Este livro analisa as mudanças da vida rural na Galiza durante a ditadura franquista e o processo de mudança de regime político. Recolhe experiências de repressão, de desigualdade e de luta, e situa a sua compreensão num quadro específico de relações sociais. Estratégias de sobrevivência e de solidariedade são significadas num contexto que exige a força de trabalho camponês continuar a ser para deixar de ser.
A partir de testemunhos pessoais e da análise histórica, oferece-se uma visão abrangente de como a forma de organização social capitalista, no seu transformar-se, afetou profundamente a estrutura social, económica política e cultural das comunidades rurais do país. De como, no continuar a ser e no deixando de ser, as comunidades camponesas empurraram e empurram os limites do possível.
ALBA DIAZ GEADA es Licenciada en Historia (2008), Máster en Historia Contemporánea (2009) y doctora en Historia Contemporánea (2013) por la Universidade de Santiago de Compostela con la tesis Mudar en común. Cambios económicos, sociais e culturais no rural galego do franquismo e da transición (1959-1982). Ha sido investigadora Postdoctoral en el Laboratoire d´Etudes Rurales (Université Lyon 2, 2014) y en el Program in Agrarian Studies (Yale University, 2014-2016), gracias a las Axudas de apoio á etapa de formación postdoutoral das universidades do SUG. Investigadora Postdoctoral Juan de la Cierva Incorporación (2018-2019)-, en la Universidade de Santiago de Compostela. Esta obra colectiva se enmarca dentro del proyecto Comunidad, conflicto y transformación social en las sociedades rurales contemporáneas, que pudo desarrollar gracias a dicha financiación pública (Ref. IJCI-2016-28012). Es miembro del Grupo de Investigación HISTAGRA y coordinadora editorial de la revista Historia Agraria. Actualmente es Profesora Ayudante Doctora en el Departamento de Filosofía y Antropología Social (Universidade de Santiago de Compostela, Campus de Lugo).