Esta obra possui uma madura reflexão sobre o tema, através de excelentes autores. Seu foco não é tanto argumentar em favor da prática da subscrição confessional a partir das Escrituras (embora “de passagem” encontremos isso). Mas, pressupondo que é uma prática bíblica e ordenada, os inúmeros artigos que compõem esta obra propõem uma reflexão do significado e das implicações da subscrição aos padrões doutrinários; analisam, extensivamente, documentos históricos em favor da subscrição confessional nas Igrejas Presbiterianas e Reformadas, desde a Reforma até aos nossos dias (com ênfase no caso norte-americano); expõem-nos alguns casos de desconsideração ou consideração errada da subscrição; e propõe algumas preciosas reflexões pastorais (como é o caso do excelente capítulo do Dr. L. Roy Taylor). Então, em suma, esta obra é uma reflexão sobre a trajetória histórica de nossa identidade presbiteriana como subscritores.