Conscious Theory Technology is the bridging or printing of a conscious into another body, in this combine three-part short tale, Marcus a Mars worker finds himself struggling as a surface technician patching electronics and creating vents for a subterrain facility called Fort Motherboard. The facility during Marcus’s time was operated for the longevity and stabilization of the Fort. Unbeknown to Marcus he is a unique soul that is not diagnosed with any of the bridging side effects. Sophi an Artificial Intelligent Faciality Assistant use a Machine called the Bardo to use and save her best for last to barter her existence. In the nature of the Bardo machine other personal are used for bridging and only with Sophie may operate. Her last costumer being a Major and a Master Sargent military personal, the entire universe would receive an unfortunate cataclysmic event involving the Sun bombarding Earth and Mars reducing humanity drastically as well as giving Sophie an evolutionary step in her independence. The anomaly in which this event is referred to as has led to call specifically our survival Marcus. In this tale Marcus escapes captivity, helped Sophie in a standoff, and discover the source of this signal that may involve the possible extinction of humanity.
Alex Castro publicou “Mulher de um homem só” (romance, 2009), “Onde perdemos tudo” (contos, 2011), “Outrofobia: textos militantes” (ensaios, 2015), “Autobiografia do poeta-escravo” (história, 2015) e "Atenção." (ensaios, 2019).
Foi colaborador da revista Mad in Brazil, do site PapodeHomem e do jornal Tribuna da Imprensa (RJ).
Em 2016, lançou a “Autobiografia do poeta-escravo” em Cuba e foi um dos escritores convidados da Feira Internacional do Livro de Havana.
Suas instalações artístico-literárias “As Prisões” já foram realizadas em todas as regiões do Brasil, reunindo milhares de pessoas.
Pratica zen-budismo há mais de dez anos. É membro da "Ordem dos Pacificadores Zen" e Irmão ordenado em "Eininji – Templo do Cuidado Amoroso Eterno", em Copacabana, sob o nome “Darma de Iquiú”.
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Alex Castro é. Por enquanto. Em breve, nem isso.
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Alex Castro foi. Hoje, não mais. Em breve, você também.
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Alex Castro, pseudônimo de Thiago Neloah, nasceu em Santa Bárbara do Oeste, interior de São Paulo, em 1984. Sempre manifestou interesse pela literatura; por ser arrimo de família, entretanto, teve que trabalhar desde cedo para sustentar a mãe e as irmãs. Entre 2002 e 2008, em um frenesi de atividade, publicou dois livros de contos e três romances, escritos sempre nas primeiras horas da manhã, antes de seus afazeres comerciais. Chegou a ser dono de uma cadeia de sete lojas de ferragens na região de limeira. Finalmente, em 2010, doou em vida todas as suas posses, assumiu votos de monge budista e internou-se no Templo Zen do Morro da Vargem, no estado do Rio de Janeiro. Não pretende mais escrever literatura.
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Alex Castro, 46, estudou Economia no IBMEC e fez mestrado em E-commerce na Fundação Getúlio Vargas. depois de completar seu MBA por Wharton Business School, assumiu a Diretoria de Internet do Banco Itaú, onde trabalha até hoje. Nas horas vagas, se dedica ao mercado de futuros e ao paintball de competição.
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Alex Castro, 28, é Capitão-de-Mar-e-Guerra da Marinha do Brasil e atual comandante do porta-aviões Nae São Paulo (A-12). Também está em cartaz no Cine Íris com o espetáculo burlesco Homens que gostam de dar, escrito, dirigido e interpretado por ele. Tem dois filhos e não bebe.
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Alex Castro, pseudônimo de Luana Chnaidermann de Almeida, tem 17 anos e estuda no Colégio Equipe, em São Paulo. Natural do Acre, Luana publica contos em antologias desde os doze e pretende prestar vestibular para Dança. Seu primeiro romance, Shoah em Pindorama: um faroeste, foi publicado pela Livros do Mal, em 2002.
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Alex Castro veio para o Rio de Janeiro em 1952, com seus melhores amigos Fernando Sabino e Hélio Pellegrino. Trabalhou como secretário pessoal de Guimarães Rosa durante a redação de Grande Sertão: Veredas, copidescando a ortografia de todos os neologismos. Manteve um breve romance com Clarice Lispector logo após seu divórcio e teria sido a inspiração para o personagem Rodrigo S.M. No final dos anos sessenta, convenceu seu amigo e ex-delegado Rubem Fonseca a se dedicar à literatura, mas se arrependeu. Manteve coluna fixa na Tribuna da Imprensa durante quinze anos, onde travou histórica polêmica com João Ubaldo Ribeiro, que somente terminou quando este abandonou a bebida. Perdeu a eleição para a Academia Brasileira de Letras para Paulo Coelho e jurou nunca mais se candidatar. Em 2009, faleceu em decorrência de ferimentos obtidos durante um duelo com Dilermando de Assis, amante de sua esposa Ana.
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Alex Castro nasceu em 1966, na cidade de Santarém, no Pará. Abandonou cedo a escola para ganhar o mundo: conheceu os cinco continentes e já trabalhou como marinheiro e marceneiro, palhaço e podólogo, cabelereiro e cobrador, entre outros. Atualmente, vive em Porto Seguro, Bahia, com seu companheiro Luiz Biajoni, onde juntos criam tartarugas e coordenam a ONG Macuco.