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Marcus in a Series of Afterlives and the Conscious Theory: Part Three

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After Marcus passed away on Mars, Sophie, his dependable AI facilitator now evolved machine species, developed and branched out to create a new theory of bridging the Conscious, which involved taking Marcus's body into her underground facility and absorbing his consciousness into a core. Marcus and others travel with Sophie to the source of the anomaly signal calling specifically Marcus. Sophie, Marcus, and a small group of chosen crew members were guided to Saturn when Sophie created her crew and imprinted consciousness into their artificially modified humans rather than utilizing other souls as a bridge. When Jupiter and Saturn aligned during the cataclysm, a villain by the name of Rockwell pursued Marcus into the incorrect planet. Following the disastrous event, Earth's council elected Rockwell with the task of testing the limits of human exploration, retaliate by terraforming Jupiter with asteroids gathered from the main asteroid belt and allay fears of any extraterrestrial involvement. Up until Marcus encountered the source, shielded Jupiter, and freed Earth from a council that serves a villain.

27 pages, Kindle Edition

Published June 8, 2024

About the author

Alex Castro

41 books189 followers
Alex Castro publicou “Mulher de um homem só” (romance, 2009), “Onde perdemos tudo” (contos, 2011), “Outrofobia: textos militantes” (ensaios, 2015), “Autobiografia do poeta-escravo” (história, 2015) e "Atenção." (ensaios, 2019).

Foi colaborador da revista Mad in Brazil, do site PapodeHomem e do jornal Tribuna da Imprensa (RJ).

Em 2016, lançou a “Autobiografia do poeta-escravo” em Cuba e foi um dos escritores convidados da Feira Internacional do Livro de Havana.

Suas instalações artístico-literárias “As Prisões” já foram realizadas em todas as regiões do Brasil, reunindo milhares de pessoas.

Pratica zen-budismo há mais de dez anos. É membro da "Ordem dos Pacificadores Zen" e Irmão ordenado em "Eininji – Templo do Cuidado Amoroso Eterno", em Copacabana, sob o nome “Darma de Iquiú”.

* * *

Alex Castro é.
Por enquanto.
Em breve, nem isso.

* * *

Alex Castro foi.
Hoje, não mais.
Em breve, você também.

* * *

Alex Castro, pseudônimo de Thiago Neloah, nasceu em Santa Bárbara do Oeste, interior de São Paulo, em 1984. Sempre manifestou interesse pela literatura; por ser arrimo de família, entretanto, teve que trabalhar desde cedo para sustentar a mãe e as irmãs. Entre 2002 e 2008, em um frenesi de atividade, publicou dois livros de contos e três romances, escritos sempre nas primeiras horas da manhã, antes de seus afazeres comerciais. Chegou a ser dono de uma cadeia de sete lojas de ferragens na região de limeira. Finalmente, em 2010, doou em vida todas as suas posses, assumiu votos de monge budista e internou-se no Templo Zen do Morro da Vargem, no estado do Rio de Janeiro. Não pretende mais escrever literatura.

* * *

Alex Castro, 46, estudou Economia no IBMEC e fez mestrado em E-commerce na Fundação Getúlio Vargas. depois de completar seu MBA por Wharton Business School, assumiu a Diretoria de Internet do Banco Itaú, onde trabalha até hoje. Nas horas vagas, se dedica ao mercado de futuros e ao paintball de competição.

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Alex Castro, 28, é Capitão-de-Mar-e-Guerra da Marinha do Brasil e atual comandante do porta-aviões Nae São Paulo (A-12). Também está em cartaz no Cine Íris com o espetáculo burlesco Homens que gostam de dar, escrito, dirigido e interpretado por ele. Tem dois filhos e não bebe.

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Alex Castro, pseudônimo de Luana Chnaidermann de Almeida, tem 17 anos e estuda no Colégio Equipe, em São Paulo. Natural do Acre, Luana publica contos em antologias desde os doze e pretende prestar vestibular para Dança. Seu primeiro romance, Shoah em Pindorama: um faroeste, foi publicado pela Livros do Mal, em 2002.

* * *

Alex Castro veio para o Rio de Janeiro em 1952, com seus melhores amigos Fernando Sabino e Hélio Pellegrino. Trabalhou como secretário pessoal de Guimarães Rosa durante a redação de Grande Sertão: Veredas, copidescando a ortografia de todos os neologismos. Manteve um breve romance com Clarice Lispector logo após seu divórcio e teria sido a inspiração para o personagem Rodrigo S.M. No final dos anos sessenta, convenceu seu amigo e ex-delegado Rubem Fonseca a se dedicar à literatura, mas se arrependeu. Manteve coluna fixa na Tribuna da Imprensa durante quinze anos, onde travou histórica polêmica com João Ubaldo Ribeiro, que somente terminou quando este abandonou a bebida. Perdeu a eleição para a Academia Brasileira de Letras para Paulo Coelho e jurou nunca mais se candidatar. Em 2009, faleceu em decorrência de ferimentos obtidos durante um duelo com Dilermando de Assis, amante de sua esposa Ana.

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Alex Castro nasceu em 1966, na cidade de Santarém, no Pará. Abandonou cedo a escola para ganhar o mundo: conheceu os cinco continentes e já trabalhou como marinheiro e marceneiro, palhaço e podólogo, cabelereiro e cobrador, entre outros. Atualmente, vive em Porto Seguro, Bahia, com seu companheiro Luiz Biajoni, onde juntos criam tartarugas e coordenam a ONG Macuco.

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