Três anos depois dos eventos de Pantokrátor, Simão, o mago desapareceu. Os brasileiros definham nos universos colaterais da Kopf des Jochanaan, formam filas nas Casas de Suicídio Terapêutico, lotam igrejas e ouvem Mahler. Os neo-ortodoxos expandiram seu poder. O Regime endureceu e implodiu o Cristo Redentor. O Pantokrátor está em movimento e deseja Simão a qualquer custo. Para tirá-lo das sombras, a divindade lógico-algorítmica ordenou a captura de Felipe Parente, que hesita entre fugir ou lutar.
Realmente me senti assistindo a um Matrix rodeado de Ópera mas mais próximo da nossa realidade o quanto mais imagina, esse é a continuação de um livro que juntos são magníficos onde você vai querer a cada palavra, ou sinfonia, pesquisar e vai perceber coincidências com o que está acontecendo agora, sendo que o livro foi escrito anos atrás, adorei como colocaram Marte (e a coincidência do que assisti hoje inclusive), esse livro consegue ser um mar de coincidências literalmente, e assim como a filosofia existe em tudo, Patokrator e Kerigma também faz assim conosco, entrelaçando passado, presente, futuro, imaginação e realidade. Acho que se eu fosse fã de post-it, ambos os livros estariam abarrotados deles!