Antes da edição anterior de Besouro Azul eu nunca tinha lido uma história solo do personagem (as fases anteriores não foram publicadas no Brasil, a não ser a fase dos Novos 52, que era muito ruim). Eu gostei muito dessa nova fase: tem tudo que eu gosto, um personagem principal cativante, subtramas e personagens coadjuvantes bem usados. Vale destacar que a equipe criativa é toda de latinos, trazendo representatividade para a representação de um personagem que também é latino, Jaime Reyes. Os desenhos de Adrian Gutierrez são muito expressivos e lembram um pouco o exagero dos mangás, mas com características próprias. Este segundo encadernado foi um pouco menos divertido que o primeiro, por ser centrado mais nas ameaças do Escaravelho Sangrento, uma antítese do Besouro Azul, mas ainda assim vale bastante a leitura. Se o filme do Besouro Azul trouxe alguma coisa boa para o personagem foi essa ótima fase em quadrinhos.