El presente volumen, que constituye al mismo tiempo una historia general y un ensayo crítico sobre el desarrollo y desarrollos del arte moderno, desde el clasicismo y el romanticismo francés hasta los años ochenta, se articula materialmente sobre dos grandes una síntesis histórica por períodos, con atención a las corrientes y problemas centrales que los conforman, y un análisis pormenorizado de ciertas obras representativas de los artistas. Con este doble esfuerzo complementario Giulio Garlo Argan, uno de los mayores eruditos y pensadores -en materia de arte- de nuestro siglo, logra estructurar un modelo coherente en el que el debate sobre los problemas estéticos de nuestro tiempo constituye n un verdadero sistema conceptual.
Giulio Carlo Argan was an Italian art historian and politician.
He was born in Turin and studied in the University of Turin, graduating in 1931. In 1928 he entered the National Fascist Party. In the 1930 he worked for the National Antiquity and Arts Directorate, first in Turin and then in Modena and Rome, where he collaborated to the creation of the Istituto Centrale di Restauro and directed the magazine Le Arti. His career was boosted by the friendship of the Fascist leader Cesare Maria De Vecchi, then national Minister of Education.
In 1938 he published a manual of art for high schools, while in the 1940s he collaborated to the magazine Primato, founded and directed by Giuseppe Bottai, another Fascist gerarca. After World War II, he taught in universities Palermo and, from 1959, in Rome. Argan co-founded the publisher Il Saggiatore and he was a member of the Superior Council of Antiquities and Fine Arts (predecessor of the Ministry of Culture), in which he remained until 1974. In 1968 he published his most famous work, Storia dell'Arte Italiana. In 1973 he founded Rome ISIA, Italy's oldest institution in the field of industrial design.
He was the first Communist mayor of Rome, between 1976 and 1979. He was elected a Foreign Honorary Member of the American Academy of Arts and Sciences in 1992. He died in Rome.
Υπερ-αναλυτικός, ιταλοκεντρικός (μάλλον σωστά, κατά τη γνώμη μου) αλλά ξέρει να βλέπει και ξέρει να γράφει για αυτά που βλέπει.. Ποιοτική έκδοση, αλλά κάπως χαοτική η δομή του περιεχομένου - πρώτα τα κείμενα, ενώ οι εικόνες των έργων όλες μαζί στο τέλος. Τουβλάκι 500 σελίδων - δεν διαβάζεται με τη μία. Αυτοί που με άγγιξαν περισσότερο:
What a dissappointment it was, after 600 pages, have Argan change from an cool, objective historian to a knight of the apocalypse.
This is a good book for searching references and specific artists, movements and time periods, but to read it from beginig to end was quite a waste. His progressive view on art and history makes for a poor conclusion. He gives way to passion and preeches, in the last chapter, that art is dead.
In my conception, art is not supposed to be progressive and it's not only a matter of originality, it does not concern solely form and style. Nevertheless, it was informative (althought very boring) reading about artists from the 1900's only through this light.
Um dos maiores desafios para aqueles que querem começar a entender um pouco mais sobre arte é qual livro ler primeiro. A oferta é escassa aqui no Brasil, mas dentre as opções que temos, muitas possuem nomes extravagantes, e muitas vezes ininteligíveis. Esse não é o caso de "Arte Moderna", escrito por um dos mais respeitados historiadores da arte de todo o mundo, Giulio Carlo Argan. A importância de sua obra é tão grande que seus livros são considerados bibliografia fundamental de cursos de história da arte do mundo todo. Em sua obra, destacam-se livros como "Clássico e Anticlássico" e "História da Arte como História da Cidade".
Publicado pela Companhia das Letras, editora que faz um excelente trabalho imprimindo o livro em um tamanho grande e com um papel ideal para a fruição de livros de arte, "Arte Moderna" é uma obra extremamente abrangente. Segundo a cronologia ocidental da história da arte, o livro começa no início do século XVIII, onde a tradição “clássica” era ainda muito viva. Porém, com o anti-historicismo próprio do Iluminismo, essa tradição se interrompe, fazendo com que as artes gregas e romanas, que até então eram tidas como as maiores representantes da Beleza, fossem sendo olhadas como um passado que não nos representava mais.
Passando por grande parte dos movimentos artísticos ocidentais, Argan só irá terminar de traçar sua linha histórica por volta da da década de 1960, momento esse que é dito como o fim do período moderno e o começo do período contemporâneo.
Estudar arte é algo muito interpretativo, não é como estudar uma teoria exata, em que há apenas uma interpretação para determinada tese. Na primeira vez que li "Arte Moderna", interpretei errado o final da teoria de Argan. Isso fez com que eu julgasse o autor como um historiador retrógrado, eu errei. Hoje, com muito mais maturidade artística vejo algo completamente diferente; Argan não era retrógrado, muito pelo contrário, ele foi um dos historiadores que mais entendeu o futuro da Arte.
Meu conselho para aqueles que estão começando a estudar história da arte e as teorias artísticas é: esta ciência é muito sensível, por isso, deve-se ter cuidado com aquilo que você lê e muito mais cuidado com a sua interpretação sobre a leitura. "Arte Moderna" é um livro que qualquer pessoa que nunca leu nada sobre arte pode ler, sempre lembrando que é preciso ter muito cuidado ao interpretá-lo.
greve + término = 730 páginas em um mês (acompanhado de fichamento viu). sem dúvidas as melhores partes do livro são as leituras de obras que ele faz no fim de cada capítulo, é basicamente poesia. sério.
Bom livro para ter-se uma noção de qualidade da arte do período destacado; ótimo, se já possuir conhecimento sobre o assunto, assim é possível compreende-lo melhor - de verdade. Apesar das ilustrações em destaque serem coloridas, mais poderiam ser, mas isso é um problema da maioria dos livros de arte.
Apesar de eu não conseguir assimilar, em alguns momentos, as teorias apresentadas pelo autor com sua respectiva arte visual, o livro agregou muita coisa no meu conhecimento sobre arte moderna.