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Explosante

A People's History of Psychoanalysis

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It has been decades since Freud fell out of favour, not only in mainstream psychiatry but also in radical thought, where both he and Lacan were accused of sexist and class biases. A People's History of Psychoanalysis refuses to accept this growing depoliticization of a formerly revolutionary field.



Florent Gabarron-Garcia shatters the comfortable narrative of psychoanalysts as armchair theorists placidly interpreting family complexes sheltered in their consulting rooms. Recalling Freud's radical moments (such as his promotion of free clinics in Weimar Germany), or lesser-known figures including the Marxist Feminist psychoanalyst Marie Langer, his new history delves into how revolutionary ferment has cross-fertilized the exploration of the unconscious.



A People's History of Psychoanalysis is for those who wish to resist the conformist, therapist-centered, and repressive management of madness under contemporary capitalism.

256 pages, Paperback

Published July 20, 2025

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Florent Gabarron-Garcia

3 books2 followers

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Displaying 1 - 6 of 6 reviews
Profile Image for thaís bambozzi.
295 reviews55 followers
October 16, 2023
Caramba, aprendi demais. Sabia muito pouco (quase nada) desse histórico político da psicanálise. Passo tanta raiva quando ouço colegas falando da neutralidade dos psicanalistas, muito bom entender melhor como o desejo por resistência e revolução se menteve aceso em alguns grupos. Espero ver mais coisas nesse sentido sendo publicadas para a gente pensar juntes a clínica dos dias de hoje.
Profile Image for Zozio.
34 reviews5 followers
May 22, 2025
Super, que personne me questionne sur le passage théorique sur Lacan à la fin (rien compris 🔥)
Profile Image for Marta D'Agord.
226 reviews17 followers
May 4, 2023
Livro fundamental pois recupera um aspecto da história da psicanálise entre os anos 1920 e 1970 que contribui para a prática dos psicanalistas do século XXI. Refiro-me ao trabalho com grupos. Dois analisantes de Lacan, Guattari e Oury vinham aplicando a técnica psicanalítica em grupos nas instituições. Este livro nos relata a história de diversas experiências com grupos em dois continentes, Europa e América do Sul. Para situar a questão cito o autor:

Guattari interroga-se sobre uma subjetividade de grupo emancipada. Indo além de Freud e Lacan, Guattari enfoca a análise na questão da possibilidade de grupos não sujeitados. No contexto do tratamento, Lacan, que nessa época era analista de Guattari, distingue a fala vazia – discurso sem fala do qual o sujeito se ausenta – da fala plena, em que o sujeito pode assumir seu desejo e sua verdade para se transformar. Guattari se apropria do problema da verdade e do desejo tais como definidos então no tratamento típico para transpô-los ao âmbito do grupo. Ele então se pergunta: em que condições uma fala plena do sujeito, no sentido entendido por Lacan, pode se produzir dentro do grupo?

O autor enfoca o trabalho com os grupos como parte de uma política, como um efeito da participação dos psicanalistas nos movimentos sociais desde Viena e Berlim dos anos 1920 até a Argentina e Alemanha dos anos 1970. Vale destacar, na Argentina, o trabalho de Marie Langer, e, na Alemanha, o coletivo de pacientes na policlínica de Heidelberg.
Profile Image for Véronique Ancey.
22 reviews1 follower
August 26, 2025
Des psychanalystes se sont engagés pour le progrès social, en transformant les soins pour changer la société, tenant les deux -soins et transformation sociale- pour des conditions d émancipation, - des psychanalystes dont leur père lui même Freud - jusque fin des années 20. Pendant la révolution bolchevique avant la répression des expériences de centres par Lénine puis Staline ; en Autriche et en Allemagne avant la compromission du "psychanalysme" avec le nazisme (les gardiens de l institution psychanalytique ont viré les juifs et les rouges pour ne pas déplaire aux nazis, espérant ainsi sauver la psychanalyse) ; dans les années 30 pendant la guerre civile en Espagne dans la république de Barcelone avant la répression franquiste ; dans les années 50 en France à La Borde ; fin des années 60 à Heidelberg avant répression d Etat -et à nouveau celle d un "psychanalysme" refusant l'engagement politique. pas besoin d être calée en psychanalyse pour lire ce livre - sauf dans un ou deux chapitres que j'ai renoncé à comprendre. la psychanalyse fait partie des rapports sociaux qu'elle le veuille ou non.
Profile Image for bruna.
354 reviews
July 30, 2025
bom demaissss! amei o último capítulo. impossível pensar o processo saúde-doença sem considerar todas as facetas predatórias do capitalismo
Displaying 1 - 6 of 6 reviews