são eletrizantes. Foi uma extraordinária surpresa e um tremendo prazer poder ler este livro. Termino agradecendo à autora pelo seu projeto com o rendimento do livro. Todo ele será revertido para comprar livros de novos autores portugueses com o intuito de os doar a bibliotecas públicas. Obrigado!
A autora Maria Soares de Albuquerque entrou em contacto comigo e convidou-me a ler o livro dela: Brinquedos para rapazes. Agradeço à Maria o voto de confiança.
"Brinquedos para Rapazes" é um livro de contos sobre vários temas e narrados em diversas épocas. Escritos entre 2020 e 2023. Os meus preferidos foram: A Virgem (fez-me lembrar o filme "7 Pecados Rurais") e "Não me morras nos braços" (fez-me lembrar o filme "12 anos escravo").
No geral gostei do livro. Foi uma boa estreia da Maria nas publicações. Nota-se que ela já tem um estilo muito próprio e uma escrita diversificada.
Senti dificuldades na leitura de um ou outro conto devido aos erros ortográficos. O livro pecou um bocadinho nesse aspecto. O que inevitavelmente me obrigou a baixar a classificação.
No entanto, acho que a Maria teve um início promissor. Vou ficar atenta aos novos lançamentos.
Este ebook é uma viagem intrigante pela análise das disparidades sociais ao longo do tempo. A autora apresenta-nos contos que, apesar de curtos, carregam uma profundidade que nos desafia a refletir sobre a pertinência destas desigualdades.
Cada conto é uma peça única de sátira e reflexão, que nos tira da zona de conforto e nos faz reconsiderar as liberdades e direitos que muitas vezes damos por garantidos. É uma boa leitura para quem aprecia uma narrativa que combina humor e crítica social. A escrita da Maria é crua, fluída e provocativa.
Confesso que não é o meu tipo de leitura e até o disse à própria autora antes de começar a ler e, por isso, como previ, acabei por não apreciei muito a obra, mas isso é uma questão de gosto pessoal.
Apesar disto, fico contente por ter conhecido a escrita da Maria e estou muito curiosa pelo que ela nos trará no futuro.
Um dia recebi mensagem da Maria a perguntar se estaria interessada em ler o livro dela. Fiquei bastante curiosa e aceitei de imediato. 😄
Não criei qualquer espectativa, porque nem sequer sabia qual o gênero do livro.🤓
Depois de o ler tenho a dizer-vos que o livro é composto por vários contos curtos e muito bem escritos. A Maria tem uma escrita fácil de compreender, que combina o humor e a crítica à sociedade.👏🏻
A ter que escolher um preferido escolheria o conto “As súplicas não são ouvidas, regras da casa”, mas também gostei muito do “Mafalda” e “Outubro”😋
Se tiverem curiosidade entrem em contacto com a Maria que acredito que ela tenha gosto também em disponibilizar a sua obra para incluírem nas vossas leituras.😊
Obrigada Maria por me teres escolhido como tua leitora💖
Quando recebi mensagem sobre este livro fiquei super curiosa para ler, mas sem nenhuma expectativa já que não é do género de livros que leio na maioria, agora que o terminei posso dizer que gostei muito mais do que alguma vez pensei que gostaria.
O livro é pequeno então lê-se super bem de forma rápida, a escrita é super fácil de compreender, todos os contos são diferentes mas super cativantes para continuar a ler os próximos.
Sem dúvida uma autora para acompanhar a partir daqui e um ótimo livro para recomendar sempre que me perguntarem por livros de autores nacionais.
Muito obrigada Maria Soares de Albuquerque por esta escrita incrível e pelo envio do livro!
Um livro de contos sobre mulheres fortes, mulheres que lutam pela vida. Um livro sobre mulheres fortes, mulheres que procuram melhorar a vida e fazem o que é preciso para tal acontecer.
A Maria contactou-me para eu ler o seu livro de contos e eu aceitei o desafio. Gostei muito dos contos cuja ação se passa na ditadura, foram os que mais me prenderam a atenção. "Mafalda" é um conto forte e macabro e foi, sem dúvida, o meu favorito! 😍 Algumas histórias não me cativaram tanto... Mas foi uma boa experiência de leitura.
Um mar de contos todos diferentes entre si, todos a tocar em pontos que nos deixam a refletir. Na sua maioria são retratados numa altura muito diferente da atual, mas a mensagem... Continua lá. Atual. Deliciosa. O meu favorito foi o conto "Adolfo", pela experiência com a morte que trás. Sem dúvida uma boa companhia e que recomendaria a quem não gosta de estar demasiado preso a um livro (pela diversificação de histórias).
A autora cedeu-me o ebook e não pude resistir a esta oferta! Não costumo ler este estilo de livros, mas foi um experiência interessante.
Alguns contos são mais densos e macabros, outros leves e "divertidos". O meu favorito foi o "Adolfo".
Senti que por vezes não havia tanta oportunidade de envolvência nos contos por serem muito pequeninos, talvez com algumas páginas a mais teria ficado mais investida neles.
Um conjunto de contos muito diversificado com mulheres poderosas. Algumas histórias são mais chocantes outras são apaixonantes. Gostava que algumas histórias tivessem continuação, principalmente as mais românticas! As minhas preferidas foram a história da Mafalda, a da Clare e a do William e da Margaret 🥰
A Maria é uma nova escritora com um futuro promissor, que me cedeu este seu livro de contos. Contos não é muito a minha praia, mas achei as ideias da Maria bem criativas e nota-se também um cuidado com a investigação histórica que fez, para que tudo saísse perfeito. Parabéns pelo livro, por todo o trabalho de auto-publicação, e que venham os próximos!
2⭐️Não gostei. Os contos foram escritos com pouco cuidado. Parece que a sua autora os escreveu com a sofreguidão de querer revelar o fim, com pouco cuidado em relacionar pormenores que mereciam desenvolvimento e que dariam consistência ao texto. Depois, a revisão do texto foi desleixada. Há muitos erros, falhas e gralhas que necessitam atenção.
Gostei muito de mergulhar neste livro. Não sou a maior fã de contos mas gostei como a Maria, nós faz mergulhar em casa um. Entre histórias mais bizarras e outras mais subtis é um retrato social bem intenso.
Antes de continuar queria agradecer a cedência do exemplar por parte da autora😊 foi um prazer ler os teus contos
A premissa do livro de contos remete para histórias de diversas mulheres fortes, que lutam por si contra um mundo que as desvaloriza e as tem como inferiores. Esse panorama foi o que mais me atraio e incentivou a ler
Senti que inicialmente assim foi: histórias fortes, com mulheres inteligentes e atos de cortar o fôlego. Teve um conto em particular que adorei! Tem um cão, por isso foi o meu favorito 🤭 e teve um que me impactou e deixou o coração apertadinho 🥲
Porém, pareceu-me que esta ideia que tinha se foi perdendo um pouco ao longo do livro e com alguns dos contos apresentados. Talvez eu não os tenha percebido corretamente, pois também não o género de livro que não estou habituada a ler, mas pareceu-me que esta luta destas mulheres começou a ficar em segundo plano na história de outros personagens
É um livro rápido de se ler, principalmente porque é dividido por contos e para quem gosta de capítulos pequenos, como eu 😂 foi excelente, mas não consegui apreciar o livro até ao fim
No entanto, a autora fez um trabalho maravilhoso e não posso deixar de elogiar a sua escrita 👌🏻
Um coletânea de histórias curtas que explora temas como infância, nostalgia, inocência perdida e as sombras que se escondem por trás de memórias aparentemente inofensivas.
A escrita, os detalhes… Consumi este livro e estou mesmo triste por ter terminado 😭 quero mais disto