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Metal and Flesh: The Evolution of Man: Technology Takes Over

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For more than 3,000 years, humans have explored uncharted geographic and spiritual realms. Present-day explorers face new territories born from the coupling of living tissue and metal, strange lifeforms that are intelligent but unconscious, neither completely alive nor dead. Our bodies are now made of machines, images, and information. We are becoming cultural bodies in a world inhabited by cyborgs, clones, genetically modified animals, and innumerable species of human/information symbionts.Ollivier Dyens's Metal and Flesh is about two closely related the technologically induced transformation of our perceptions of the world and the emergence of a cultural biology. Culture, according to Dyens, is taking control of the biosphere. Focusing on the twentieth century--which will be remembered as the century in which the living body was blurred, molded, and transformed by technology and culture--Dyens ruminates on the undeniable and irreversible human/machine entanglement that is changing the very nature of our lives.

120 pages, Hardcover

First published October 12, 2001

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Ollivier Dyens

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Profile Image for Artur Coelho.
2,603 reviews74 followers
April 8, 2012
A primeira questão que este livro se coloca é o que é a vida. Olhando para os vírus e sistemas complexos, tira ilações curiosas. Vida é um conceito que pode ser entendido como algo mais do que um conjunto de seres vivos tradicionais. Genes, ideias, memes, cultura, tecnologia: para o autor todos partilham das condições necessárias ao estar vivo. O existir, o reproduzir-se, o evoluir. Não falamos de vida consciente, mas de formas de vida elementar que encontram estratégias evolutivas de sobrevivência.

Misturando um pouco de teoria dos memes, o autor vai um pouco mais longe: hoje, a cultura e as ideias dominam a evolução da vida e nós, parte de um complexo ecossistema terrestre que mistura o natural, o consciente e o tecnológico, agimos para ajudar a preservar no tempo memes culturais. Religiões, hábitos culturais, filosofias foram os meios de propagação dos memes. Hoje temos a tecnologia, que nos está a levar a horizontes cada vez mais pós-humanos.

Chegamos ao momento contemporâneo em que todos os futuros são possíveis e serão as escolhas a ditar quais os que bifurcam e quais os que se extinguem. Dyens observa que hoje somos já uma espécie mista, um constructo cultural de base biológica cada vez mais mesclado com a tecnologia. Não se trata de perder a humanidade ou dexiar de ser vivo, trata-se de perceber que estamos a ficar diferentes. Não piores, nem melhores, apenas diferentes, como consequência de um processo evolutivo em que a cultura é cada vez mais dominantes. Este é um livro que não é particularmente claro, misto de ensaio com dissertação que deixa as ideias fluir. Desse fluxo tiramos novas e intrigantes ideias. Não há conclusões, só uma enorme provocação sobre o que significa a vida, a cultura, o ser, a humanidade e a tecnologia.
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