ENEMIES TO LOVERS – MELHOR AMIGO DO IRMÃO – CONVIVÊNCIA FORÇADA – ELE SE APAIXONA PRIMEIRO.
Beatrice Avelar é uma mulher bem-sucedida e focada em sua carreira como editora chefe de uma das maiores revistas do país, sua vida pessoal, no entanto, sofre um abalo quando recebe a notícia de que seu ex-noivo, Breno, irá se casar com sua antiga melhor amiga.
Para piorar, Beatrice é obrigada a conviver com Luca Castellani, herdeiro de um poderoso escritório de advocacia e o melhor amigo de Breno – um homem que ela despreza, mas cuja presença desperta sentimentos conflituosos. Entre provocações e uma tensão inegável, Beatrice e Luca se veem em uma batalha emocional.
A rivalidade entre eles esconde segredos e vulnerabilidades, enquanto ambos tentam manter suas vidas pessoais sob controle. Conforme são obrigados a passar mais tempo juntos, o que parecia ser puro antagonismo começa a dar lugar a uma atração inevitável, colocando em xeque suas certezas sobre o que realmente sentem.
Logo no início, já não gostei muito da escrita da autora, me lembrou bastante aquele estilo "fanfic de 2016", o que me fez começar o livro com o pé atrás. Ainda assim, a história acabou me prendendo, tanto que li cerca de 76% em um único dia. Tive que parar por causa da faculdade, acabei esquecendo do livro por um tempo e só recentemente resolvi terminar. Mas, sinceramente? Foi uma tortura. Os personagens deveriam ser adultos, e a autora escolheu que eles fossem adultos, mas agem como adolescentes mimados. Se era pra ter esse comportamento, ela podia ter colocado personagens mais novos, de 16 a 20 anos. Entendo que a ideia. era incluir questões de trabalho e carreira, mas tudo isso é tão superficial que não faz diferença nenhuma. As partes profissionais são descritas como "falei sobre tal coisa.." e logo cortadas pra diálogos, sem nenhuma construção de cenário ou contexto. Parece que a autora não sabe encaixar a profissão ou rotina. dos personagens de forma natural, tudo soa forçado. E como os protagonistas já se conheciam (no caso, Luca e Bea), a troca de informações óbvias só torna as conversas menos críveis. Depois que eles "ficam juntos", a história desanda de vez: atitudes aleatórias, reconciliações jogadas e expressões datadas que soam ridículas hoje em dia. No geral, achei fraco e infantil. O único ponto positivo foi algo que percebi depois: no começo, eu achava impossível existirem adultos tão infantis, mas, observando algumas pessoas da minha própria família, percebi que é bem real. Então, ponto pra autora por isso, mesmo que o resto não tenha funcionado.
Me perdeu completamente no momento que ele ficou com outra, tudo bem que não tavam juntos oficialmente ainda, mas msm assim me senti traída. Sem contar que os gatos super não conversam como dois adultos, tanto que na minha cabeça eles eram adolescentes, pra conseguir justificar todas as brigas sem maturidade
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