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Ascensão e triunfo do self moderno

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Todos nós temos a consciência de sermos um self. Basicamente, isso se conecta ao nosso senso de individualidade. Estou ciente de que eu sou eu e não, digamos, George Clooney ou Donald Trump. Mas, neste livro, uso o termo para significar mais do que simplesmente um nível básico de autoconsciência. Para mim, ser um self, no sentido que estou usando o termo neste livro, envolve uma compreensão de qual é o propósito da minha vida, do que constitui uma vida boa, de como eu me entendo – meu self – em relação aos outros e ao mundo ao meu redor.

522 pages, Kindle Edition

Published July 12, 2024

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About the author

Carl R. Trueman

95 books534 followers
Carl R. Trueman (PhD, University of Aberdeen) is the Paul Woolley Professor of Church History at Westminster Theological Seminary and pastor of Cornerstone Presbyterian Church (OPC) in Ambler, Pennsylvania. He was editor of Themelios for nine years, has authored or edited more than a dozen books, and has contributed to multiple publications including the Dictionary of Historical Theology and The Cambridge Companion to Reformation Theology.

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Profile Image for Anderson Paz.
Author 4 books19 followers
April 11, 2025
No livro “Ascensão e triunfo do self moderno”, Carl Trueman discute como a revolução sexual e a mudança de percepção da própria identidade impactaram o imaginário e as instituições tradicionais das sociedades ocidentais.

No séc. XX, o “homem psicológico” passou a buscar significado dentro de si para ser satisfeito interiormente. A cultura e as instituições deveriam ser modeladas pelos gostos e vontades subjetivas do ser humano. O indivíduo buscou se expressar, adequando a sociedade à sua subjetividade.

O bem-estar e os sentimentos dos indivíduos se tornaram os fundamentos para a moral e para as instituições sociais. A ordem moral tradicional foi atacada, não restando base comum para o julgamento sobre certo e errado. Aqui ergueram-se os muros da “guerra cultural”.

Rousseau lançou as bases do self moderno. Para ele, a sociedade cria restrições que suprimem e sufocam desejos e instintos naturais, tornando a vida “inautêntica”. Em Rousseau, a liberdade é ser “autêntico” e orientado pelos próprios sentimentos, afirmando-se contra a sociedade.

Depois das marteladas de Nietzsche, Marx e Darwin contra a crença em uma natureza humana estável, Freud posicionou a sexualidade como aspecto central na definição da identidade humana. Na luta contra o “mal-estar da civilização”, Marcuse definiu a liberdade sexual como meio para ser autêntico e subverter a ordem capitalista.

O resultado dessa marcha do “homem psicológico” tem sido a era mais moralmente frouxa da história humana. Trata-se de uma revolução que alcança mídias culturais, decisões judiciais e identitarismo político. Uma era sem fundamentos sólidos que, incapaz de construir pontes, só levanta muros.
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