No limiar da morte, Constanta é salva por um estranho, misterioso e elegante homem que a transforma de uma filha do ferreiro de uma aldeia na Roménia medieval numa esposa perfeita de um rei imortal. No entanto, quando Drácula envolve uma mulher aristocrata e um ator sem dinheiro na sua teia de paixões e enganos, Constanta começa a perceber que o seu amado é capaz de feitos terríveis.
Aliando-se aos seus consortes rivais — a bela Magdalena e o brilhante Alexi —, Constanta começa a desvendar os segredos sombrios do marido, dando por si numa encruzilhada entre a liberdade e o amor.
Com a vida de todos os que ama em jogo, Constanta terá de escolher entre a sua própria liberdade e o amor pelo marido. Mas laços forjados através do sangue apenas podem ser quebrados pela morte.
Uma reimaginação lírica das noivas de Drácula, Um Dote de Sangue é uma história sobre desejo, obsessão e emancipação.
Li este livro por ser fã do Drácula do Bram Stoker e por sentir sempre curiosidade sobre as noivas. Pensei que fosse encontrar outra coisa, mas a verdade é que a história me agarrou logo nas primeiras páginas. A meio senti que perdeu algum fôlego e dei por mim mais cansada na leitura, com pouca ação. Depois percebi que esse cansaço fazia parte do que as próprias noivas viviam. A relação é doentia, centrada no controlo e no narcisismo, e a autora transmite bem esse peso. No fim fiquei com a sensação de que é um livro estranho, mas marcante, que trabalha bem o lado psicológico e opressivo destas personagens que sempre ficaram na sombra de Drácula.
2,5 Não achei a história nada de nada … acredito que a intenção fosse odiar o Dracula e ficar team amantes mas nem isso, foi tudo muito vazio e mesmo o ambiente, não foi muito explorado por isso não foi livro para mim