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Blueberry #16-22
Blueberry: Edição Definitiva – Volume 3
Blueberry um fora da lei? No terceiro volume do faroeste que mudou para sempre a história dos quadrinhos, nosso tenente, transformado em criminoso, fará de tudo para provar sua inocência!
Blueberry é a criação máxima da lendária dupla franco-belga Jean-Michel Charlier e Jean Giraud (que mais tarde se tornaria mundialmente conhecido como “Moebius”). Sessenta anos após a publicação da primeira história desse tenente do velho-oeste, ela finalmente chega por completo ao Brasil pela Pipoca & Nanquim, para a satisfação dos antigos fãs, que nunca tiveram a chance de ler o clássico em sua totalidade, e dos novos leitores, que terão a oportunidade de conhecer um marco universal das HQs!
No terceiro capítulo da saga, encontramos Blueberry expulso da cavalaria e encarcerado na intransponível Prisão Militar de Francisville, após ter sido falsamente acusado de tentar se apoderar do tesouro confederado. Como nosso ardiloso anti-herói fará para escapar dessa situação e livrar-se de sua nomeação como inimigo público? Fugindo de chavões e lugares-comuns, as respostas para essas e outras perguntas são tão inventivas e impressionantes, que só poderiam mesmo ter saído da mente criativa de Charlier, cujos roteiros, cada vez mais ousados e repletos de reviravoltas, alcançam a plena maturidade temática e artística.
Blueberry Edição Definitiva Volume 3 traz também o chamado “ciclo dos índios”, uma das fases mais elogiadas pelos fãs do personagem, na qual o ex-tenente, agora procurado em todo o país, junta-se a uma tribo de navajos e, aderindo aos costumes indígenas, adota o nome de Tsi-Na-Pah (“Nariz-Quebrado”). Neste momento, Giraud, já totalmente consumido por seu duplo místico “Moebius”, encontra-se no auge do traço dinâmico, das cores quentes e dos leiautes engenhosos que consolidariam seu nome como um dos maiores artistas do século 20.
Este volume conta com 388 páginas inteiramente coloridas em papel offset, com capa dura e formato grande, compilando as edições integrais francesas 6 e 7, que reúnem os álbuns: O Fora da Lei, Angel Face, Nariz-Quebrado, A Longa Marcha, A Tribo Fantasma, A Última Cartada e O Fim da Trilha, além de vários textos de apoio, dissecando cada uma das histórias, e diversos outros materiais extras, como rascunhos, capas e até trechos dos roteiros originais. A coleção perfeita, tanto para os amantes do faroeste quanto para os não iniciados que queiram mergulhar de cabeça no universo vasto e apaixonante de Charlier e Giraud!
Blueberry é a criação máxima da lendária dupla franco-belga Jean-Michel Charlier e Jean Giraud (que mais tarde se tornaria mundialmente conhecido como “Moebius”). Sessenta anos após a publicação da primeira história desse tenente do velho-oeste, ela finalmente chega por completo ao Brasil pela Pipoca & Nanquim, para a satisfação dos antigos fãs, que nunca tiveram a chance de ler o clássico em sua totalidade, e dos novos leitores, que terão a oportunidade de conhecer um marco universal das HQs!
No terceiro capítulo da saga, encontramos Blueberry expulso da cavalaria e encarcerado na intransponível Prisão Militar de Francisville, após ter sido falsamente acusado de tentar se apoderar do tesouro confederado. Como nosso ardiloso anti-herói fará para escapar dessa situação e livrar-se de sua nomeação como inimigo público? Fugindo de chavões e lugares-comuns, as respostas para essas e outras perguntas são tão inventivas e impressionantes, que só poderiam mesmo ter saído da mente criativa de Charlier, cujos roteiros, cada vez mais ousados e repletos de reviravoltas, alcançam a plena maturidade temática e artística.
Blueberry Edição Definitiva Volume 3 traz também o chamado “ciclo dos índios”, uma das fases mais elogiadas pelos fãs do personagem, na qual o ex-tenente, agora procurado em todo o país, junta-se a uma tribo de navajos e, aderindo aos costumes indígenas, adota o nome de Tsi-Na-Pah (“Nariz-Quebrado”). Neste momento, Giraud, já totalmente consumido por seu duplo místico “Moebius”, encontra-se no auge do traço dinâmico, das cores quentes e dos leiautes engenhosos que consolidariam seu nome como um dos maiores artistas do século 20.
Este volume conta com 388 páginas inteiramente coloridas em papel offset, com capa dura e formato grande, compilando as edições integrais francesas 6 e 7, que reúnem os álbuns: O Fora da Lei, Angel Face, Nariz-Quebrado, A Longa Marcha, A Tribo Fantasma, A Última Cartada e O Fim da Trilha, além de vários textos de apoio, dissecando cada uma das histórias, e diversos outros materiais extras, como rascunhos, capas e até trechos dos roteiros originais. A coleção perfeita, tanto para os amantes do faroeste quanto para os não iniciados que queiram mergulhar de cabeça no universo vasto e apaixonante de Charlier e Giraud!
388 pages, Hardcover
Published August 31, 2024
About the author
Jean-Michel Charlier
653 books56 followersJean-Michel Charlier was a Belgian script writer best known as a writer of realistic European comics. He was a co-founder of the famed European comics magazine Pilote.
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Community Reviews
Displaying 1 - 1 of 1 review
November 7, 2024
os três primeiros volumes compõem a história principal de blueberry. enquanto não era publicado aqui, procurei por anos edições em francês, inglês ou espanhol. quando finalmente foi lançado, esperei um tempão até sair tudo pela pipoca e nanquim.
como adoro faroestes, imaginei que blueberry se tornaria um dos meus quadrinhos favoritos de todos os tempos. não foi bem isso que encontrei, mas a saga de charlier e giraud não deixa de ser acima da média.
acredito que blueberry seria melhor caso charlier, roteirista da velha guarda, não alimentasse certas convicções antiquadas: afirmava que hqs eram destinadas ao público infantil e se dedicava pouco à introspecção e ao desenvolvimento de personagens. além disso, pesava a mão em recordatórios redundantes e em balões de diálogo verborrágicos;
entretanto, admito que blueberry é, sim, mais moderno do que a maioria dos comics americanos da época. gosto especialmente de como os personagens são moldados e mudados pela passagem do tempo.
as primeiras histórias de blueberry são boas, porém mais fracas que as posteriores. o primeiro volume começa a mostrar potencial em "o homem da estrela de prata", aventura inspirada no clássico filme "rio bravo", de howard hawks.
sou um grande fã do jean giraud/moebius. a evolução de seu traço, de seu trabalho com hachuras e de seu senso de narrativa gráfica ao longo de blueberry é notável. a saga de faroeste começa sendo ilustrado por um artista imaturo e termina alcançando o nível de excelência gráfica de incal e arzach -só que numa toada naturalista.
desde o início charlier se esforçou para humanizar os povos nativos-americanos. a marcha comanche e a relação de "tsi-na-pah" (nome indígena de blueberry) com a tribo no volume 3 figuram entre as representações mais empáticas de povos originários num faroeste -especialmente num western daquela época.
como adoro faroestes, imaginei que blueberry se tornaria um dos meus quadrinhos favoritos de todos os tempos. não foi bem isso que encontrei, mas a saga de charlier e giraud não deixa de ser acima da média.
acredito que blueberry seria melhor caso charlier, roteirista da velha guarda, não alimentasse certas convicções antiquadas: afirmava que hqs eram destinadas ao público infantil e se dedicava pouco à introspecção e ao desenvolvimento de personagens. além disso, pesava a mão em recordatórios redundantes e em balões de diálogo verborrágicos;
entretanto, admito que blueberry é, sim, mais moderno do que a maioria dos comics americanos da época. gosto especialmente de como os personagens são moldados e mudados pela passagem do tempo.
as primeiras histórias de blueberry são boas, porém mais fracas que as posteriores. o primeiro volume começa a mostrar potencial em "o homem da estrela de prata", aventura inspirada no clássico filme "rio bravo", de howard hawks.
sou um grande fã do jean giraud/moebius. a evolução de seu traço, de seu trabalho com hachuras e de seu senso de narrativa gráfica ao longo de blueberry é notável. a saga de faroeste começa sendo ilustrado por um artista imaturo e termina alcançando o nível de excelência gráfica de incal e arzach -só que numa toada naturalista.
desde o início charlier se esforçou para humanizar os povos nativos-americanos. a marcha comanche e a relação de "tsi-na-pah" (nome indígena de blueberry) com a tribo no volume 3 figuram entre as representações mais empáticas de povos originários num faroeste -especialmente num western daquela época.
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