A mais recente investigação do inspetor Bruno Saraiva leva-o até ao Teatro da Passagem, em Lisboa. A Pedra do Pecado foi representada apenas duas vezes em Portugal, uma em 1977 e outra em 1982. Foram encenadas por companhias diferentes, mas houve um acontecimento comum: em ambas as estreias morreu a atriz principal. Apesar de essas mortes terem sido consideradas de causas naturais, surgiu a crença de que a peça estaria amaldiçoada… Durante muito tempo nenhum encenador ousou voltar a pegar nesse texto. Até que, quarenta anos depois, o Teatro da Passagem decide levá-la à cena novamente… O dia da estreia chega finalmente e o ambiente é de tensão e nervosismo. Será que A Pedra do Pecado está mesmo amaldiçoada? Será que naquela estreia vai voltar a haver uma morte? O público acorreu em massa ao Teatro da Passagem, enchendo a sala como há muito não acontecia. Nos bastidores, os atores já estão prontos a entrar em palco. O pano sobe e o espetáculo começa… Mas um deles não vai chegar vivo ao final.
Se alguém achar que em Portugal não de escrevem thrillers tão bons como la fora é porque ainda não conhecem o Lourenço 👀
Este livro foi a minha estreia com a escrita do autor e que surpresa mais positiva!! Os capítulos eram curtos e a narrativa era tão viciante que só dava por mim a dizer “só mais um” 🥵
Este livro tem tudo o que adoro em thrillers: fast paced, twists e capítulos curtos. Passei o tempo todo a tentar perceber quem era o culpado e honestamente só percebi quando foi desvendado 😂
E aquele final??? Preciso de uma continuação para ontem já!! 😮💨
4/4,5⭐️ e agora Lourenço…. Temos mais livros? O final deixou me em nervos 😬 gostei muito deste livro, uma boa vibe Agatha Christie.. é um autor muito congruente na escrita e nota-se a evolução para este segundo livro.. apesar de eu ter adorado ambos… venham mais livros ☺️☺️
Que orgulho ter livros destes escritos por autores portugueses. Nota-se uma grande evolução na escrita do Lourenço Seruya.
Gostei imenso desta investigação levada a cabo pelos inspetores Bruno Saraiva e Diana. O facto de se passar num teatro ganhou dinâmica pois nota-se bem o à-vontade do escritor nos meandros do espetáculo.
O livro “A Mão que Mata” briu o conhecimento enquanto leitora da obra de Lourenço Seruya que nos presentou com o surgimento do inspetor Bruno Saraiva como protagonista da narrativa. Agora surge A Maldição, com Bruno de novo no centro da ação numa história que para além de servir de continuação do bom trabalho realizado com a primeira obra consegue ainda mostrar a excelente evolução do seu autor no sentido de criar um enredo ainda mais dinâmico e envolvente com uma maior capacidade de atração junto do leitor que fica viciado desde o início para desvendar a eterna questão... «Quem matou...»? Numa história centrada nos preparativos para a estreia de uma peça que das duas vezes que foi encenada acabou por ter um final triste, com a morte da sua protagonista, a aposta volta a ser feita e os receios entre a produção acontecem ao mesmo tempo que outros não acreditam em sequências lógicas. Os ensaios de A Pedra do Pecado acontecem no Teatro da Passagem com todo o elenco em preparativos, as divergências entre atores, encenadora e equipa técnica são passados para o leitor e na noite da grande estreia eis que o inevitável acontece e a maldição da morte na primeira sessão do espetáculo surge. Suicídio, homicídio entre colegas ou alguém fora de cena a querer fazer das suas? E é aqui que surge a equipa de Bruno Saraiva para que a investigação seja feita na procura da verdade, tudo isto ao mesmo tempo que todos os possíveis envolvidos mantém as suas aparências e tentam seguir com a estreia adiada em diante o mais rapidamente possível. Quem teria algo a esconder ou a ganhar no meio desta história foi o grande desafio que assumi assim que comecei a perceber o desenrolar da ação. Entrei em modo inspetora e ao longo da leitura fui suspeitando de várias personagens como culpados do crime e raras foram as vezes em que suspeitei do verdadeiro culpado. A Maldição é mais uma vez o jogo do gato e do rato num cenário de crime bem envolvido entre mistérios e interesses. A Maldição é um thriller bem gerido e que não deixa o leitor parado pela forma viciante como cada curto e rápido capítulo foi criado, mostrando uma forte evolução do autor que não se deixou ficar com o sucesso anterior e mostrou trabalho para voltar a conquistar. No final a história central do teatro ficou finalizada e os enredos em torno da vida pessoal do inspetor Bruno Saraiva acabaram por ficar mais uma vez em aberto portanto só me resta dizer vamos ao 3.o livro . “Crime na Quinta das Lágrimas” a ver se desvendamos este cenário de uma vez por todas 😊✨✨
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Após o final abrupto do primeiro livro do Lourenço estava mortinha por meter as minhas mãos neste e descobrir mais sobre o inspetor Bruno e os casos que ele acompanha na PJ. E este livro superou em muito as minhas expectativas. Para já somos envolvidos num ambiente de discórdia e conspiração, ligado com uma suposta maldição que acompanha uma peça de teatro. Ingredientes que me fazem ficar completamente agarrada a um livro. Como em “A Mão Que Mata”, os meus radares de inspectora foram ligados e fui tentando encontrar o culpado e o motivo. Mas desta vez as minhas teorias saíram completamente falhadas, o que é algo que adoro. Porque eu adoro ser surpreendida e feita de palhaça por um livro. Adoro chegar ao final, ver a ligação dos pontos e gritar para o ar “pois é!!!” Outros dos grandes pontos fortes deste novo livro do Lourenço são a aposta em capítulos mais curtos, as histórias paralelas à ação principal e a inclusão de mais representatividade LGBTQ. Nota-se uma evolução da sua escrita entre os dois livros, sendo a do segundo muito mais envolvente e com diálogos mais dinâmicos e engraçados. O final deixa-nos a querer o terceiro livro para ontem, e essa acho que é a maior imagem de marca do autor 😂
Esta história passa-se no teatro e foca-se sobretudo numa peça. A Pedra do Pecado foi representada duas vezes em Portugal, mas em ambas aconteceu algo trágico: uma morte. Apesar de terem sido consideradas de causas naturais, as pessoas acreditam que esta peça está amaldiçoada.Passado alguns anos, vai voltar a ser representada e todos estão nervosos e com medo que algo aconteça…
Que livraço pessoal. Que thriller, que história. Quando este livro chegou cá a casa, peguei logo nele por curiosidade e fiquei agarrada no primeiro capítulo. Este livro passa super rápido e vocês nem dão por ele de tão bom que é. O autor escreve de uma maneira tão intrigante e misteriosa que vicia. O facto de ter capítulos curtos e diretos ao assunto só fazia com que eu quisesse ler mais quando terminavam, o que para mim é genial. Dei tantas voltas à cabeça para tentar perceber o que estava a acontecer e nunca cheguei à conclusão final, mas fiquei surpreendida com aquela reviravolta. Apesar do final não ter sido a minha parte favorita, todo o resto é excelentemente bem pensado. Só quero ler todos os livros que sairem deste autor porque bem, fiquei fã!
Obrigada à @culturaeditora pela cedência de um exemplar.
Fui com muitas expectativas para este livro. Talvez tenha sido esse o problema. Achei a escrita demasiado básica. Num primeiro livro consigo aceitar, mas neste segundo livro considero que deveria ter sido mais trabalhada. Não gostei de nenhuma das personagens. A história teve demasiados clichês e muita palha que não acrescenta nada de especial à história. A parte relativa à história pessoal dos inspectores foi curta, recheada de clichês e totalmente dispensável. Relativamente à história principal, que envolve o crime e a maldição que dá nome ao livro, não me trouxe grandes surpresas como aconteceu no primeiro livro. A meio do livro já tinha adivinhado o culpado. Só não sabia as suas motivações, mas mesmo essas não me convenceram totalmente. Como pontos positivos destaco os capítulos curtos, sugestão que vi algumas pessoas darem ao autor após o primeiro livro, e que felizmente ele a seguiu neste. Gostei também do último capítulo, que nos deixa em suspenso para o próximo livro, que, apesar de um pouco desiludida com este, irei querer ler. É um livro de leitura rápida, que serve o propósito de entreter.
Mais uma investigação do inspector Bruno Saraiva desta vez num teatro em Lisboa. Já não é a primeira vez que a peça ‘A Pedra do Pecado’ é representada e na noite de estreia há sempre uma morte. Quarenta anos depois a peça volta à cena e há um frenesim enorme em torno da estreia. Será que tudo se vai repetir?
Quando comecei a ler precisava de um livro de leitura voraz e este cumpre em cheio! Os capítulos são muito curtos, mantém sempre a vontade de não parar de ler. Achei muito completo, muito bem escrito e construído, com muitos caminhos, muitos personagens, muitas possibilidades, dá para desconfiar de toda a gente.
É já o segundo livro do @lourencoseruya, sempre com o investigador Bruno Saraiva, e o final deixa uma enorme vontade de começar já o próximo!
Para mim, foi ainda melhor do que o primeiro. Nota-se perfeitamente uma evolução na escrita do Lourenço e das personagens, gostei de ter mais informações sobre o passado do inspetor Bruno e da inspetora Diana.
Gostei muito do enredo, do mistério e da aura teatral que envolveu a história. Gostei imenso de conhecer mais sobre os bastidores de um teatro.
Estou muito curiosa com o próximo, depois daquele final!
Que livraço! Houve uma evolução muito grande do autor do primeiro para este livro! A forma como acabou deixou-me cheia de vontade para ler o próximo! Recomendo vivamente!
Se gostas dos livros do tipo Agatha Christie, Camilla Läckberg, Robert Bryndza... então recomendo que leias Lourenço Seruya. Que bom termos um autor nacional a escrever policiais neste estilo.
Gostei da "A Maldição". A história é viciante e achei o caso (ambiente e personagens) original.
Quando leio um policial vou elaborando teorias à medida que as informações são largadas e no capítulo em que o Bruno está no cemitério com os avós, percebi logo quem era o assassino. Ainda assim fiquei surpreendido com o rumo que a história levou e o cliffhanger final é brilhante 🤯 Todos vamos pegar no 3º livro.
Este é o segundo livro do Lourenço Seruya e se tinha adorado o primeiro, nem sei bem o que dizer deste! Devo confessar que ia com as expectativas baixas para esta leitura, mas fiquei rendida logo nos primeiros capítulos. A escrita do Lourenço teve uma evolução significativa e construiu um fantástico enredo à volta de uma peça de teatro amaldiçoada, onde todo o elenco, funcionários do teatro e a própria encenadora, são elas mesmas personagens caricatas e por vezes irritantes. Este livro é de leitura compulsiva, viciante e cheio de plot twists, o que para mim, são ingredientes fundamentais num bom policial. E este fim? Nem sei o que pensar, só espero que o terceiro livro não demore muito ⭐⭐⭐⭐⭐
A Maldição de Lourenço Seruya Depois de A Mão que Mata o escritor brinda-nos Com mais um excelente policial na minha opinião. Este Segundo livro tem um enredo ainda mais dinâmico e envolvente com uma maior capacidade de atração junto do leitor que me fez ficar viciado desde o início para desvendar a eterna questão .. Quem Matou ? Com Personagens muito bem trabalhadas e muito fortes nota-se também uma evolução enorme na escrita do Lourenço e o final , bem o final é brutal . Ou como está agora na moda dizer , um final do Milhazes . 4.5 estrelas
Senti o final como um murro no estômago. Gostei muito do livro e há uma evolução gigante do primeiro livro para este. Vou esperar ansiosamente pelo próximo
Um livro sobre uma companhia de teatro que põe em cena uma peça considerada amaldiçoada, pois, na altura da estreia, há sempre uma morte. Um livro sobre os atores e as relações que têm entre eles. Um livro sobre uma morte e as pessoas que são suspeitas e porquê. Um livro sobre amor, amizade, luto, vidas escondidas, relações passadas e muito suspense.
Foi o primeiro livro do autor que eu li (já sei que não é o primeiro mas só descobri quando já o estava a ler 🤭) e a experiência foi muito positiva! A história é simples e intrincada porque todos os pormenores contam e é preciso não deixar nenhum escapar... ou as teorias feitas saem todas erradas (mas assim é que é divertido!). Gostei muito da escrita do autor!
Neste novo livro de Lourenço Seruya vamos até ao Teatro da Passagem, onde acompanhamos os últimos preparativos da estreia da peça A Pedra do Pecado. Esta será apenas a terceira vez que será representada pois nas duas vezes anteriores, nas estreias morreram as actrizes principais. E apesar dessas mortes terem sido consideradas naturais, surgiu o mito de que peça estaria amaldiçoada. Sendo este livro um thriller/policial, dedicado ao inspector Bruno Saraiva, é claro que vamos ter uma morte para investigar. Uma vez mais estamos perante um crime que decorre em ambiente fechado e, já sabem, é algo que adoro. Mas senti uma evolução no ambiente e achei que o Loureço está a ganhar o seu cunho pessoal, distanciando-se do ambiente Agatha Christie. A história deixou-me muito agarrada e, claro, fui logo formando as minhas teorias sobre quem poderia ser o culpado e porquê mas, uma vez mais, o Loureço conseguiu surpreender-me. Para além da investigação policial e dos assuntos do teatro/actores, continuamos a acompanhar a vida pessoal dos inspectores Bruno e Diana, no entanto, neste livro, senti que não foi dado também destaque e gostaria de ter sabido um pouco mais.
Vejam a minha opinião mais detalhada em vídeo, AQUI.
Não gostei tanto como o primeiro até porque adivinhei quem seria o assassino relativamente rápido. Contudo, acho que o leitor esteve mais envolvido neste livro do que no primeiro. Acho que a história em si não me cativou tanto como a primeira mas ainda assim gostei. Mas AQUELE CLIFFHANGER NO FINAL? Feito para cativar o leitor a ler o próximo. Gostei
Os thrillers perfeitos existem. E este é um deles. A escrita do Lourenço Seruya é incomparável, com a dos outros escritores, e porquê?...tem um toque sublime que me faz inevitávelmente lembrar os filmes do inspetor Poirot. Ok, vamos por partes. A história é viciante ao longo dos seus pequenos 94 capítulos. Praticamente não consegui largar e quando o fazia, tudo o que conseguia era pensar nisso. Espero que estejam preparados para a aventura que este livro é. Breve resumo: A nova investigação do inspetor Bruno Saraiva passa-se no Teatro da Passagem. A peça, A Pedra do Pecado foi representada apenas duas vezes em Portugal, uma em 1977 e outra em 1982, em ambas as estreias morreu a atriz principal. Durante 40 anos nenhum encenador arriscou voltar a pegar nesse texto. Agora, Vitória, encenadora e gestora do Teatro da Passagem decide levá-la novamente à cena. Mas há uma suposta maldição, será que nesta estreia vai voltar a haver uma morte? O pano sobe e o espetáculo começa… Mas será que apenas um deles não vai chegar vivo ao final?!
Mais um livro de Lourenço Seruya que adorei, espero que continue a escrever desta forma. Gosto imenso da sua escrita, consegue prender a atenção do leitor e de enterter. Há uma história de continuidade que vem do primeiro livro, envolvendo as vidas dos inspectores, mas a história principal é totalmente diferente e muito interessante. Andei a saltar de suspeito em suspeito, não estava a conseguir chegar a um concenso, o que é óptimo, ser imprevisível. Recomendo a leitura. 😊
Adorei este livro! Para quem leu a "mão que mata", reconhece a continuação da excelente escrita. Temos o desenvolvimento das personagens e um novo crime policial para conhecer. Super recomendo, o livro é leve e bom de se ler!
Este livro junta universos que eu adoro: o facto de ser um policial e o facto de se passar nos bastidores de um palco (e no próprio palco). Tinha todos os ingredientes necessários para eu gostar e por isso a expectativa estava alta. Lourenço Seruya não decepcionou.
Assim que comecei a leitura fiquei a matutar esquemas na minha cabeça, primeiro a tentar perceber quem ia morrer, depois a tentar desvendar o culpado, depois a querer perceber o porquê. O autor foi sempre surpreendendo.
Há uma peça de teatro prestes a estrear, mas das duas vezes em que essa peça foi a palco alguém morreu. Ficaram curiosos? Eu fiquei. É difícil falar deste livro sem soltar spoilers por isso vou dizer como foi a minha experiência de leitura. Gostei da ambientação, da construção das personagens (cada uma poderia ser culpada, cada uma poderia ser inocente), da escrita do autor que me fez começar a ler e não conseguir parar. Adoro quando um livro tem a capacidade de fazer isto comigo.
Recomendo para quem gosta de livros do género. Eu cresci a ler policiais e soube-me tão bem. Lourenço Seruya, que venha o próximo, cá aguardo ansiosamente.
O Teatro da Passagem vai colocar em cena novamente uma peça amaldiçoada. De cada vez que se tentou apresentar "A pedra do pecado", algum dos actores morreu em cena no dia da estreia. E está vez não é excepção... Conseguirão o inspector Bruno Saraiva e os seus colegas deslindar este caso? Mais um livrinho ao estilo Aghata Christie de que tanto gosto e que me proporcionou uma excelente leitura!
Plot super imprevisível. A partir de mais de metade, fiquei super agarrada com aquela ansiedade de terminar e de descobrir o assassino. Todas as minhas teorias iam-se esgotando, mas o final não desiludiu: o culpado tinha motivo, tinha história e fez sentido.
O ambiente misterioso de um teatro, com segredos por desvendar escondidos detrás de cortinas pesadas que aguardam ansiosamente pela subida do pano… Uma quase profecia associada a uma peça de teatro que nunca o público conseguiu ver até ao fim…
Este é o ambiente que @lourencoseruya explora no seu último livro “A maldição”. O inspetor Bruno Saraiva está de regresso, depois dos crimes na serra de Sintra de “A mão que mata”. Depois da inspiração que de Agatha Christie que transborda das páginas do seu primeiro livro, em a “A maldiç��o” continua-se a sentir a inspiração da senhora do crime, com historias passadas a definirem o presente e a interligarem muitos dos que se preparavam para levar “A pedra do pecado” a cena. Será o Teatro da Passagem capaz de ser o caminho para quebrar esta maldição? Não acredito em bruxas mas…
Se já tinha gostado de “A mão que mata” (apesar de ter conseguido antecipar o final um pouco antes do que gostaria), parti para a leitura deste livro esperando mais uma trama que me fizesse ter vontade de não parar de ler. E @lourencoseruya voltou a cumprir neste segundo livro… De tal forma que me arrisco mesmo a dizer que gostei mais deste livro que do primeiro. Acho que se nota a evolução na escrita de Lourenço, quiçá mais confiante neste segundo livro, mostrando que conseguirá brindar os seus leitores com histórias interessantes, com bons plot twists e conseguindo prender-nos desde as primeiras páginas. Se procuras um livro para ler nas próximas férias, porque não levar “A maldição” contigo?!