Dizem que os melhores ensinamentos são aqueles que, depois de apreendidos, nos parecem óbvios. Assimilamos e adicionamos à nossa experiência como se sempre tivessem estado lá, e não sabemos bem como não tínhamos chegado a essas conclusões antes.
Mas antes de serem óbvios até para a pessoa que os transmitiu, foram resultado de anos de estudo, de apontamentos, de reflexões, de tertúlias e de inquietações no subconsciente - depois de ler este livro, é assim que imagino os anos da Ana e, na verdade, é o imaginário que tenho sempre em mente quando leio, na sua newsletter, “ideias que passaram este mês pelos meus cadernos”. Cada texto seu faz-me ficar fascinada pelo poder de síntese que exibe, e pela facilidade em “separar o trigo do joio” com tanta maestria (ou, como se diz tanto nesta era digital, curadoria).
Sendo assumidamente fã do seu trabalho, sinto-me lisonjeada por ter tido a oportunidade de ler este livro antes de vir para o mundo - mundo esse que precisa, desesperadamente, de estratégias e de técnicas para voltar a imaginar a vida sem um “anti-ócio” no bolso. É um tema que me intriga e fascina pela sua aparente simplicidade, mas inegável complexidade.
Vou precisar de algumas caminhadas e de variadas tarefas domésticas para digerir estes ensinamentos - óbvios após interiorizar, mas nem por isso mais fáceis de aplicar.
Obrigada por esta leitura, Ana! 💛