Uma dama da alta sociedade paulistana e uma moça ingênua recém-chegada à cidade descobrem que não dá para ir contra o coração. Não somos melhores amigas é um romance de época sáfico doce e sensual.
São Paulo, 1899. Isis d’Ávila Almeida é uma madame riquíssima, casada e de muito prestígio. Ela leva uma vida livre de preocupações, exceto por não conseguir engravidar, o que aparentemente a torna menos mulher do que as outras damas da aristocracia.
Quando a família Bell Air chega à cidade vinda do exterior, a matriarca pede a ajuda de Isis para encontrar um marido adequado para sua filha, Alice — que, por acaso, é a moça mais bonita que Isis já viu. Com sua doçura, Alice deixa Isis fascinada desde o primeiro instante, fazendo a madame voltar a ser inundada de sensações há muito esquecidas...
Não somos melhores amigas é um romance encantador sobre o poder da paixão e sobre descobrir a felicidade de ser quem você é.
Senti que o livro, apesar de falar muito em amor, retrata mais um desejo e paixão do que amor romântico propriamente dito. Isso e o final abrupto (entendi que o livro tem duas partes, mas a primeira parte não parece completa) fizeram a experiência não ser exatamente o que eu esperava. Dito isso, é um livro muito bem escrito, me surpreendi com a qualidade da prosa. 3/5 pra mim, lerei a continuação
3,5⭐ O livro infelizmente perde pontos porque acaba DO NADA. Sem desfecho, sem resultado, sem conclusão. Não sabemos como termina a jornada da Isis e Alice como casal, como fica a vida individual de cada uma delas... Assim, fora isso, o livro é mediano para legal. Os hots são bons, mas senti que a relação das mocinhas é mais envolta de paixão e luxúria do que amor real que uma sente pela outra. Também me incomodou um pouco a personalidade da Isis. Querendo ou não, ela se aproveita da inocência da Alice em vários momentos. Tentei relevar um pouco, mas chega a me lembrar alguns romance de época héteros que eu não gosto tanto. Além disso, claro, a Ísis chega a ser desagradável em vários momentos como pessoa mesmo.
Eu não sou de ler romance, sempre acho uma chatice só. Maaas, uma romance sáfico de época me pegou, fui obrigada a ler.
E foi ótimo, eu li em dois dias porque eu to completamente lelé da cabeça e só quero ler a todo momento do dia. Mas eu adorei, achei a ambientação super interessante, se passar em 1899 super adiciona ao livro, ainda mais sendo brasileiro.
Gostei das personagens principais, gostei da história, aff gostei de tudo. Não gostei do final sem final, mas logo descobri que é uma duologia, então tudo tranquilo (se aquele fosse o final final mesmo tinha perdido uma estrela).
Mas eu inclusive quero ler a continuação, o que é raro, mas eu preciso ver as coisas se resolvereeem.
Uma história envolvente, muito bem escrita, cheia de personagens complexas (não só as protagonistas, mas todos os envolvidos na trama), cenários lindos e um romance de tirar o fôlego. Perfeito pra quem gosta de romance histórico - principalmente pros LGBTs que, assim como eu, não tiveram a chance de ser ver nos grandes clássicos da literatura. Esse é um dos meus livros sáficos nacionais favoritos e eu não vejo a hora de ler mais obras da Vanessa!
Comecei AMANDO, mas do meio pro final ficou arrastado, sem sal e fraco. Em algum momento dessa história, parece que a autora acabou se perdendo ou somente enchendo linguiça para prosseguir na escrita. Não me agradou.