A história é contada a partir do olhar da família Wallace. Dos cinco filhos, Lehmann escolhe seguir a vida dos 2 Irmãos, Ramires e Severino, de 1937 até 2003. "Severino, jornalista e depois escritor, era comunista durante a ditadura. Já Ramires, ao contrário, é reacionário, próximo dos militares", explica o autor. "Como a história acontece em Belo Horizonte, você acompanha a evolução da cidade e da sociedade, passando pela ditadura".
É nesse panorama generoso que reside a maior força de Chumbo, uma obra de fôlego, que usa a história política brasileira como parte essencial da narrativa. A edição portuguesa foi, infelizmente, partida em duas partes. Um habitué da editora (do qual se salvou o Paco Roca).
Dibujante, ilustrador y pintor ocasional de raíces franco-brasileñas, Matthias Lehmann nació en la región de París en 1978 y ya en la adolescencia empezó a foguearse en la historieta breve y el mundo de la autoedición. Hoy destaca como especialista en la técnica del linograbado, colabora de manera regular en revistas y periódicos como Fluide Glacial, Siné Mensuel, Le Monde o Libération y tiene en su haber obras como Isolacity (2001), L’éttoufeur de la RN 115 (2006), Les larmes d’Ezéchiel (2009) o Personne ne sait que je vais mourir (2015).
A ideia por detrás do argumento é boa (a saga de uma família brasileira ao longo da segunda metade do século XX). No entanto, a concretização dessa ideia não me conseguiu conquistar. Achei o argumento um pouco confuso e com alguns saltos temporais que eu não consegui distinguir de forma rápida... Ainda tenho o volume 2 para ler, mas acho que não irei dar grande atenção...