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Odes e Epodos

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O leitor brasileiro pode chegar mais perto do clássico da poesia latina com a ajuda das traduções feitas pelo Prof. Bento Prado. Ele tem agora, com este livro, mais que um primeiro acesso à obra de Horácio, dispõe de um verdadeiro instrumento de trabalho. Realmente temos aqui não apenas uma introdução à poesia latina, mas uma verdadeira aula. E aula dupla: de língua e literatura. Na verdade, a tradução não é obra puramente literária. É inseparável de uma ascese filológica. Só quem respira sem esforço a atmosfera da língua e da cultura do poeta a traduzir pode injetá-la na língua de recepção. É por isso que Hölderlin falava de traduzir para o alemão, em grego, a literatura clássica grega. Mas é também obra literária. Aliás, literaturas nacionais, na aurora do mundo moderno, estão essencialmente ligadas ao esforço de traduzir Horácio, entre outros poetas antigos, e dele retiram sua própria autoconsciência estética, como é o caso de Boileau. Entre os séculos XVII e XX, porém, o advento da filologia tornou mais complexa nossa relação com a Antiguidade. Nas traduções do Prof. Bento Prado, como mostra o Prof. Medina em seu prefácio, é justamente essa indispensável harmonia entre a invenção literária e a compreensão interna do original que encanta o leitor. - Bento Prado Júnior

308 pages, Paperback

First published January 1, 21

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About the author

Horácio

17 books7 followers
65aC - 8 aC

Known as Horace in english




"Quinto Horácio Flaco, em latim Quintus Horatius Flaccus, em inglês conhecido como Horace (Venúsia, 8 de dezembro de 65 a.C. — Roma, 27 de novembro de 8 a.C.) foi um poeta lírico e satírico romano, além de filósofo. É conhecido por ser um dos maiores poetas da Roma Antiga.

Alguns de seus poemas são apontados como exemplos do impacto da filosofia epicurista na Roma Antiga [1] Não sendo um filósofo ele mesmo no sentido estreito do termo, ele se mostrou um filósofo ao não evitar o tema em seus poemas [2] alguns temas epicuristas destacam-se em sua obra, como a importância em se aproveitar o presente (carpe diem) pelo reconhecimento da brevidade da vida e a busca pela tranquilidade (fugere urbem) ."

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