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Un detalle siniestro en el uso de la palabra fascismo: Para qué no sirve la historia

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Un ensayo certero y con un enfoque novedoso sobre el uso y el abuso de la palabra «fascismo» en la actualidad.

Este breve ensayo no pretende dilucidar si es riguroso o no usar la palabra fascismo en los años veinte del siglo XXI. Tampoco analiza si se abusa de ella como estrategia electoral. Se pregunta en cambio por la emoción política que mueve a quien la utiliza para señalar a un adversario, y disecciona, con un argumento sorprendente y luminoso, el carácter siniestro que esconden las lecturas contemporáneas del pasado que recurren a la historia como profecía y advertencia.

88 pages, Paperback

Published January 29, 2025

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Santiago Gerchunoff

5 books2 followers

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5 (3%)
Displaying 1 - 30 of 34 reviews
Profile Image for Pablo Mallorquí.
826 reviews64 followers
February 3, 2025
Un texto que hubiese sido perfecto como artículo para un diario, con un tema interesante y un enfoque solvente pero que se ha alargado para caber en un Cuaderno Anagrama. Acaba siendo algo insípido a pesar de las referencias filosóficas y literarias. Me esperaba más profundidad intelectual.
Profile Image for Silvana.
75 reviews3 followers
June 8, 2025
Hay muchos ensayos poco interesantes y sólo un puñado de ensayos originales. Entre los segundos (como también entre los primeros), menos aún están bien escritos, diríamos.

Este libro es ligero y brutalmente sugerente; es, en efecto, la aguja en el pajar.
Profile Image for Kempu.
227 reviews28 followers
February 9, 2025
Regular planteado, peor argumentado. Un politólogo intentando hablar de historia sin ser consciente de sus limitaciones, de su ignorancia.
Desrrecomiendo.
Profile Image for Nai.
36 reviews14 followers
August 4, 2025
Me quedo con el mensaje (los fines reales de la Historia como ciencia, la banalización de la palabra <>, el falso Brecht) y voy a quedarme con ciertas reflexiones para usarlas como arma arrojadiza en la cena de Navidad.

Sin embargo, admirando la capacidad del autor para hablar del uso semántico de dicha palabra y, al mismo tiempo, aportar mucha información histórica, creo que el cuaderno no está muy bien estructurado y la argumentación acaba siendo caótica.
Profile Image for Marga Cordero Gómez.
62 reviews2 followers
July 11, 2025
Ensayo interesante que plantea uno de los grandes problemas que tiene la disciplina histórica, la disolución del significado de los términos ya que ésta carece de una terminología propia.
Concuerdo con algunas cosas que expone, pero en otras difiero absolutamente ya que una gran parte de las cosas planteadas poseen muchos matices a lo que expone.
Aun así, una lectura recomendable por lo interesante del planteamiento.
Profile Image for Iván.
67 reviews1 follower
January 23, 2026
A ver, puedo comprar ciertas cosas pero me ha dejado bastante frío. Las referencias literarias están bien pensadas pero no termino de encontrar una argumentación que me haga quedarme convencido o encontrar sus tesis atractivas. A lo mejor es cosa mia que me esperaba otra cosa😔
Profile Image for Nuno Mendonça.
106 reviews9 followers
September 19, 2026
É um ensaio muito curto, inteligente em vários momentos e provocador quase sempre, mas terminei-o com a sensação de que Santiago Gerchunoff encontra um problema interessante e depois força demasiado a tese que constrói para o explicar.

O ponto de partida é pertinente. Chamamos “fascista” a tanta coisa que a palavra corre evidentemente o risco de perder capacidade descritiva. Ainda assim, não sei até que ponto o problema é assim tão importante nos termos em que o autor o coloca. Se a palavra se tornou um cliché ou uma categoria demasiado ampla, podemos discutir o rigor do seu uso e procurar nomenclaturas mais precisas. Tenho mais dificuldade em acompanhar Gerchunoff quando ele transforma esse vício linguístico numa espécie de sintoma profundo da nossa relação emocional com a história.

O centro do ensaio está na famosa passagem de Martin Niemöller, tantas vezes erradamente atribuída a Bertolt Brecht, do “primeiro vieram buscar...”. Gerchunoff retira daqui uma conclusão que me parece muito difícil de sustentar: ao utilizarmos a história dessa forma, como advertência para que reajamos às primeiras injustiças antes que seja tarde, estaríamos implicitamente a responsabilizar as vítimas históricas do fascismo pelo seu próprio destino. A ideia seria que, se acreditamos que hoje podemos impedir um futuro Auschwitz denunciando antecipadamente os sinais que reconhecemos, então estamos também a sugerir que aqueles que acabaram em Auschwitz poderiam ter evitado esse destino se tivessem reagido antes.

É provavelmente o ponto em que mais me afasto do livro. Há uma enorme distância entre reconhecer que a passividade coletiva permite o crescimento de movimentos autoritários e responsabilizar as suas vítimas pelo que lhes aconteceu. Aliás, parece-me que a força da reflexão de Niemöller está precisamente na responsabilidade de quem assiste à perseguição dos outros e decide permanecer calado. Transformar essa ideia numa culpabilização das vítimas exige um salto lógico que o ensaio nunca me convenceu a dar. Podemos aceitar que certas estruturas políticas poderiam ter sido combatidas mais cedo sem concluir, por isso, que aqueles que foram assassinados são parcialmente responsáveis pelo próprio assassinato.

Essa discordância reaparece quando Gerchunoff entra na relação entre história, ciências humanas e previsão. A certa altura defende que existe uma tendência permanente das ciências humanas para imitarem o rigor das ciências naturais, sobretudo a sua capacidade preditiva. Mais tarde, isso liga-se diretamente à crítica do uso contemporâneo da palavra fascismo. Comparar Milei reunido com grandes empresários argentinos com Hitler reunido com empresários alemães seria, nesta leitura, uma tentativa de descobrir no presente uma sequência histórica conhecida e antecipar o seu desfecho.

Aqui acho que o argumento volta a ir demasiado longe. Um historiador ou um cientista político pode olhar para uma determinada sequência histórica, identificar fatores que contribuíram para um determinado resultado e reconhecer alguns desses fatores no presente sem estar a afirmar que a história se vai repetir exatamente da mesma maneira. A História não funciona como uma equação em que ISTO + ISTO produz necessariamente AQUILO. Mas saber que ISTO + ISTO já produziu consequências muito más também não é informação inútil. Uma analogia histórica pode ser imperfeita e continuar a servir como alerta. O facto de o resultado futuro permanecer indeterminado não obriga a sociedade a suspender o juízo até descobrir como termina a experiência.

E é precisamente aqui que a crítica de Gerchunoff à “história como profecia” me parece confundir duas coisas diferentes: profetizar e aprender. Dizer que determinadas práticas autoritárias, racistas ou antidemocráticas possuem precedentes históricos preocupantes não significa garantir que acabarão num novo fascismo histórico ou num novo Auschwitz. Pode simplesmente significar que essas práticas já são suficientemente más no presente e que conhecer os mecanismos através dos quais situações anteriores se degradaram nos dá razões adicionais para estar atento. Se recusarmos qualquer aprendizagem preventiva porque o futuro nunca reproduz perfeitamente o passado, não sei exatamente para que serviria grande parte do conhecimento histórico.

Há outros momentos em que senti esta tendência para condensar problemas enormes numa frase demasiado definitiva. Gerchunoff recupera, por exemplo, a história de Tintim e do eclipse para dizer que o Ocidente submeteu outras civilizações sobretudo graças à superioridade técnica da sua racionalidade científica. Existe evidentemente uma verdade importante aí, mas como explicação do colonialismo parece-me demasiado simples. Tecnologia, ciência e capacidade militar fizeram parte dessa história, mas uma explicação tão abrangente dificilmente cabe numa única causa. É talvez injusto exigir uma genealogia completa do imperialismo num ensaio tão pequeno, mas é também o risco de fazer afirmações desta dimensão num ensaio tão pequeno.

Há, apesar de tudo, ideias do livro com que concordo bastante. Uma delas é a recusa da transformação automática das vítimas em heróis. Ter sido vítima de uma atrocidade não atribui retroativamente virtudes morais, coragem ou clarividência a alguém. Uma pessoa pode ter sofrido uma injustiça monstruosa sem que seja necessário santificá-la. Também achei interessante a crítica a uma certa necessidade, talvez profundamente cristã, de atribuir utilidade ao sofrimento passado. Como se Auschwitz tivesse de nos deixar uma lição para justificar a obrigação de o recordar. Auschwitz não precisa de ter sido “útil”. Não precisamos de encontrar uma função redentora no horror para reconhecer que foi horror.

É por isso que me surpreende ainda mais a conclusão do ensaio, quando Gerchunoff interpreta a obsessão contemporânea com o fascismo como uma espécie de nostalgia do século XX, um desejo de regressar a um tempo em que as categorias políticas seriam mais claras, sustentadas por uma tragédia que conhecemos e reconhecemos como nossa. Aqui discordo quase em absoluto. Parece-me uma leitura psicologizante de uma preocupação que pode ter explicações muito mais simples. Talvez muita gente fale excessivamente de fascismo porque conhece o século XX e tem medo de repetir alguns dos seus mecanismos. Pode fazê-lo mal, exagerar analogias, banalizar conceitos e até transformar “fascista” num insulto sem conteúdo. Nada disso exige que exista um amor secreto pelo século XX ou uma nostalgia pelas suas categorias políticas.

No final, fiquei com a impressão de que Gerchunoff identifica corretamente um fenómeno real, a inflação do termo “fascismo”, mas está muito mais interessado em descobrir uma intenção escondida em quem o utiliza do que em perceber para que pode servir legitimamente a memória histórica. E talvez esteja aí a minha maior discordância com o livro. A história não prevê o futuro, evidentemente. Mas seria estranho concluir daí que não pode ajudar-nos a reconhecer no presente coisas que já aprendemos, da pior maneira possível, que são perigosas.
Profile Image for Nahuel Maisley.
31 reviews7 followers
February 21, 2025
En este breve ensayo, Gerchunoff sostiene que describir fenómenos actuales con el rótulo "fascismo" es inapropiado y hasta "siniestro". La idea es que las evocaciones que acompañan al término sugieren una cierta teleología, según la cual el fascismo es previsible y--por lo tanto, en cierto sentido--responsabilidad de quienes no lo previenen.

El libro está muy bien escrito, es corto y de agradable lectura. El argumento es interesante, pero no es revelador. El autor se enfoca solamente en un costado de la discusión sobre la aplicabilidad del término fascismo a las nuevas derechas: el de la utilización de la historia. Es una contribución interesante pero, a mi juicio, no decisiva, a una conversación más extensa en la que se deben poner otros factores en juego (estratégicos, filosófico-políticos, etcétera). Sin el análisis de esas otras aristas, el argumento permanece parcial y no demasiado útil para guiar nuestras conductas actuales.
Profile Image for CD.
16 reviews
July 23, 2025
Poco profundo, repetitivo y mediocre. Entiendo todo lo que dice de que no podemos predecir el futuro, pero igualmente hay que estar con ojo avizor con cada acción que toma el gobierno. Por ejemplo, si hoy te exigen trabajar una hora demás y tu lo aceptas sin rechistar ¿ Qué te asegura a ti que mañana no te exigen trabajar dos horas demás en vez de una? Ciertas decisiones políticas buscan encontrar hasta que punto se puede apretar al ciudadano, para ver cuánto aguanta y bajo qué condiciones mínimas puede vivir sin rebelarse. Pensemos en las leyes que regulan la inteligencia artificial, hay un vacío legal completamente ignorado, vamos dejando pasar las cosas hasta que llega un momento donde los artistas han perdido sus trabajos y una gran parte del mundo es lo suficientemente tonta como para haber perdido la capacidad de tener una actitud crítica o elaborar textos con un mínimo de coherencia. Que quiten una bandera lgtb de un ayuntamiento no significa una vuelta al fascismo, eso lo sabemos todos (o eso cabría esperar) pero así es como funciona la democracia, se apoya en el terror del pueblo a la vuelta de los totalitarismos y la barbarie que viene acompañada de ellos, manteniéndonos en un constante estado de alarma que muchas veces nos lleva a caer en ideologías que no son mucho mejores que aquellos sistemas que pretendemos evitar. Si muchos usan la palabra "fascismo" no siempre es con el objetivo de arreglar lo que ocurrió en el pasado (como dice el autor), sino que se encuentran totalmente aterrorizados de que algo parecido vuelva a ocurrir.

Mi problema principal es que el autor tiene una visión bastante negativa sobre la historia, cuando en gran parte esta nos salva de caer en la ignorancia o en ciertas ideologías. Cuando se desata una guerra (como las que están ocurriendo actualmente) muchos corren a posicionarse en uno de los lados sin apenas tener en cuenta ninguna de las historias de dichos países, lo que provoca un aumento en el odio esparcido hacia el bando contrario. La historia es una herramienta que usada correctamente nos ayudará a evitar masacres inhumanas como las experimentadas a lo largo de los siglos, como dice ese famoso refrán: "Aquel pueblo que no conoce su historia está condenado a repetirla."

Ya que veo que al autor le gusta citar a Hannah Arendt , espero que sepa que dicha autora propone una teoría política que podría llegar a contradecir su visión de las cosas. Arendt defiende un republicanismo democrático donde los ciudadanos toman un papel activo en la política del país, donde el intercambio de la palabra logra un verdadero cambio en la sociedad. Su visión parece apoyar el señalar los cambios que puedan atisbar un indicio de coerción de la libertad y a interesarnos por lo que sucede en nuestra sociedad, su pensamiento nos anima a no "dejar pasar las cosas" (mensaje que parece totalmente contrario al que da el autor en este libro).
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for Noemi Garcia Cortez.
77 reviews
January 25, 2026
En muchos debates tanto a nivel institucional como a pie de calle se emplea la palabra fascismo y siempre me he preguntado cuán correcta es o no su utilización: si desprestigia de cierta forma todo lo que el fascismo hizo en su momento, otorgándole menos valor por lo fácil que nos resulta utilizarla como arma arrojadiza en cualquier discurso, o en qué posición nos sitúa dentro de nuestra propia presentación de ideas.

Este ensayo, a pesar de no llegar a 100 páginas, sirve para entender mejor el concepto de historia, cómo le otorgamos ese valor profético, y lo errado que estamos a veces al considerar algunos acontecimientos históricos como una fuerza más de la naturaleza que se puede predecir.

Recomendado 100%
Profile Image for Felipe Romero.
207 reviews16 followers
March 7, 2025
No está mal, un matiz necesario al uso abusivo de la palabra fascismo, que suma más si lo vinculamos al hecho de que estamos en una época donde se desgastan y banalizan tantas cosas serias, en un intento de reducir todo a un relato de buenos y malos (con los 70 es clarísimo esto).

Sin embargo, le falta una vuelta de tuerca, podría haber profundizado más, jugado con más casos concretos, profundizando un poco más. Es cortísimo un libro, más un artículo periodístico largo que otra cosa. Por eso defrauda, aunque es placentera su lectura.
9 reviews
September 27, 2026
Tiene algunos puntos muy interesantes que dan lugar a debates interminables. Pone sobre la mesa aunque sea una perspectiva diferente, problemática por momentos, pero que intenta ser provocadora y eso parece una bocanada de aire fresco en esta época.
Si creo que por momentos se enrosca un poco en sí mismo con el lenguaje que usa. A veces decir algo de modo simple habla muy bien de lo digerido que está el argumento que queremos plantear.
Profile Image for Palmattron.
150 reviews
February 22, 2025
La emoción en la urgencia de la «alarma antifascista» es también la nostalgia o la melancolía a la que nos vemos abocados por el horror que nos produce la indefinición de nuestro tiempo; el deseo de encontrar una palabra mágica que conjure el peligro de abstracción de nuestro mundo y que al mismo tiempo cierre cualquier discusión.
Profile Image for Emma Fernández Bermúdez.
81 reviews1 follower
April 17, 2025
Te hace reflexionar y encontrar perspectivas nuevas a algo de lo que se ha hablado tanto que te sorprende que aún pueda pasar.

Te recuerda el poder de las palabras y la responsabilidad de todos en su uso, en no infravalorarlas nunca.

“Donde todos son culpables, nadie lo es”.
“El mundo que produce la naturaleza es de bronce y solo los poetas pueden ofrecernos uno de oro”.
Profile Image for Mat.
130 reviews40 followers
June 8, 2025
Sería un 2.5. Me da la sensación de que expone lo que quiere exponer pero el hilo argumental es regular. Siento saltos argumentales hasta llegar a ver una desconexión entre sus argumentos y el tema del uso de la palabra “fascismo”. Creo que en esos saltos arguméntales obvia algunas cosas. O será que no estoy de acuerdo en algunas de las cosas que dice.
Profile Image for PalomaRodera.
88 reviews3 followers
July 30, 2025
0 recomendado. Elucubraciones de un filósofo con poco conocimiento de la historia y capacidad de relacionar hechos. Aísla las cosas y las simplifica, saltando de un lado a otro para que vayan acorde a su planteamiento. Cualquier persona con un poco de formación política (y ético-moral) se da cuenta de los fallos en esta obra y en su desarrollo
Profile Image for Rubén Londoño.
138 reviews3 followers
December 11, 2025
Sospecho, leyendo las reseñas de este libro, que a nadie le gusta que le digan que no puede predecir el futuro, ni que su participación en la historia es a lo sumo contingente.

La idea de este libro es brillante, y el hallazgo del falso Brecht es brutal.

Gerchunoff es el mejor de los Ferlosistas.
Profile Image for Jessica Toscano.
54 reviews1 follower
April 18, 2026
Creo que es un ensayo interesante.
Coincido con algunas opiniones de que pudo ser más corto, me parece una reflexión bastante atinada al clima político y ciertamente me hizo reflexionar acerca de la facilidad con la que señalamos acontecimientos y les colocamos nombres, en la buscada de explicar y predecir lo que pasará.
Profile Image for Daniel Glez. Carretero.
9 reviews
April 27, 2026
Me ha parecido que el punto del ensayo se ha ido alargando innecesariamente, además de que se ha apoyado en una abstracción super mística del pasado, del futuro y del presente para lanzar su opinión sin proponer siquiera una posible alternativa. La idea estaba ahí, pero no ha llegado mucho más lejos, me da a mí.
Profile Image for Arlette Belén Cifuentes Meneses.
61 reviews1 follower
May 31, 2026
Se me hizo cortísimo
Es un ensayo sin duda interesante pero, creo que faltó desarrollar algunos argumentos.
Pese a ello creo que deja varios puntos iniciales de discusión e investigación.
Me quedo con varios apuntes , la historia como obra, la búsqueda de sentido en la historia, en falso brecht, entre otros.
Profile Image for Tomas Cifuentes.
8 reviews
June 10, 2025
super simple de entender con ejemplos concretos y sin necesidad de tantas citas. super interesante en cuanto a nuevas formas de ver la historia como fenómeno y sobre todo frente a violaciones de derechos humanos.
Profile Image for Martu.
20 reviews2 followers
November 24, 2025
Hay nociones históricas importantes a tener en cuenta, está bien pero siento que se ha alargado demasiado y poco contenido interesante. No es un libro malísimo, ni excelente. Si os apetece leer, hazlo.
Profile Image for Rocío.
500 reviews16 followers
August 10, 2026
Es innecesariamente largo, el punto al que quería llegar se podría haber desarrollado tranquilamente en menos páginas, el alargarlo solo lo tornó aburrido e hizo que no quiera agarrarlo.

Y mientras banco algunas cosas que dice, muchas otras me dejaron mmmmmm.

En definitiva, no me gustó. 
922 reviews
September 26, 2026
Este ensaio faz cócegas na mente, interroga-nos sobre o uso da palavra fascismo, que pode tornar-se sinistro, quando isso significa profetizar um futuro tornado-o imperativo e diluir responsabilidades. Para reler sempre que necessário.
Profile Image for Albanis.
321 reviews12 followers
March 8, 2025
3.5⭐ el autor tiene un argumento bastante interesante aunque nada revelador acerca del tema.
Profile Image for Coral.
14 reviews
July 5, 2025
Me hubiese bastado un artículo, se me hizo largo y no me aportó más por tener más páginas.
Displaying 1 - 30 of 34 reviews