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Femminismo bastardo

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Attraverso una scrittura “bastarda”, che unisce prosa e poesia, manifesto politico e articolo di giornale, María Galindo passa in rassegna le questioni fondamentali del femminismo dalla sua prospettiva anarchica e decoloniale. Secondo l’autrice le donne sudamericane hanno il dovere di riconoscersi come bastarde e di rifiutare il progetto dello stato coloniale del meticciato (mestizaje) che classifica, gerarchizza e tenta di nascondere la “ferita coloniale” che ancora sanguina. Galindo costruisce un archivio delle pratiche di disciplinamento del desiderio erotico disseminate nella cultura ecclesiastica, nelle istituzioni mediche e scolastiche, nel linguaggio politico e nella cultura popolare, sia quella folklorico-indigenista sia quella imperialista-spagnola-gringa. Con Mujeres Creando, il movimento femminista di guerriglia urbana non violenta da lei fondato, sviluppa un diagramma di pratiche di ribellione alla violenza che lei stessa chiama “depatriarcalizzazione”. In quest’ottica, il femminismo bastardo è un modo per posizionarsi – come fanno le riflessioni decoloniali – fuori da qualsiasi binarismo, sia quello di genere, quello tra Stato e popolazione indigena o quello tra vittima e carnefice. Prefazione di Paul Preciado.

244 pages, Kindle Edition

Published September 13, 2024

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María Galindo

18 books59 followers

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Displaying 1 - 25 of 25 reviews
Profile Image for Paula Mota.
1,669 reviews567 followers
November 26, 2025
Edição portuguesa: Barricada de Livros, 2025

#spinoff – Cristina Morales

“Uma eurocêntrica de esquerda diria que Galindo fala da sociedade boliviana e que esse contexto não é transmutável à minha situação de opressão barcelonesa. A essa branquinhocêntrica temos de responder o seguinte: (…) E tu não tens um altar laico para as musiquinhas burguesas de Simone de Beauvoir e de Simone Weil, não tendo nascido na Paris nem na Berlim de entreguerras? (…) A essa gaja de merda há que recordar-lhe que nos subúrbios do progresso também se pensa, também se escreve e também se usa o que se pensa.” – “Leitura Fácil”, Cristina Morales

Foi Cristina Morales, escritora espanhola, que pôs o nome de María Galindo no meu radar e tudo se alinhou com a publicação recente de “Feminismo Bastardo” pela editora anarquista Barricada de Livros. Explica assim a autora o seu manifesto:

“É por causa dessa domesticação colonial do desejo erótico sexual que prefiro falar de bastardismo e não de mestiçagem. Houve, mistura, sim, a mistura foi tão vasta que abarcou a sociedade inteira, sim, mas não foi uma mistura livre e horizontal; foi uma mistura forçada, submetida, violenta ou clandestina, cuja legitimidade esteve sempre sujeita à chantagem, à vigilância e à humilhação. A mestiçagem é uma meia-verdade à qual, tirando-lhe o manto da vergonha e da hipocrisia, se chama bastardismo.” – “A Despatriarcar! Feminismo Urgente”

María Galindo é uma activista anarco-feminista que nasceu em 1964 na Bolívia e, nos anos 80, estudou teologia e psicologia em Roma, foi tradutora em Itália, cuidadora de doentes na Alemanha e trabalhadora sexual na Bélgica. Esta “fucking anti-Antígona, puta, blasfema e, ainda por cima, sabichona” como a caracteriza Paul B. Preciado no prólogo, além de cineasta e escritora, fundou o colectivo Mujeres Creando em 1992, que intervém no espaço público através da rádio livre Deseo, de performances e grafitagem, sendo visíveis nas paredes de La Paz palavras de ordem como: “O feminicídio é a única pandemia que não se declara em quarentena”, “Perante o poder não te empoderes, rebela-te”, “A única igreja que ilumina é a que arde”, “Não se pode descolonizar sem despatriarcalizar”.
“Feminismo Bastardo” reúne artigos e discursos dos últimos 30 anos, o que a meu ver, causa alguma dispersão e, por vezes, a sensação de que a autora dispara para todos os lados, mas são prova do activismo muito vivo e do espírito combativo e indomável daquela que Paul B. Preciado considera a inventora do feminismo do século XXI, apelidando-a com admiração de “rata urbana e condor dos Andes”. É no capítulo 4 , “Dicionários que enganam, definem mulher pública como puta e homem público como político”, que se encontram os textos mais corrosivos, subversivos e essenciais.

A febre da conquista da festa como cenário de liberdade para as mulheres é uma das molas do feminicídio: muitas mulheres são assassinadas com as suas melhores roupas e quando a vontade de viver batia com mais força nos seus peitos. Ali mesmo somos violadas ao som da banda. No dia a seguir, quando os nossos corpos são recolhidos, quando sai a crónica policial do sofrido, a sociedade inteira culpa-nos da nossa própria morte violenta e injusta porque tivemos a ousadia de ir à festa, de transgredir na festa a lei do macho, porque ousámos comportar-nos com devassidão, quebrando cadeias invisíveis. A conquista da festa é, do meu ponto de vista, mais transcendente, mais transformadora que a conquista do voto. Se não posso dançar na tua revolução, a tua revolução não me interessa.

Tal como o tigre, não posso negar as minhas riscas, ou seja, o facto de ser uma branca heterossexual de classe média - nada a fazer - mas gostei de conhecer as ideias subversivas desta mulher GLBT (gorda, livre, boliviana e teimosa), percebendo em que pontos a minha luta de privilegiada diverge inerentemente da sua, mas confirmando o carácter universal do feminismo, venha ele de que corpos vier, seja ele praticado e defendido como for.

Eu não dou a outra face, o que estou a propor frente aos insultos é não pôr o coração, não pôr a pele, não ser vulnerável a essa ofensa nascida da debilidade existencial. É possível fazê-lo se rompes com o controlo social, com o que dirão e tiras ao outro o poder de governar a tua vida. É possível fazê-lo se perceberes que, no caso das mulheres, o regime social é de chantagem absurda: se acatares e te submeteres, serás insultada; se te rebelas e afirmas a tua liberdade, serás insultada também. Denegrir e insultar uma mulher é socialmente necessário para a controlar e a definir continuamente. Insultar-te é um acto político de poder para te paralisar; rir do insulto é um acto político para afirmares a tua liberdade.
Profile Image for Alaíde Ventura.
Author 6 books1,632 followers
December 13, 2022
Es incomodísimo, pero incómodo chingón. La primera parte es teórica, pero ligada con la praxis, todo va encarnado, performado en el mundo real, eso está bien. Esta María Galindo no se calla nada. Dan ganas de pararse juntito y respaldarla, pero también da miedo, la neta, ¿o soy cobarde? Digamos que ambas. Luego, la parte de los artículos está chida porque revela temporalidad, progresión, como que algunas opiniones fueron matizándose, otras repitiéndose, otras variando... Bien bien bien. Puedes no estar de acuerdo con lo que plantea (yo no concuerdo con el asunto del covid, por ejemplo), pero sin duda te deja pensando.

¿O estoy adoctrinada? También puede ser.
Profile Image for Iris L.
432 reviews59 followers
February 1, 2023
Dice María Galindo- “No naces feminista; te vuelves feminista sobre la base de una crítica, de una postura de rebeldía, sobre la base de un cuestionamiento de tu propio papel en el mundo.”

Si me tengo que presentar con un libro definitivamente este se postula para ganador, María nos dota de gran cantidad de información, de visión y de lucha.
Nos habla sobre el género, la política, la familia y el estado, este mismo como institución cómoda con la destructiva idea de vulnerar a la mujer…y por supuesto nos habla de mujeres y nos visibiliza y nos llama a continuar en la búsqueda de una utopía.

En el tema del COVID hubo cosas en las que estuve de acuerdo, cuando pudimos volver a reunirnos con amigos después del encierro había charlas en las que nos desquitábamos y descuartizábamos al sistema, a los gobiernos locales y dejábamos salir nuestro más sensible o salvaje ser.

En fin este libro sirve de gran herramienta contra el patriarcado.

“Juntas desobedeciendo mandatos culturales
Juntas escribiendo nuestros amores para ser hermana, amiga y amante de quién yo quiero ser.
Juntas para reinventarnos y también para sobrevivir.”
Profile Image for Ana Álvarez.
279 reviews26 followers
January 3, 2023
Sabía que esta lectura tenía que dejarla para un momento significativo y aproveché que es inicio de año. María Galindo usa la creatividad como contradiscurso, puedo decir que no encuentro algo más maravilloso. Aunque no estoy de acuerdo con muchas de las ideas que plantea, reconozco un uso extraordinario de la creatividad y de la risa, con la capacidad también de cambiar de tono. No suelen gustarme las recopilaciones de ensayos, pero afortunadamente ésta fue la excepción.
María Galindo ve lo que está oculto, cura a la triste y grafitea la calle con unas palabras que cambian de significado el mundo normal y te despierta de la obsolescencia programada.
Profile Image for Clara Pérez Sedano.
18 reviews5 followers
November 15, 2021
Pongo tres estrellas y no cuatro porque, a pesar de que me ha gustado y coincido en muchísimas cosas que opina y propone maría galindo, ha habido partes que me ha costado trabajo de leer por un problema de corrección y edición del libro (faltan tildes, comas, etc.). No se si ha sido intención de la autora específicamente escribir de este modo, pero hay trozos donde me ha costado comprender lo que leía y he tenido que releer párrafos enteros. Aún con todo esto, es un libro que merece la pena leerse.
Profile Image for paulinha .
71 reviews2 followers
April 14, 2024
(3,5)

Hace alguns años yo gané este libro de mi tía boliviana, pero nunca he podido leerlo por estar en español. Ahora que estoy aprendiendo más el español, aunque crea que estea escriviendo en portunhol, decidi empezar este desafio. Creo que esta lectura se dío en la hora cierta de mi vida. Tengo cuestionado mucho sobre mi identidad. No siento que pertenezco a ningun grupo identitario, hay cosas que hablan en mi corazon, pero tambien hay mucho machismo, y otras partes de mi que no estan de acuedo con algunas cosas de la cultura de mi papa, o por lo minos, esas partes de mi no parecen tener mucho espacio en la tradicion. Maria Galindo puene en cuestion justamente este tema de la identidad. As veces creo que su posicion es un poco demasiado radical para mi, no creo que és bueno atacar así el indigenismo, pero tambien yo no hablo de Bolivia. Hubo muchas cosas que yo no estaba de acuerdo, pero mantengo en miente que no es mi realidad, y tambien la propria Galindo no quiere que piensen como ella. El tema de covid me asustó mucho, no sé se no la entiendo, pero para mi no és un discurso bueno para el momento de la pandemia. De cualquier forma, continuo admirandola muchissimo, por su trabajo en Bolivia y su corage para hacerlo. No veo ninguna accion practica de feminismo en Brasil, y eso es muy admirable, fue un placer leer Galindo y poder discrepar o concuerdar con ella.
Profile Image for Camila Ruz Reveco.
2 reviews
December 11, 2024
Siempre he odiado andar en micro para llegar al trabajo, pero, desde que este libro pasó a ser mi libro de micro, este espacio paso a ser el más esperado del día.
Profile Image for Alejandra Carrillo.
176 reviews28 followers
March 27, 2024
Es un sentimiento bastante generalizado al menos en mis círculos que nos hartemos de la teoría feminista. El hartazgo es un proceso cíclico en el despertar de la conciencia de clase-género que al principio leemos a todas las vacas sagradas con asombro y con un interés voraz porque por primera vez para muchas muchas cosas hacen sentido.
Pero luego cuando entras en esa atmósfera donde hay tanto fundamentalismo y comportamiento sectario, incapaz del cuestionamiento honesto y la crítica sensatas.
Después de un par de años, por eso, marzo se vuelve un calvario de peroratas vacías y discursos repetidos que cansan a pesar de sus buenas intenciones.
Por eso agradezco muchísimo la compañía divertida, atrevida y arrebatada que fue María para mí este mes. La primera vez que abrí el libro en marzo del año pasado hubo pasajes que me parecieron difíciles de seguir, sobre todo los que debaten contra el colonialismo y la epistemología y tal.
María escribe con una desfachatez casi performática que reitera y critica varios momentos populares del feminismo pero también nos recuerda la importancia de contestar desde el arte sencillo, la olla común, la historia de la padre y del amor entre mujeres anti-católicas.
Creo, por supuesto, que el libro tiene muchas cosas que enseñarnos pero sobre todo me hizo sentir acompañada. Relajada ante la desesperanza y en fin que casi feliz.
Profile Image for Katherine.
23 reviews1 follower
June 7, 2024
Primero fui al lanzamiento y después pude leer su libro, mucho tiempo después. No se conseguía en internet en el 2020 pero vino a Chile y pude comprarlo. Decirlo es como haber ido a una protesta y luego, en vez de leer, te pones a quemarlo todo. Así se sintió conocer a Galindo.
Al leerlo con más calma, después del impacto de escucharla, más fuerte que Lemebel en la calle, creo que su propuesta conceptual es interesante para un feminismo latinoamericano. Primero porque no le interesa la academia, que repite códigos coloniales que excluyen al pueblo, luego porque rompe el concepto más importante del feminismo blanco, que es la lucha por los derechos de las mujeres. Pero no nos deja sin nada, propone una lucha más realista desde nuestro continente y más cercana a lo que somos. Da mucho para reflexionar y para impulsar los estudios feministas desde una mirada no europea ni gringa, sino propia, nuestra y más cercana a nuestro territorio y a los relatos contrahegemónicos.
Profile Image for Fernanda Arteaga.
1 review
August 27, 2025
Este fue el primer libro de feminismo que leo, y la experiencia ha sido muy poderosa, sobre todo porque la autora es boliviana, como yo. Leer un análisis del machismo, de las dinámicas de poder y de la vida cotidiana desde el contexto de mi propio país me tocó fibras muy profundas.

Me encantó también su lenguaje: profundamente nuestro, lleno de sarcasmo, lucidez y una ironía que desnuda la complejidad de Bolivia y, al mismo tiempo, la explica con una sencillez brutal.

Personalmente, este libro me ayudó a reconocer violencias que antes me pasaban desapercibidas, a ver cómo se insertan incluso en lo más cotidiano: la familia, la pareja, los amigos. Me dejó con una mezcla de indignación y fuerza, y con un enorme respeto y admiración por Galindo y su capacidad de nombrar lo innombrable.
Un libro que incomoda, que sacude…
Profile Image for Fra.
1 review
December 30, 2025
Magnifica colección de ensayos que nos dan a conocer el bastardismo como corriente política. Parte de la base del pensamiento feminista y anarquista, y se propone desentrañar los misterios y heridas de una latinoamerica encadenada al neoliberalismo y fragmentada por la herencia colonial. Es en el constante tira y afloja de ceder y sublevar donde nace la bastarda; la que habita en la contradicción, y que por esta particular posición puede permitirse hacer preguntas prohibidas, puede permitirse forjar alianzas inéditas, puede permitirse desafiar día a día a algo que la supera.
Profile Image for Carmen.
24 reviews5 followers
December 3, 2025
"Deixar de falar de inclusión e comezar a falar de revolución; deixar de falar de igualdade e comezar a falar de despatriarcalización; deixar de falar de dereitos e comezar a falar de utopías.
Habitar o corpo como corpo político, como corpo metafórico, como corpo poético."'

María Galindo fai unha crítica a este sistema patriarcal merdento dun xeito tan contundente e creativo que non vos vai deixar indiferentes. Penso que esta lectura me vai acompañar sempre uf, nova biblia
Profile Image for Isa Esther.
34 reviews4 followers
February 11, 2024
María tiene tantas opiniones de tantas cosas que siento que no se nada pero a la vez me gusta como te pone en perspectivas muchas situaciones que al menos a mi ni se me llegó a cruzas que tuvieran que ver con el feminismo
Qué chido encontrar escritoras con tremendos conocimientos en donde no solo te hablan desde la teoría , sino también desde sus vivencias como activistas y voceras
Profile Image for Francesca Cassinelli.
Author 1 book1 follower
Currently reading
October 31, 2024
Estoy leyendo este libro muy de a poco. Voy un tema a la vez y dejo espacios de pausa entre ellos. Me gusta los temas que ha tratado hasta ahora, pero admito que el vocabulario a ratos me cansa. Me pasa a veces con libros que buscan enfocar temas desde el aspecto más teórico o sociológico que desde la práctica o la "vivencia" (por decirlo en ese mismo lenguaje).
Profile Image for Mariana (Mara) Díaz.
33 reviews
June 10, 2025
Hay mucho que se dice María Galindo, muchos la odian, otro tanto no la entiende y muchas personas la admiran y la siguen, por eso realmente me impresiona que nadie hable de su escritura. Este libro no solamente es esencial para el feminismo, es una magistral lección de cómo escribir lo que se piensa, lo que se siente, lo que se es.
Profile Image for Mara Díaz.
30 reviews6 followers
April 29, 2023
Hay mucho que puede decirse de María Galindo y realmente me impresiona que nadie hable de su escritura. Este libro no solamente es esencial para el feminismo, es una magistral lección de cómo escribir lo que se piensa, lo que se siente, lo que se es.
Profile Image for &#x1f480;.
100 reviews3 followers
March 21, 2025
"Critico la categoría de diversidad como lugar de afirmación de la diferencia porque el diverso es siempre el otro. La lógica y la categoría de la diversidad no rompen con la hegemonía colonial de lo universal"

Frente al poder no te empoderas, frente al poder te revelas.
Profile Image for Regina Gómez.
119 reviews13 followers
March 20, 2023
María Galindo es de las primeras feministas que leí y reencontrarme en sus textos fue brutal. Sus reflexiones son muy importantes para situar la lucha feminista desde nuestra región.
Profile Image for Aranza Flores.
50 reviews2 followers
August 12, 2024
Kermosa forma de resignificar palabras que yo sentía habían perdido su sentido político: “utopía” y “revolución”.

❤️‍🔥
Profile Image for Teri Vera.
597 reviews2 followers
February 6, 2025
«No estoy de acuerdo "totalmente" con lo que usted dice, pero me batiré hasta la muerte para que usted tenga el derecho de decirlo.»

Evelyn Beatrice Hall
Profile Image for Abstra.
49 reviews1 follower
November 23, 2025
María Galindo escribe con el filo de una pluma develadora y la lucidez del sol en una sociedad tecnopatriarcal que sucumbe por su propio peso. Este manifiesto es una lectura obligatoria para toda disidencia.
Profile Image for Montse Padilla.
15 reviews
July 23, 2025
"Despatriarcar", asi como verbo, es lo que queremos hacer y hacemos las feministas con la familia, con la tierra, con la comida, con el trabajo, con el arte, con la vida cotidiana, con el espacio, con la salud, con el sexo. Lo nuestro no es un proyecto de derechos es un proyecto de transformación de estructuras y la despatriarcalización como horizonte de epoca refleja precisamente eso. Es una gran puerta donde caben caóticamente todas nuestras luchas.
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