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Ela à imagem dele: A identidade feminina à luz do caráter de Deus

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Esqueça por um instante que é um livro o que você tem em mãos. Sim, considere que está simplesmente tomando um café de inigualável aroma e comendo um delicioso pedaço de bolo, na companhia de sua melhor amiga...

Essa é a sensação que Ela à imagem dele lhe proporcionará. Francine Veríssimo Walsh conduz uma conversa pausada, empática e cheia de significado sobre Deus, e como ao buscar conhecê-lo melhor acabamos por descobrir a nós mesmas.

Francine sabe que a condição da mulher na sociedade atual é alvo de debates acalorados que, em grande medida, desprezam uma abordagem cristocêntrica, gerando distorções profundas na autoimagem da mulher.

Ao ajustar o foco, Francine ressalta o valor da feminilidade bíblica exaltando o privilégio de sermos simplesmente filhas.

Somos dignas. Somos amadas. Somos redimidas. Somos cooperadoras de Deus.

Não há bênção maior.

254 pages, Kindle Edition

Published July 17, 2024

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About the author

Francine Veríssimo Walsh

6 books26 followers

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Community Reviews

5 stars
109 (71%)
4 stars
36 (23%)
3 stars
5 (3%)
2 stars
2 (1%)
1 star
1 (<1%)
Displaying 1 - 23 of 23 reviews
Profile Image for Morgana Mendonça dos Santos .
Author 6 books16 followers
May 7, 2022
Um grande livro! Não que eu concorde com todos os pontos em todos os níveis. Concordo com quase tudo, contudo um “quase” significativo pra mim.

Vibrei com a leitura, chorei com a leitura. Eu diria que não há um livro onde fica estabelecido os extremos da feminilidade no contexto que vivemos em nosso país.

Tenho uns capítulos preferidos.

Ao vê-la, quem sabe um dia, darei um abraço na Francine e direi: obrigada! Alguns capítulos foram um bálsamo na minha alma: Jesus quer a rosa!

SDG
Profile Image for Maressa.
49 reviews1 follower
January 25, 2023
Uma leitura leve, porém profunda. Durante todo o livro me senti em uma conversa com a Francine, recebendo ensinamentos valiosos, refletindo sobre quem sou em Cristo e em como sou amada pelo próprio Amor! Me emocionei, ri e agradeci pela alegria de ser Filha do Altíssimo. Livro maravilhoso, gostaria que todas minhas amigas e irmãs lessem ao menos uma vez.

"É tempo de nos enxergarmos como realmente somos, pela graça — livres para voar. Voemos, irmãs amadas! Voemos!"
Profile Image for Fernanda Lameira.
34 reviews1 follower
June 21, 2022
Eu acompanho a Francine há um tempo pelas redes sociais e amo o estilo de escrita que ela utiliza: como se estivesse conversando com uma amiga próxima.
Assim como os outros ebooks, estudos, posts e vídeos feitos por ela que já consumi, esse livro me emocionou por me fazer relembrar dos atributos de Deus (sua justiça, misericórdia, fidelidade através da aliança, etc.) de forma prática, relacionando-os com situações do nosso dia-a-dia.
Super recomendo a leitura (para homens e mulheres), que trata de um tema extremamente relevante e ajuda mulheres cristãs a se posicionarem de forma firme em meio a uma cultura que busca descontruir tudo o que é pregado nas Escrituras.
Profile Image for Isabella Vidal.
14 reviews1 follower
June 9, 2022
Ainda não consegui digerir o quão incrível é esse livro. Ele é lindo, profundo, forte, impactante, abrangente. Ao mesmo tempo que dá aulas sobre os assuntos que trata, faz você se sentir sentada em um café conversando com a autora - exatamente como ela deseja e propõe logo no início do livro. É muito bem escrito, de fácil compreensão e muito bem fundamentado. Ele acolhe e abraça as principais questões acerca do tema "mulher". É impossível não chorar - e um bônus foi ouvir Francine narrando seu próprio livro e chorando muito em certas partes - ah, como essas foram mais difíceis.

E só pra deixar algumas frases do livro:
(Se considerar como spoiler, não leia a partir daqui)


"Podemos definir beleza como aquilo que agrada aos olhos, em primeira instância. Mas a verdadeira beleza consiste naquilo que agrada à alma. A beleza de Jesus não agradava aos olhos, mas é a única capaz de agradar à alma."

"...toda mulher é imago dei ainda que ela não o saiba ou reconheça. Esse é o nosso começo, mulheres, um começo declarado pelo próprio Deus como muito bom."

"Precisamos ser irmãos e irmãs, uma família de diferentes que foi chamada para adorar ao seu Deus em conjunto por toda a a eternidade. Nesse futuro glorioso, ambos os sexos terão seus olhos enxugados de toda lágrima e renderão eternos louvores ao Deus que vencerá de uma vez por todas o mau e cessará toda dor, toda doença, todo pecado, todo abuso, todo preconceito, todo machismo, todo feminismo, todo aborto, toda morte."
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for Gabriela Lacerda.
23 reviews1 follower
July 27, 2022
Profundo, teologicamente rico, amável, esclarecedor!
Francine V. Walsh abraça cada mulher brasileira (em suas diversas realidades e particularidades) por meio de cada palavra escrita e aponta para o Deus Criador e suas verdades eternas.
Queria que todas tivessem a oportunidade de ler Ela à imagem dele.


Profile Image for Joice.
3 reviews
June 26, 2024
Acompanho a Francine nas redes sociais há algum tempo e estava ansiosa pelo livro, principalmente porque acompanhei as diversas pesquisas que ela fez sobre livros de feminilidade. Nenhum livro estava suficientemente bom, ou à sua altura, por isso hoje ela só recomenda a própria obra. Por causa das severas críticas, minha expectativa estava altíssima, porque pensei que leria uma obra séria e bem fundamentada. Me enganei.

Francine navega por conceitos antigos e ao mesmo tempo contraditórios. A tentativa da autora em reconciliar visões só trouxe uma ideia muito ruim de como é sacrificar a transparência para se encaixar no status quo. Ela não dialoga com autores complementaristas, mas os corrige quando diverge por entender que não seria teologicamente aceita naturalmente apesar de seus esforços. Por isso, parte para o ataque igualitaristas, enquanto defende certa unidade entre as visões. A contradição não é tão inocente quanto parece.

No entanto, preciso concordar que dar a cara a tapa declarando a obviedade “o trabalho feminino deve ser respeitado”, pode ter sido uma novidade trazida pela autora para seu restrito círculo teológico reformado, e até ter incomodado complementaristas rígidos. Isso não torna o livro mais equilibrado quanto se autodeclara; apenas cede pontos pela coragem da autocrítica (mínima e óbvia, afinal). Não deixa de ser uma análise extremamente descolada da realidade da mulher brasileira. A questão mais parece lidar com uma expectativa de círculos reformados midiáticos e posts virais nas redes sociais do que com a realidade. No Brasil não há uma cultura de trabalho doméstico tão encorajado como nos EUA, e talvez aí a autora tenha se confundido. A dupla-jornada é uma questão muito mais comum do que ser “dona de casa” como algo virtuoso. A autora falhou em pesquisar mais sobre o que a cultura feminina das suas leitoras brasileiras poderia ter a oferecer para suas pesquisas. Ainda assim, é o ponto alto do livro e o argumento mais útil oferecido para o tema da feminilidade bíblica complementarista.

É uma tristeza que os primeiros capítulos do livro tenham deixado a leitura tão entediante, mas insisti. Relevei as cansativas comparações de feminilidade com flores e abelhas. No capítulo sobre beleza, não fala muito sobre beleza, mas preenche com definições de identidade deslocadas. Quando fala de beleza, insinua que Jesus era feio. Não consigo definir em quão preguiçosa é essa análise. Ao tentar valorizar a beleza interior, tratou a beleza exterior como quase inexistente. Nisso se equipara ao pensamento esquerdista que busca repudiar.

Algo muito mais preocupante é notável: a vinculação da identidade feminina repleta de ataques à questão da tr4nsexualid@d3. Por que insistir tanto lidando com essa séria questão de forma tão leviana e combativa, principalmente se esse não é o foco do livro? Espera-se que uma autora tenha responsabilidade ao entender os limites de seu conhecimento, o que não foi o caso. Afirmar sua identidade feminina não precisa passar pela invalidação transfóbica.

Alguns atos falhos curiosos passam a ideia de que a autora não tem noção de quão afastada está do que ela mesma defende. Ao dizer que a mulher é uma ajuda absolutamente necessária provada pela ordem criacional, está aniquilando a possibilidade de qualquer liderança sem a ajuda feminina, o que ela não defende oficialmente.

Inclusive, o capítulo sobre o feminismo é a pior forma possível de ficar em cima do muro. Talvez isso não seria um problema se ela não estivesse se contradizendo o tempo todo. A autora chega a dizer que apenas quem não compreende “Deus e a Santa Lei” suficientemente que acredita no feminismo, e essa é a tese do capítulo. No entanto, ao focar numa questão meramente ideológica, a autora ignora mais uma vez a factualidade das questões — como História e Direito. Qualquer pessoa que tiver o mínimo de noção de interdisciplinaridade consegue desmontar a falácia desse argumento. Existem muitas maneiras de criticar o feminismo, mas ela escolheu o mais óbvio.

Sem falar que a autora atribui uma citação de uma grande pregadora à própria amiga. Amadorismo editorial.

É bem claro que faltou alguém que a ajudasse a analisar a obra de maneira imparcial e apontasse essas contradições. A autora tenta falar de teologia, justiça social, e cultura, e transita entre eles de forma confusa (e nos que não tem conhecimento, de maneira leviana). Talvez a humildade seja uma virtude necessária para a obra. O livro da Francine não passaria pelo rígido crivo da Francine.
Profile Image for Eliceli Bonan.
74 reviews17 followers
April 23, 2022
A autora organiza o livro a partir de aspectos do caráter de Deus (beleza, vida, ira, ordem, criatividade, etc) e o que eles implicam para a feminilidade. É o mais atual e honesto dentre os livros sobre a temática que já li.

A leitura e fluida, agradável. Os argumentos são bem organizados e apresentam de forma clara as posições teológicas que defende.

Pontos positivos no conteúdo:
- Questiona os modelos de feminilidade florida e romântica, saída de um livro de Jane Austen, e o que chama de feminilidade exclusiva (só é possível ser mulher de fato se nos encaixamos em determinado padrão de personalidade, conduta, escolhas, estilo pessoal, etc). Propõem-se a ampliar o modelo e ser inclusiva a mulheres cristãs com diferentes vidas.
- Faz uma discussão honesta, equilibrada e bastante sensata em relação ao feminismo. Concordo que é preciso admitir que, embora o feminismo teórico é muitas vezes questionável, sem o feminismo prático nós mulheres ainda hoje estaríamos em lugares de total ausência de direitos).

O que não gostei tanto:
- Em vários momentos, acaba reforçando os mesmos estereótipos que inicialmente diz que pretende combater. Na estrutura e assuntos escolhidos, na discussão, nos exemplos usados, especialmente na segunda metade do livro, há um modelo de feminilidade casada, com filhos, do lar, com ministério específicos na igreja. Repetem-se lugares comuns, o que é pouco útil, e às vezes um peso, para as mulheres que não estão neste perfil.
- Senti falta de aplicações mais amplas, trazendo de fato a inovação que promete. Afinal, falar em feminilidade não se reduz a falar de beleza, casamento, filhos e atuação na igreja, certo? Qual de nós, na vida real, só fala sobre isso ou peocupa-se apenas com essas temáticas/papéis?

Cadê as mulheres na vida civil, ou vivendo suas missões de vida de tantas e tantas outras formas, ordinárias, extraordinárias? A história é repleta de exemplos de mulheres cristãs que tiveram vidas marcantes e inspiradoras principalmente por seu amor a Jesus, não pelos papéis sociais que ocuparam. Muitas delas, do contrário, para poder viver uma vida de obediência e fé, desafiaram a ordem social de seu tempo ainda em épocas em que "empoderamento feminino" era uma viagem ao futuro.

De toda forma, recomendo a leitura, pois o livro é, com certeza, um avanço dentro da discussão. Fiquei assustada que alguns assuntos ainda precisem ser mencionados (ex: ser mulher cristã implica um código de vestimenta florido e esvoaçante) e cheguei às últimas páginas sonhando com o dia em que a existência feminina cristã, na literatura, avance além dos reducionismos.
Profile Image for Thaislane Xavier.
3 reviews
September 23, 2023
Tava indo tudo bem como livro, algumas coisas com as quais eu não concordava 100%, mas até aí nada d+. Até que chego no capítulo sobre sexualidade feminina e a autora me traz a genealogia de Jesus, colocando a Virgem Santíssima como uma mulher que cometeu pecado sexual e que, assim engravidou adolescente antes de se casar. E colocou esse como um motivo pelo qual ela seria uma mulher improvável de ser escolhida por Deus. Ela só esquece de um dogma BÍBLICO básico: Maria era, sempre foi e sempre será VIRGEM e CASTISSÍMA, o mesmo evangelho que conta da genealogia de Jesus fala que ela concedeu por virtude do Espírito Santo. Se quisermos ir além Lucas 1;26-35: No sexto mês, o anjo Gabriel foi ENVIADO POR DEUS [...] 27 a uma VIRGEM [...] 28Entrando, o anjo disse-lhe "Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo". [...] 34 Maria perguntou ao anjo: "Como se dara isso, pois não conheço homem?".35 Respondeu-lhe o anjo: "O Espírito Santo descerá sobre ti ".
Essa são palavras da escritura, então colocar como se Maria tivesse engravidado "na adolescência e fora do casamento" por pecado sexual é uma afronta e uma blasfêmia sem tamanho. O ponto da autora até aqui era válido, não é porque você pecou sexualmente que você não é digna de Cristo e sua misericórdia, mas dar como exemplo a MÃE de Deus que a própria bíblia chama de virgem e que fala que não conhece homem é forçar a barra!
Profile Image for Amanda Engelhardt.
31 reviews2 followers
January 10, 2026
É um livro que cumpre com maestria o seu objetivo: "trazer calreza bíblica acerca de quem Deus é e, assim, esclarecer quem nós somos como mulheres" (p. 207).

Francine deixa claro no início que cada assunto tratado daria um livro à parte, mas ela discorre muito bem sobre o que propõe em cada capítulo.

Gostei muito da forma como a autora apresentou atributos de Deus e os relacionou com alguma condição feminina. Os títulos dos capítulos são geniais.

Além disso, "Ela à imagem dele" é um livro que, apesar de lidar com algumas situações duras e complicadas, transborda graça em suas páginas.

Terminei essa obra com vontade de conhecer mais o meu Criador e um pouco mais feliz por Ele ter me feito mulher (e também me dado uma filha).
Profile Image for Laura Melo.
6 reviews
May 31, 2024
Leitura prazerosa pela forma e pelo conteúdo. Francine trata de temas diversos em torno da identidade feminina à luz da Bíblia, apresentando posicionamentos saudáveis e bem fundamentados. Essa obra compila verdades importantes que têm sido sutilmente (ou não) distorcidas em meio à igreja cristã e ao mundo, de maneira que contribui muito para a formação de uma cosmovisão centrada em Deus e em seus atributos como a base para compreender e experimentar a feminilidade. Só tenho a agradecer e recomendar!
Profile Image for Maria.
9 reviews
July 29, 2022
A impressão ao ler o livro é de conversar com a autora enquanto tomamos um xícara de café. Francine escreve de forma delicada, compassiva e lúcida sobre assuntos que não são fáceis de serem discutidos, mas são extremamente necessários. É um ótimo livro de uma forma geral, cheio de verdades bíblicas e de beleza.
Profile Image for Tori Albuquerque.
41 reviews
May 9, 2023
Achei. Finalmente achei o livro que vou recomendar para todas aquelas que se sentem confusas quanto à maneira como Deus as enxerga. É um livro completo, com profundidade e sensibilidade. Que alegria poder ler as boas novas encontradas nestas páginas! Uma benção ❤️
Profile Image for Joice.
3 reviews
June 26, 2024
Acompanho a Francine nas redes sociais há algum tempo e estava ansiosa pelo livro, principalmente porque acompanhei as diversas pesquisas que ela fez sobre livros de feminilidade. Nenhum livro estava suficientemente bom, ou à sua altura, por isso hoje ela só recomenda a própria obra. Por causa das severas críticas, minha expectativa estava altíssima, porque pensei que leria uma obra séria e bem fundamentada. Me enganei.

Francine navega por conceitos antigos e ao mesmo tempo contraditórios. A tentativa da autora em reconciliar visões só trouxe uma ideia muito ruim de como é sacrificar a transparência para se encaixar no status quo. Ela não dialoga com autores complementaristas, mas os corrige quando diverge por entender que não seria teologicamente aceita naturalmente apesar de seus esforços. Por isso, parte para o ataque igualitaristas, enquanto defende certa unidade entre as visões. A contradição não é tão inocente quanto parece.

No entanto, preciso concordar que dar a cara a tapa declarando a obviedade “o trabalho feminino deve ser respeitado”, pode ter sido uma novidade trazida pela autora para seu restrito círculo teológico reformado, e até ter incomodado complementaristas rígidos. Isso não torna o livro mais equilibrado quanto se autodeclara; apenas cede pontos pela coragem da autocrítica (mínima e óbvia, afinal). Não deixa de ser uma análise extremamente descolada da realidade da mulher brasileira. A questão mais parece lidar com uma expectativa de círculos reformados midiáticos e posts virais nas redes sociais do que com a realidade. No Brasil não há uma cultura de trabalho doméstico tão encorajado como nos EUA, e talvez aí a autora tenha se confundido. A dupla-jornada é uma questão muito mais comum do que ser “dona de casa” como algo virtuoso. A autora falhou em pesquisar mais sobre o que a cultura feminina das suas leitoras brasileiras poderia ter a oferecer para suas pesquisas. Ainda assim, é o ponto alto do livro e o argumento mais útil oferecido para o tema da feminilidade bíblica complementarista.

É uma tristeza que os primeiros capítulos do livro tenham deixado a leitura tão entediante, mas insisti. Relevei as cansativas comparações de feminilidade com flores e abelhas. No capítulo sobre beleza, não fala muito sobre beleza, mas preenche com definições de identidade deslocadas. Quando fala de beleza, insinua que Jesus era feio. Não consigo definir em quão preguiçosa é essa análise. Ao tentar valorizar a beleza interior, tratou a beleza exterior como quase inexistente. Nisso se equipara ao pensamento esquerdista que busca repudiar.

Algo muito mais preocupante é notável: a vinculação da identidade feminina repleta de ataques à questão da tr4nsexualid@d3. Por que insistir tanto lidando com essa séria questão de forma tão leviana e combativa, principalmente se esse não é o foco do livro? Espera-se que uma autora tenha responsabilidade ao entender os limites de seu conhecimento, o que não foi o caso. Afirmar sua identidade feminina não precisa passar pela invalidação transfóbica.

Alguns atos falhos curiosos passam a ideia de que a autora não tem noção de quão afastada está do que ela mesma defende. Ao dizer que a mulher é uma ajuda absolutamente necessária provada pela ordem criacional, está aniquilando a possibilidade de qualquer liderança sem a ajuda feminina, o que ela não defende oficialmente.

Inclusive, o capítulo sobre o feminismo é a pior forma possível de ficar em cima do muro. Talvez isso não seria um problema se ela não estivesse se contradizendo o tempo todo. A autora chega a dizer que apenas quem não compreende “Deus e a Santa Lei” suficientemente que acredita no feminismo, e essa é a tese do capítulo. No entanto, ao focar numa questão meramente ideológica, a autora ignora mais uma vez a factualidade das questões — como História e Direito. Qualquer pessoa que tiver o mínimo de noção de interdisciplinaridade consegue desmontar a falácia desse argumento. Existem muitas maneiras de criticar o feminismo, mas ela escolheu o mais óbvio.

Sem falar que a autora atribui uma citação de uma grande pregadora à própria amiga. Amadorismo editorial.

É bem claro que faltou alguém que a ajudasse a analisar a obra de maneira imparcial e apontasse essas contradições. A autora tenta falar de teologia, justiça social, e cultura, e transita entre eles de forma confusa (e nos que não tem conhecimento, de maneira leviana). Talvez a humildade seja uma virtude necessária para a obra. O livro da Francine não passaria pelo rígido crivo da Francine.
Profile Image for Milena Borges.
52 reviews
August 31, 2025
Meu Deus, falar sobre o livro omg!
Eu acho que foi a primeira vez que eu tive de fato um
"encontro" sobre feminilidade cristã, nunca tinha lido, nem se quer assistido algo sobre, então foi a primeira vez que eu vi algo que falasse de feminilidade, e que livro para começar!
eu sempre achei um pouco chato e estranho livros que queriam impor que a forma como a pessoa pensava era a certa, sabe aqueles livros que fala a forma como ela pensa e ABOMINA qualquer mínimo que você faça de diferente? sempre tive muita dificuldade com livros assim até pq você sente uma culpa sobre algo que não deveria pq Cristo já te perdoou, então quando eu li esse livro, eu achei tão lindo pelo fato de você não se sentir julgada, você sabe que está errada, mas não tem aquele sentimento de culpa envolvido, e isso para mim é super lindo na autora.
Todos os assuntos que ela tratou foi muito valioso para mim, eu ia falar algum específico que eu queria destacar mas não consegui escolher só um, acho que o primeiro que de fato me pegou assim foi o da feminilidade exclusiva, principalmente por ser algo que eu estava pensando nas últimas semanas por não me enquadrar naquelas meninas que vemos como super femininas cristã e afins, alguns outros que eu fiquei super UAU, foram o de ministério, maternidade, trabalho e sexualidade (sinto que estou esquecendo algum), mas esses foram muito valiosos e muito marcantes também, a forma como ela entende o que pode acontecer e não simplesmente aponta um dedo na cara de alguém é muito lindo sério!
Enfim, não sei mais o que comentar hahaha, mas foi incrível e quero ler novamente
Profile Image for jieun.
59 reviews
October 2, 2025
A maneira que a Francine escreve é tão linda. Aprecio muito como ela pensa muito no público que vai ler os livros dela sem perder a essência de escrever os livros dela baseados na Palavra.
Displaying 1 - 23 of 23 reviews

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