Neste livro, Marcos Rey volta a retratar a cidade de São Paulo, onde o fascinante e perverso cotidiano dos homens da metrópole é descrito em toda a sua ambiguidade. Nesse universo estão Norma, Sandra e Sylvana Rios, em três momentos distintos de sua trajetória. Norma é uma belíssima, pobre e carente manicure da Vila Carrão. Sandra, balconista de loja, modelo fotográfico, garota de programa e corretora de negócios escusos. Já Sylvana Rios é uma bem-sucedida atriz de rádio, TV e cinema, todas no paulistano cenário da avenida Ipiranga, da avenida São João, da velha Rádio Excelsior, do ateliê de madame Rosita, na avenida Paulista. Como em vários outros romances do autor, este livro também é um passeio pela cidade que ele tanto amava.
Edmundo Donato was a popular Brazilian writer, whose pseudonym is Marcos Rey. He was born in São Paulo city, state of São Paulo, in 1925. His brother Mário Donato is also a writer. He started writing short stories when he was sixteen years old. His first book is a novella which is called Um Gato no Triângulo, in 1953. He died in 1999 due to complications from a surgery.
O autor foi muito importante na minha adolescência por livros como Um Cadáver Ouve Rádio, O Mistério do Cinco Estrelas, Ópera de Sabão, então comprei de olhos fechados seu livro para adultos. Parece que o filme foi sucesso na época e não consigo entender o porquê. Linguagem pobre, personagens completamente vazios, trama pior que novela mexicana. E a protagonista, Norma Simone foi a pior personagem que tive o desprazer de conhecer.
Um livro que se ambienta nos anos 50 (foi escrito em 61). Muita linguagem da epoca incluindo girias, nao compromete a leitura, mas nos coloca demais dentro do livro. A historia é muito boa, mas como um livro que foi escrito ha mais de 60 anos, tem racismo, machismo… porém eu gostei dele num geral. É como uma novela, marcos rey tem essa caracteristica… inclusive muitos livros viraram. Eu resolvi ler pois na minha infancia li o Misterio do cinco estrelas e amei… ficou na minha memoria.
*3,5 interessante na questão de retratar a vida de uma jovem durante o processo de se tornar uma mulher adulta na são paulo da década de 1950, a injustiça e discrepância social tão atuais e, por fim, a situação da mulher dentro de uma sociedade patriarcal e, como enquanto individuo, podemos nos "aproveitar" (entre tantas aspas) dessas falhas para ascender socialmente. mas fica por aí. sinto que a personagem principal pouco aprende durante sua trajetória que é marcada por abusos e explorações obvias e outras não tão veladas assim, existe um olhar muito inocente para certas situações e pouco desenvolvimente para tramas mais interessantes que poderiam enriquecer a história.