A fasquia ficou altíssima depois da edição #0, uma revista realmente fantástica (ah ah ah). A #1 não ficou atrás.
Ler é sempre uma viagem, mas com a Pacto viaja-se mesmo até muito longe. O leitor chega aos lugares mais remotos para perceber que não, não muda nada. Esbarramo-nos inevitavelmente connosco até no Universo mais alternativo. Para mim essa é a beleza da fantasia. A Pacto carrega essa beleza mas não fica por aí, ela é mesmo bonita desde a capa à contracapa, recheada de ilustrações lindíssimas e páginas vivas, ainda que por vezes falem sobre mortos. Não sei quem é a responsável, mas claramente é designer.
Mais uma vez, dou os parabéns às editoras (que também não sei quem são mas adorava conhecer).
Aguardando pela #2.