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La Torre del Elefante
Después de una conversación en una taberna en la sórdida Zamora, Conan decide intentar lo imposible: robar la joya conocida como El Corazón del Elefante, escondida en una torre tan enigmática como impenetrable. Protegida por la magia negra del temido Yara, y custodiada por criaturas de otras tierras, la torre esconde un secreto terrible. ¿Podrá Conan salir victorioso esta vez?
El dibujante Enrique Alcatena y el guionista Claudio Alvarez adaptan una de las aventuras más populares de Conan el Bárbaro, publicada originalmente en la revista Weird Tales en 1933.
El dibujante Enrique Alcatena y el guionista Claudio Alvarez adaptan una de las aventuras más populares de Conan el Bárbaro, publicada originalmente en la revista Weird Tales en 1933.
76 pages, Paperback
First published November 1, 2024
About the author
Enrique Alcatena
259 books67 followersEnrique "Quique" Alcatena es un profesor e historietista argentino.
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Community Reviews
Displaying 1 - 5 of 5 reviews
January 5, 2025
Alcatena y Alvarez ofrecen una gran versión de la Era Hiboria, adaptándola perfectamente a su estilo, pero manteniéndose fieles al original. Logran crear un ambiente muy bien construido que transmite la sordidez y el peligro de Zamora (evidentemente, Howard solo eligió un nombre que le sonaba bien, sin conocer la realidad de la ciudad). Posteriormente, la historia pasa a una acción frenética en la torre que da nombre al relato, narrada con gran dinamismo por el dibujante y en la que se transmite muy bien la sensación de misterio y peligro que caracterizaba el cuento original.
Excelente adaptación.
Excelente adaptación.
April 20, 2025
Conan, o bárbaro, é um herói do popular segmento “espada e feitiçaria”, criado pelo estadunidense Robert Ervin Howard em 1932. Originalmente, suas histórias eram publicadas em revistas do gênero pulp destinadas a um público restrito de aficionados por universos repletos de fantasia, ação, terror, horror, feitiçaria e monstros. O criador do personagem, inclusive, não viveu para ver a fama de sua mais célebre criação pois cometeu suicídio em 1936 deixando apenas 21 histórias completas e vários fragmentos. Fim da história? Pois não foi isso o que aconteceu.
O potencial mercadológico do personagem foi sendo notado gradativamente e Conan começou a ganhar fama com a escrita de novas histórias e extensão das histórias originais. A migração para os quadrinhos na década de 1970, primeiro nos gibis da Marvel no célebre “formatinho” e depois com uma revista própria com formato maior, foi fundamental e o personagem ganhou legiões de fãs “quadrinhófilos”. Um dos títulos mais vendidos tendo como base o personagem foi “A espada selvagem de Conan” que teve mais de duzentas edições publicadas entre 1984 e 2001. Além dos quadrinhos o personagem já foi vertido três vezes para o cinema, com dois filmes estrelados por Arnold Schwarzenegger e um por Jason Momoa, além de desenhos animados, série de TV e RPGs.
“A Torre do Elefante” é uma das histórias de Robert E. Howard protagonizada por Conan mais elogiadas e adaptadas e nos mostra um jovem Conan, com apenas 17 anos viajando através de uma turbulenta e perigosa terra repleta de perigos de natureza humana e também sobrenatural. Eis que na soturna e misteriosa Zamora, a “cidade dos ladrões”, o jovem cimério toma conhecimento de uma história envolvendo a temida Torre do Elefante onde viveria o mago Yara detentor de riquezas inimagináveis que incluíam a lendária joia intitulada “O coração do elefante” que daria poder e riqueza a quem a possuísse.
O jovem e destemido Conan decide então superar as defesas da torre, elucidar seus mistérios e se apossar de suas riquezas com destaque para a misteriosa e lendária joia.
Só que o incauto bárbaro não esperava se deparar com feras sanguinárias, criaturas de origem alienígena, aranhas gigantes, um segredo inominável e poderes além de sua imaginação.
Esta edição caprichada, com belíssima capa dura, da editora “Pipoca e Nanquim” tem como quadrinista o veterano artista argentino Enrique Alcatena, um nome icônico no mundo dos quadrinhos, aliado ao respeitado roteirista chileno Claudio Alvarez. A dupla produziu, sem dúvida alguma, uma bela adaptação de “A Torre do Elefante”, uma verdadeira edição de colecionador para fã de Conan e de quadrinhos nenhum botar defeito.
Para fechar com chave de ouro essa adaptação de “A Torre do Elefante” a editora “Pipoca e Nanquim” incluiu um excelente posfácio intitulado “Robert E. Howard e o Ganesha Sideral: o nascimento de um gênero”, de autoria de Alexandre Callari, escritor, editor de quadrinhos da DC Comics e palestrante.
A seguir um trecho marcante desse posfácio que ressalta o grande valor artístico de “A Torre do Elefante”:
“Aqui Howard mergulha em uma nova vereda ao introduzir a mais pura ficção científica em seu modo de escrever fantasia, modo este que, anos depois seria reconhecido como o nascimento do subgênero “espada e feitiçaria”. Raças alienígenas, cataclismos, outras dimensões ... Elementos tipicamente abordados por escritores do calibre de H.G. Wells e H.P. Lovecraft, de repente se misturam à perfeição com magos, bárbaros e aranhas gigantes, sem criar uma atmosfera deslocada ou gerar estranhamento. Pelo contrário, nas mãos de Howard, esses conceitos aparentemente díspares parecem ter sempre caminhado lado a lado, parecem sempre ter coexistido como complemento um do outro; magia ciência se unem como se fosse uma coisa só”.
Se você gosta de quadrinhos clássicos, como eu, trata-se de uma ótima pedida.
O preço é um tanto salgado mas vale a pena por tratar-se de item de colecionador.
Excelente!
O potencial mercadológico do personagem foi sendo notado gradativamente e Conan começou a ganhar fama com a escrita de novas histórias e extensão das histórias originais. A migração para os quadrinhos na década de 1970, primeiro nos gibis da Marvel no célebre “formatinho” e depois com uma revista própria com formato maior, foi fundamental e o personagem ganhou legiões de fãs “quadrinhófilos”. Um dos títulos mais vendidos tendo como base o personagem foi “A espada selvagem de Conan” que teve mais de duzentas edições publicadas entre 1984 e 2001. Além dos quadrinhos o personagem já foi vertido três vezes para o cinema, com dois filmes estrelados por Arnold Schwarzenegger e um por Jason Momoa, além de desenhos animados, série de TV e RPGs.
“A Torre do Elefante” é uma das histórias de Robert E. Howard protagonizada por Conan mais elogiadas e adaptadas e nos mostra um jovem Conan, com apenas 17 anos viajando através de uma turbulenta e perigosa terra repleta de perigos de natureza humana e também sobrenatural. Eis que na soturna e misteriosa Zamora, a “cidade dos ladrões”, o jovem cimério toma conhecimento de uma história envolvendo a temida Torre do Elefante onde viveria o mago Yara detentor de riquezas inimagináveis que incluíam a lendária joia intitulada “O coração do elefante” que daria poder e riqueza a quem a possuísse.
O jovem e destemido Conan decide então superar as defesas da torre, elucidar seus mistérios e se apossar de suas riquezas com destaque para a misteriosa e lendária joia.
Só que o incauto bárbaro não esperava se deparar com feras sanguinárias, criaturas de origem alienígena, aranhas gigantes, um segredo inominável e poderes além de sua imaginação.
Esta edição caprichada, com belíssima capa dura, da editora “Pipoca e Nanquim” tem como quadrinista o veterano artista argentino Enrique Alcatena, um nome icônico no mundo dos quadrinhos, aliado ao respeitado roteirista chileno Claudio Alvarez. A dupla produziu, sem dúvida alguma, uma bela adaptação de “A Torre do Elefante”, uma verdadeira edição de colecionador para fã de Conan e de quadrinhos nenhum botar defeito.
Para fechar com chave de ouro essa adaptação de “A Torre do Elefante” a editora “Pipoca e Nanquim” incluiu um excelente posfácio intitulado “Robert E. Howard e o Ganesha Sideral: o nascimento de um gênero”, de autoria de Alexandre Callari, escritor, editor de quadrinhos da DC Comics e palestrante.
A seguir um trecho marcante desse posfácio que ressalta o grande valor artístico de “A Torre do Elefante”:
“Aqui Howard mergulha em uma nova vereda ao introduzir a mais pura ficção científica em seu modo de escrever fantasia, modo este que, anos depois seria reconhecido como o nascimento do subgênero “espada e feitiçaria”. Raças alienígenas, cataclismos, outras dimensões ... Elementos tipicamente abordados por escritores do calibre de H.G. Wells e H.P. Lovecraft, de repente se misturam à perfeição com magos, bárbaros e aranhas gigantes, sem criar uma atmosfera deslocada ou gerar estranhamento. Pelo contrário, nas mãos de Howard, esses conceitos aparentemente díspares parecem ter sempre caminhado lado a lado, parecem sempre ter coexistido como complemento um do outro; magia ciência se unem como se fosse uma coisa só”.
Se você gosta de quadrinhos clássicos, como eu, trata-se de uma ótima pedida.
O preço é um tanto salgado mas vale a pena por tratar-se de item de colecionador.
Excelente!
April 30, 2025
Es difícil equivocarse adaptando «La torre del elefante», probablemente la mejor historia de fantasía heroica de todos los tiempos. En esta ocasión, Alcatena realiza un interesante trabajo plasmando de manera atmosférica tanto la decadente Ciudad de los Ladrones (no confundir con Zamora, que es el reino al que pertenece, pero no su nombre), como las diferentes vestimentas, ornamento y rasgos característicos de los diversos pueblos hiborios. Las caracterizaciones tanto del malvado Yara como del melancólico alienígena Yag-Kosha resultan excelentes, pero solo Barry Smith logró dibujar a Conan como un adolescente de manera creíble; la versión de Alcatena parece, como mínimo un veinteañero a punto de entrar en la treintena, y la cicatriz de su rostro resulta desconcertante e incoherente con el aspecto canónico del bárbaro, establecido primeramente por Howard, y más tarde por Smith y John Buscema.
En definitiva, esta versión del clásico relato tiene sus puntos fuertes, e incluso puede compararse a la ilustrada por Buscema y Alcalá en Savage Sword, pero resulta inferior a la de Barry Smith, aunque, claro... ¿quién podría superarla?
En definitiva, esta versión del clásico relato tiene sus puntos fuertes, e incluso puede compararse a la ilustrada por Buscema y Alcalá en Savage Sword, pero resulta inferior a la de Barry Smith, aunque, claro... ¿quién podría superarla?
June 11, 2026
Ahora nos presenta a un Conan joven, temerario e imprudente, que tras escuchar en una taberna , rumores sobre una fabulosa joya oculta en la siniestra Torre del Elefante, decide, ir a por ella. Esta aventura se convierte en un festival de monstruos, magia oscura y peligros, que con un giro final hace que reflexionemos sobre la codicia humana y el poder salvaje de la brujería.
Es un comic dibujado en blanco y negro, con unos personajes y escenarios esplándidos.
Resulta que es una adaptación, a mi me da lo mismo. Es un libro de tapa dura y que me ha gustado, ha sido una grata lectura, Me ha gustado tanto la trama del libro como el libro en si. La recomiendo para aquellos lectores que quieran conocer el cómic y para aquellos lectores veteranos de cómic
Es un comic dibujado en blanco y negro, con unos personajes y escenarios esplándidos.
Resulta que es una adaptación, a mi me da lo mismo. Es un libro de tapa dura y que me ha gustado, ha sido una grata lectura, Me ha gustado tanto la trama del libro como el libro en si. La recomiendo para aquellos lectores que quieran conocer el cómic y para aquellos lectores veteranos de cómic
November 21, 2024
Tras publicarse en 1933, "La Torre del Elefante" es uno de los relatos más celebrados entre los que Robert E. Howard dedicó al cimmerio Conan. También uno de los más referidos, contando ya con versiones ilustradas por Barry Smith, John Buscema, Stephen Fabian y Cary Nord, por nombrar algunos. De ahí que esta última revisión tenga el doble mérito de atreverse con tamaño reto y lograr una actualización fresca.
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