Quem pode amar é feliz, escrito pelo Nobel de Literatura Hermann Hesse, reúne uma série de textos curtos, poemas e pensamentos sobre o afeto entre parceiros, por si e pela vida. Todos a propósito de um só o amor.
A máxima defendida pelo Nobel de Literatura Hermann Hesse — e que dá título a esta obra e a um dos textos desta coletânea — é o que melhor expressa a compreensão do autor do que é amor. Esse sentimento é uma busca existencial contínua que desemboca no caminho da construção e do aprimoramento da própria identidade, é um estado de inspiração e tem um significado especial, porém nunca de posse.
Tudo o que Hesse escreveu sobre o amor está reunido nesta breve prosa, poesia, pequenos contos, ensaios, aforismos e citações de sua rica correspondência. Esses escritos abordam três variações do o amor adolescente, a experiência do amor maduro e o amor pela humanidade.
Ao longo da vida, o autor escreveu textos curtos, poemas e pensamentos sobre o afeto entre parceiros, por si próprio e pela vida, além de dissertar sobre a descoberta do amor e a delicadeza que uma mulher inspira no universo masculino. A espera do primeiro beijo, o encontro às escondidas, o sentimento não correspondido por uma mulher e a imaginação obstinada de um homem doente que se aprisiona a uma paixão à primeira vista são algumas das situações narradas por Hesse. E é com elas que ele cria a composição de amor e felicidade.
Em Quem pode amar é feliz, Hesse defende a existência do amor correspondido e do inacessível e mostra que a felicidade depende de quem ama.
Many works, including Siddhartha (1922) and Steppenwolf (1927), of German-born Swiss writer Hermann Hesse concern the struggle of the individual to find wholeness and meaning in life; he won the Nobel Prize for literature in 1946.
Other best-known works of this poet, novelist, and painter include The Glass Bead Game, which, also known as Magister Ludi, explore a search of an individual for spirituality outside society.
In his time, Hesse was a popular and influential author in the German-speaking world; worldwide fame only came later. Young Germans desiring a different and more "natural" way of life at the time of great economic and technological progress in the country, received enthusiastically Peter Camenzind, first great novel of Hesse.
Throughout Germany, people named many schools. In 1964, people founded the Calwer Hermann-Hesse-Preis, awarded biennially, alternately to a German-language literary journal or to the translator of work of Hesse to a foreign language. The city of Karlsruhe, Germany, also associates a Hermann Hesse prize.