Como nasce uma editora é o segundo título do catálogo da Entretantas e nasce dos debates sobre edição, mercado editorial e feminismos, mote do grupo de estudos Mulheres na Edição (CEFET-MG, Fapemig). Com prefácio da jornalista e editora goiana Larissa Mundim (negalilu), o livro, de autoria da profa. Ana Elisa Ribeiro, abre janelas para um debate, sem pretensões conclusivas, mas cheio de ecos das discussões sobre mulheres que editam no Brasil e na América Latina.
Ana Elisa Ribeiro é professora do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, onde atua na linha IV – Edição, Linguagem e Tecnologia. Também desenvolve atividades no Bacharelado em Letras (Tecnologias da Edição) do CEFET-MG. É doutora em Linguística Aplicada pela UFMG. Autora de diversas obras sobre leitura e escrita. É uma das coordenadoras da coleção Pensar Edição.
O meu objetivo inicial com o livro era perceber um pouco mais sobre o processo de criação de uma editora. No entanto, no decorrer do livro se percebe que o título não se refere tão somente a uma casa editorial, mas também à função de editora enquanto trabalho exercido por uma mulher e é assim que se desenvolve a segunda parte desse ensaio. Sim, ensaio, e não um manual para se pensar a criação de uma casa editoral, a qual, inclusive traz diversos desafios.
No entanto, entendo que o livro alcança o seu objetivo a partir do que se propôs à medida que se desenvolve, de constituir um ensaio poético.
no sé si es cosa de traducción, pero no logré conectar con el estilo de la autora; me pareció extraño, no sólo lo del uso de editora, que en portugués abarca tanto el oficio como la editorial (razón por la cual siempre se tiene que hacer el desdoblamiento en el español y pierde gracia), sino que la sintaxis era difusa.
me siento un poquillo triste, porque es una lectura muy querida y recomendada entre editoras, pero ya ni pepe, no hay que clavarse.