(Age Gap + Mocinho viúvo + mocinha moradora de rua + slow burn + ele sequestra ela + presa x caçador + hot de qualidade)
Ela é Ninguém, uma moradora de rua que faz o que precisa ser feito para sobreviver. Ela sobrevive um dia por vez, até que acaba em uma situação complicada e precisa tirar a vida de um homem desconhecido, mas que descobre ser perigoso.
Ele é Lorenzo Romano, viúvo e em busca de vingança, um mafioso que recebe a missão de caçar a pessoa que assassinou um Capitão da Outfit a sangue frio.
Quando seus caminhos se cruzam, ele a sequestra, mas ao invés de entregá-la aos seus superiores, para que receba a punição devida por matar um dos seus companheiros, ele a mantém presa em sua mansão, longe de tudo e de todos, observando cada movimento dela.
Ninguém se torna o objeto de obsessão de um mafioso vingativo, e ele se transforma no quebra-cabeça mais interessante com que ela já se deparou.
Qual dos dois vai conseguir guardar seus segredos por mais tempo?
Este é um Romance Dark com temática de máfia e contém assuntos polêmicos que podem ser sensíveis para alguns leitores. A autora não apoia e nem tolera esse tipo de comportamento. Não leia se não se sente confortável com isso. LEIA OS GATILHOS.
Quantas porradas da vida iremos suportar até darmos um basta? Às vezes não entendemos a profundidade das situações e só vemos a superfície do problema. Na verdade, só vemos a dor e não conseguimos enxergar nada além dela. Mas, toda e qualquer situação existe para nos amadurecer, independente de serem boas ou ruins. Todo mundo tem uma história e elas devem ser contadas, você nasceu para um propósito, mesmo que a batalha esteja difícil em algum momento tudo fará sentindo. Ninguém é uma órfã que desde muito pequena perdeu a fé na humanidade. Aos 10 anos foi abusada pelo homem que pretendia adotá-la. E isso foi só a ponta do iceberg. Quando mais velha passou a viver de bicos e pequenos roubos, mas o dinheiro não dava. Conheceu o amor e o perdeu. Quanta coisa, né? Mas o pior estava por vir, foi presa e nada desse período foi digno de nota, apenas trouxe mais traumas e mais dores. Em uma noite qualquer pelas ruas de Chicago presenciou uma jovem sendo violentada e acabou intervindo e seu mundo já muito complicado se tornou mais caótico. Lorenzo Romano é um capitão da Outfit. Perdeu sua esposa e os sogros em um acidente de carro e acabou se tornando tutor de sua cunhada. A relação dos dois é de pai e filha e ela deu a ele um sentido para continuar. Quando um membro da Outfit foi morto de forma brutal, ele precisou investigar e acabou conhecendo Ninguém. Muitos cacos e muitas facetas. A dor por suas perdas era real, e apesar do tempo ainda estavam em carne viva. O relacionamento do casal é complicado, pois como se apaixonar por quem te aprisionou? É bem conflituoso, mas ele passava uma segurança que ela nunca sentiu na vida. É uma história que mostra feridas abertas e sujas, se curando e cicatrizado. É um amor inesperado, mas que trouxe à tona a transformação da alma. Quase como um abraçar seu eu do passado e pedir calma que a luz ainda voltaria a brilhar e iluminaria toda a escuridão de uma vida repleta de perdas. Lorenzo só precisou abrir a porta da gaiola para ver que ela ficou por amor. No final das contas, toda dor tem um porque de ser, mas espera e confia que em algum momento o jogo vira.
Dessa vez, estamos em Chicago, em uma nova série de Máfia, dessa vez a Outfit.
Conhecemos Ninguém, uma mulher de 30 anos que foi abandonada sem nem documentos aos dois anos em um orfanato e que, desde os 15 vive na rua. Ela faz o que precisa para sobreviver, vivendo o hoje, já que o amanhã não tem garantias.
Lorenzo é um capitão da Outfit que perdeu sua mulher em um acidente de carro e agora sua viva se resume em cuidar da sua cunhada (que só tinha 15 anos quando sobreviveu ao acidente) e ao seu trabalho (o dentro da lei e o fora pela mafia).
Seus caminhos se cruzam quando Ninguém resolve ajudar uma mulher que pede socorro em um beco e, sem saber, acaba matando um dos capitães da Outfit. Lorenzo fica responsável pela busca do culpado e acaba chegando na garota que o deixa mais do que intrigado e ao invés de entregá-la para a organização, ele resolve mantê-la presa em sua casa.
Eu amo a escrita da Indy e nessa vez ela arrasou mais uma vez, entregando um livro que tem tudo o que mais curto em uma leitura. A gente se emociona, sofre um pouquinho ao conhecer a história de como esse casal ficou tão quebrado, torce para que tudo dê certo, grita quando parece que as coisas vão dar errado e suspira com um final fofo e lindo - isso tudo sem esquecer das cenas quentes, que chegam nos momentos certos para a história e que completam o livro de maneira perfeita.
Um ótimo início de série, e que venha o próximo casal!!!
Queria mais páginas desse casal! Que livro bom!! Amo livro de máfia e Indy nunca deixa a desejar, na verdade deixa sim, por mais livros. Ela é uma protagonista muito forte, até eu fiquei assustada quando ela estava com medo. Lorenzo tem caráter, isso defere de outros personagens, é uma característica muito boa dele. Um viúvo de respeito! É engraçado quando as autoras avisam que é o primeiro livro de uma série, eu fico avaliando os outros possíveis protagonistas, esse tem potencial, esse nem tanto, por aí vai! Kkkk Muito ansiosa pelo próximo livro da série!! Parabéns, Indiana! Sucesso. Espero que Gael ganhe um livro também.
Indy é de uma delicadeza tão grande uma mente genuína A forma como ela escreve e descreve a história a situação a riqueza é tanta que é como se ela tivesse realmente contando algo que aconteceu de verdade Essa é aquele tipo de história que quanto mais vc ler mais vc quer saber o que vai acontecer Parabéns Vc mais uma foi brilhante
Um mafioso que não parece mafioso. Em certo momento fica parecendo que a personagem feminina prefere estar presa do que viver na rua, já que presa ela tem comida e onde dormir, eu até entendo em certo ponto isso, mas depois fica sem sentido nenhum NADA se compara a liberdade.
Diálogos que não parecem reais “ — Obrigada por tudo, Lo, especialmente por me dar essa oportunidade, por me deixar ter um futuro e me deixar sonhar.” isso poderia ser mais cringe?