Primeira ficção científica de um dos maiores cientistas brasileiros! Uma ameaça sem precedentes, uma rede de conspiradores poderosos e dispostos a tudo... e apenas uma neurocientista e um matemático podem salvar a humanidade. Em um mundo que já começa a colapsar pela falta de cuidado com o meio ambiente, uma catástrofe sem precedentes na história moderna se aproxima, trazendo consigo o poder de destruir toda a civilização eletrônico-digital. Momentos antes do impacto, um matemático e uma neurocientista, tio e sobrinha, tentam lidar ao mesmo tempo com seus dilemas pessoais e o possível colapso do planeta. Em paralelo, uma enorme conspiração mundial, com seus próprios interesses e ambições, está disposta a controlar as mentes e os destinos da humanidade. Em sua estreia na ficção científica, o neurocientista Miguel Nicolelis mistura cientistas, políticos, personagens do mundo financeiro, figuras históricas e outras inventadas para descrever o impacto de um evento cataclísmico, cujo potencial de destruição é quase inimaginável. Nada mais será como antes nos apresenta um futuro muito próximo e possível – talvez até demais –, servindo tanto de alerta como de um caminho de esperança.
Miguel Nicolelis is the Duke School of Medicine Distinguished Professor of Neuroscience and Duke University Professor of Neurobiology, Biomedical Engineering, and Psychology and Neuroscience. In 2004, Scientific American elected him as one of the twenty most influential scientists in the world.
Estava bem ansiosa para essa leitura, acompanho o autor em diversos podcast. Mas, apesar da premissa do livro ser legal, achei o desenvolvimento um pouco arrastado. Muitas informações que achei desnecessárias, principalmente sobre a história e pessoas importantes do Egito, que entendo que eram pra ajudar no "contexto" de vida dos personagens, mas no fim acabaram não agregando muito para o desenvolvimento dos personagens, apenas "enrolando" demais a história. Os diálogos também não me soaram naturais, a conversa entre o tio de 80 anos e a sobrinha já adulta as vezes parecia ser feita entre adolescentes, além de parágrafos muito grandes com explicações muitas vezes repetitivas e desnecessárias. Alguns vícios de linguagem também me incomodaram, como a repetição da expressão "toda sorte" em DIVERSOS momentos (muitos mesmo, cheguei a começar a destacar com um lápis durante a leitura e todo dia que pegava o livro destacava pelo menos umas 3x kkkkk). Enfim, entendo as dificuldades que o autor pode ter tido por ser o primeiro livro de ficção, mas confesso que estava com uma expectativa alta quando iniciei, principalmente pela história se passar em um mundo já colapsando pelas questões ambientais e o capitalismo, mas a narrativa, da forma como foi desenvolvida, acabou me desmotivando e deixando a leitura um pouco maçante.
Terminei de ler fazendo leitura dinâmica, pq o texto é arrastado demais, diálogos totalmente inverossímeis. Parece até q o livro foi publicado sem passar pela mão de um editor. Os livros de não-ficção dele são bons, mas este foi uma leitura totalmente frustrante. A história é até interessante, mas mal contada. Os antagonistas simplesmente desaparecem na metade do livro. E os diálogos lomguíssimos e expositivos demais são maçantes demais pra serem lidos inteiros.
Achei bem legal, com base na mensagem geral delineada ao longo dos problemas atuais vs a necessidade de olharmos para o que realmente importa. Será que precisaremos mesmo de um evento cataclísmico?
De qualquer forma, pode soar pedante dado uma linguagem própria de um cientista, considerando maneirismos e a vontade de soar atual em alguns casos.
O início é maçante e tedioso, a forma de narrativa descritiva é chata, a conexão entre narrador e leitor não tem cola, mas quando este modelo dá lugar aos personagens e suas próprias vozes flui super bem!
Feliz em contar com obras brazucas, em especial, com mensagens inteligentes e de vasto repertório!